Tomaram posse esta segunda-feira os sete novos vice-presidentes da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), ficando formalmente constituída a equipa que acompanhará o presidente Ricardo Pinheiro neste novo ciclo de governação da entidade.
Entre os responsáveis agora empossados encontra-se Aníbal Reis Costa, que volta a assumir funções num novo mandato, depois de já integrar a estrutura diretiva da CCDR Alentejo desde 2020.
Após a cerimónia de tomada de posse, Aníbal Reis Costa sublinhou aos jornalistas que este mandato ficará marcado por “um novo modelo de organização da CCDR e com mais competências”.
O vice-presidente destacou que este reforço implica um acumular de responsabilidades que “têm que ser integradas e harmonizadas”, classificando o processo como um desafio substancial para a instituição e para a região.
Além da reorganização interna, salientou também “a própria exigência do país”, referindo a necessidade de resposta eficaz aos municípios afetados por intempéries recentes, bem como o acompanhamento de projetos estruturantes a médio e longo prazo, nomeadamente nas áreas do desenvolvimento regional, ordenamento do território e ambiente.
Eleito pelos presidentes de câmara do Alentejo, Aníbal Reis Costa é natural de Ferreira do Alentejo e licenciado em Gestão e Administração Pública pelo ISCSP/UTLisboa, contando ainda com uma pós-graduação em Administração Pública e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Évora.
O responsável já desempenhou funções como presidente da CCDR Alentejo e do programa Alentejo 2030, em regime de substituição, entre 19 de janeiro e 10 de março de 2024, acumulando experiência relevante na gestão de fundos e na coordenação estratégica do território.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo assume um papel determinante na articulação entre o Governo e os municípios, na gestão de fundos comunitários e na definição de estratégias de desenvolvimento sustentável. Num território marcado por desafios demográficos, climáticos e económicos, a CCDR é fundamental para garantir coesão territorial, apoiar as autarquias e impulsionar investimento estruturante.
Neste novo ciclo, com competências reforçadas e maiores responsabilidades, a atuação da CCDR será decisiva para transformar desafios em oportunidades e assegurar um desenvolvimento equilibrado e sustentável para todo o Alentejo.

