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Alentejo e Estremoz inspiram artista franco-brasileira na criação de “novas memórias” – Lúcia Moreaux

Foi recentemente inaugurada a edição de 2025 da BIALE- Bienal Internacional do Alentejo. A iniciativa é organizada pela ARTMOZ, em colaboração com a Câmara Municipal de Estremoz, e o apoio da Comissão de Coordenação da Região Alentejo CCDR Alentejo, Entidade Regional de Turismo do Alentejo, Universidade de Évora e o Instituto Politécnico de Portalegre.

Com a participação de mais de 200 artistas de 15 países a BIALE 2025 apresenta uma programação rica e diversificada dividida por quatro espaços: Parque de Exposições de Estremoz – Pólo principal da Bienal, onde se concentrará o maior número de obras e onde decorrerão vários workshops e conferências; Adega Vila Santa – JPortugal Ramos – Exposição com o tema Ambiente; Centro Ciência Viva de Estremoz – Exposição dedicada essencialmente à Escultura em Mármore e Museu Berardo – Exposição de  arte contemporânea, destacando a ligação entre natureza e a cidade do vinho.

Lúcia Mamos Moreaux , natural do Rio de Janeiro, vive atualmente na França e é uma das artistas presentes nesta edição da BIALE. A participar pela primeira nesta exposição do Alentejo, Lúcia conta que , para além de artista, é também Comissária da Bienal Versalhes, explicando que “quando tomou conhecimento da realização da BIALE em Estremoz decidiu inscrever-se”.

Não conhecia Estremoz nem o Alentejo. A artista refere que “adorou a cidade e as pesssoas do Alentejo”. A obra que trouxe para esta Bienal Internacional do Alentejo chama-se “Memórias” e reflete “a junção de várias obras que fez no passado , numa nova maneira de exprimir a sua arte.”

Desta sua participação na BIALE, Lúcia espera levar “novas memórias e novas inspirações ” para os seus próximos trabalhos. A Bienal Internacional do Alentejo está na sua segunda edição. Apesar da tenra idade, a artista participante sublinha que “está um espetáculo” e apresenta um “enorme portencial, especialmente porque o evento liga a Arte à Agricultura e isso é muito importante.”

Recorde-se que a BIALE surgiu após uma análise de uma necessidade cultural para o sul, mais propriamente, para o Alentejo, sendo esta a única região que não tinha um grande certame no âmbito das artes plásticas com nível internacional. O evento consolida-se este ano reforçando o objetivo inicial de colocar a Arte ao dispor das pessoas e levá-las a olhar para diferentes formas de Cultura.

A edição deste ano, subordinada ao mote “Ambiente e Ruralidade” , decorre em Estremoz até ao próximo dia 30.

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