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Depois da tempestade, no Alentejo Central ainda há uma estrada por reabrir: a EN254!

Mais de 90% dos cortes de estradas na rede rodoviária nacional provocados pelas tempestades que afetaram o país em fevereiro já foram resolvidos. A Informação foi esta segunda-feira avançada pelo Governo.

No total, explica o Governo, foram registados 346 cortes rodoviários, dos quais, em todo o País, 312 já foram resolvidos. As 34 situações que ainda estão pendentes são maioritariamente  nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém e Viseu.

Por regiões e no que diz respeito ao Alentejo, registaram-se no total 53 cortes rodoviários, nomeadamente: 13 no distrito de Beja, 16 no distrito de Évora, 8 no distrito de Portalegre e 16 no Alentejo litoral. Destes , três estão ainda por resolver: Uma no concelho de Santiago do Cacém -ER390, uma no concelho de Grândola_ EN261-2 e uma no Alentejo Central- a EN254.

No que diz respeito ao Alentejo Central, trata-se da Estrada Nacional 254, que liga Bencatel a Redondo, corte este com início ao KM 9 e que se prolonga até ao Km 15.

Recorde-se que a estrada foi encerrada a 12 de fevereiro na sequência da deteção de uma fissura na via.  A anomalia, explicou à data o Município de Vila Viçosa, levou à decisão da interdição da circulação por razões de segurança de pessoas e bens.

A responsabilidade da reparação da via pertence à  Infraestruturas de Portugal  e apesar da insistência por parte da Autarquia Calipolense para que a situação seja rapidamente resolvida, explicada pelo Presidente da Câmara Municipal na última sessão da Assembleia Municipal, transmitida em direto pela Rádio Campanário, a mesma ainda se encontra interdita .Como alternativa, desde essa data, a circulação para Évora está a ser efetuada através da estrada do Alandroal. 

De acordo com o Governo, “no conjunto das redes rodoviária e ferroviária nacionais foram registadas mais de 4 200 ocorrências. A recuperação mobilizou cerca de 2 mil operacionais, mais de 600 viaturas e vários equipamentos especializados, permitindo operações contínuas de desobstrução, reparação de infraestruturas e reposição das condições de segurança e circulação”. Também na ferrovia a maioria das situações já foi ultrapassada.

Para apoiar os trabalhos de recuperação, o Conselho de Ministros “autorizou uma verba extraordinária de 400 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal destinada à reparação das estradas e da ferrovia afetadas.”

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