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Foi no início de março de 2020 que se registaram os primeiros casos de COVID-19 em Portugal.

A 18 de março de 2020 registaram-se os primeiros dois casos no Alentejo. E a 22 de abril do mesmo o primeiro óbito na região.

Desde o início do ano de 2021 que os números da pandemia COVID-19 em Portugal têm vindo a subir substancialmente, tendo mesmo o país regressado a um confinamento geral na passada sexta-feira, dia 15 de janeiro, e que irá permanecer até dia 30 de janeiro, quando será feita uma nova avaliação das medidas.

A RC apresenta agora os números da pandemia dos últimos sete dias no Alentejo.

Relativamente a novos casos houve um aumento de 3.423. Quanto ao número de óbitos devido à COVID-19 contabilizam-se mais 85.

Veja aqui os números da região entre os dias 10 e 17 de janeiro, de acordo com o relatório da Direção-Geral da Saúde:

Dia

Casos Confirmados

Óbitos

10/01/2021

14.777

315

11/01/2021

15.296

324

12/01/2021

15.730

336

13/01/2021

16.205

347

14/01/2021

16.725

356

15/01/2021

17.302

371

16/01/2021

17.812

388

17/01/2021

18.200

400

O Presidente da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Évora (UDIPSS-Évora), Tiago Abalroado, referiu esta semana que o confinamento evidencia o “desgaste” dos utentes e profissionais destas instituições.

Em entrevista à Agência Ecclesia, Tiago Abalroado refere que “num primeiro momento” da pandemia em Portugal houve “alguma não articulação entre as várias instâncias. E também percebermos que existe por parte do ministério da saúde alguma preocupação em monitorizar tudo. Depois naquilo que é a ação do ministério da segurança social sabemos que houve de facto uma preocupação, não só em garantir a manutenção dos empregos, e depois também em garantir o funcionamento normal das respostas sociais e das instituições em geral”.

O Presidente da UDIPSS-Évora explica que se tem sentido alguma “dificuldades” no que diz respeito ao recrutamento de voluntários e profissionais para estas instituições e que “é uma dificuldade que se tem vindo a agudizar, como digo, por força do aumento dos casos, da necessidade dos profissionais ao serviço das instituições por uma razão ou por outra terem de se ausentar e depois também da prestação de cuidados aos utentes que testaram positivo, e a necessidade de segmentar as respostas e o funcionamento das respostas entre a atenção e a prestação de serviço aos utentes com covid e a prestação de serviço aos utentes sem covid”.

Tiago Abalroado afirma ainda que “as autarquias têm procurado ser um agente muito ativo como é sua tradição no campo da segurança e da proteção civil. No entanto, depois existe todo um conjunto de matérias mais específicas e concretamente ao nível da prestação efetiva dos serviços que as autarquias não conseguem também elas responder”.

Questionado sobre o cansaço dos profissionais de saúde afirma que têm havido “problemas a vários níveis”.

“Temos um primeiro problema que tem a ver com a organização das equipas, dos tempos de trabalho, do cumprimento da lei. Porque a contingência vem-nos exigir uma capacidade de gerir a rotação dos profissionais. E para gerir essa rotação temos de ter em atenção aquilo que a lei prescreve em matéria de organização do trabalho, dos tempos de trabalho…. O Governo procurou facilitar cortando com a imposição do limite sobre o trabalho suplementar diário. No entanto, isso não resolve porque depois se as pessoas trabalham muitas horas também ficam mais desgastadas. Depois todo o stress que vem a seguir por força da situação que se vive. Os utentes não podem ver familiares, estão isolados, estão confinados, por isso também eles evidenciam um maior desgaste e portanto, exigem mais atenção dos profissionais, mais cuidados dos profissionais. Portanto, há aqui todo um somar de situações que vem exigir mais dos profissionais, exigir mais das organizações e depois entra-se em situação de burnout, de algumas dificuldades em gerir, conflitos internos”.

O Presidente da UDIPSS-Évora afirma que se está numa situação limite nos lares, pois “ninguém é de ferro e começamos a verificar que existe um grande desgaste ao nível sobretudo anímico dos profissionais e também muito por força daquilo que é o desgaste do lado dos utentes que é muito difícil”.

Sobre a forma como poderá decorrer o processo das eleições presidenciais nos lares diz: “julgo que teremos de fazer uma avaliação casuística a este nível. Temos de pensar que, em primeiro lugar, devem ser as instituições a perceber quem são os idosos, os residentes, que querem exercer o direito de voto. A partir daí, perceber se há condições para que o possam exercer”.

Quanto ao novo confinamento revela “preocupam-me as exceções”. Relativamente à possibilidade de visitas a utentes de lares de idosos, afirma que “as visitas são algo que cada instituição poderá avaliar, logo aqui cabe a cada uma poder verificar em que medida faz sentido manter essas visitas. A grande generalidade das estruturas residenciais, neste momento, tem as visitas suspensas de umas semanas a esta parte”.

Por fim, sobre um possível reforço à necessidade de maior atenção à saúde mental dos residentes em lares, afirma que “sem dúvida” que deveria haver esse reforço.

 

(Fonte: Agência Ecclesia)

Segundo o último boletim epidemiológico da DGS, até hoje, dia 17 de janeiro, foram confirmadas 549.801 pessoas infetadas com COVID-19, mais 10.385 em relação ao dia 16.

Foram também registados um total de 8.861 óbitos, mais 152 em relação ao dia de ontem.

O número de pessoas recuperadas passa a 406.929, mais 4.387 nas últimas 24 horas.

Neste momento estão 4.889 pessoas internadas devido à COVID-19, das quais 647 nos Cuidados Intensivos. 161.121 estão em vigilância pelas Autoridades de Saúde.

De acordo com a Direção-Geral de Saúde, estão registados 134.011 casos de COVID-19 ativos em Portugal.

Segundo o último Boletim Epidemiológico da DGS, tornado público no dia de hoje, 17 de janeiro, foram confirmados 18.200 casos de COVID-19 no Alentejo, mais 388 em relação ao dia de ontem.

Neste momento estão registadas, de acordo com o Relatório, 400 mortes na região, ou seja, mais 12 que no dia de ontem.

 

Os quatro grandes mercados abastecedores portugueses, que operam em Braga, Évora, Faro e Lisboa, vão manter-se em funcionamento e com os horários habituais durante o atual estado de emergência, anunciou hoje a empresa pública responsável pela sua gestão.

A Sociedade Instaladora de Mercados Abastecedores (SIMAB), na qualidade de empresa do grupo Parpública, que faz a gestão dos quatro mercados abastecedores de Portugal, garante a manutenção da atividade até 30 de janeiro, apesar do confinamento que se iniciou na sexta-feira e tem uma duração de 15 dias.

“A SIMAB, empresa pública do grupo Parpública, e responsável pelos quatro grandes mercados abastecedores do país, em Lisboa, Faro, Braga e Évora, garante o funcionamento em pleno, nos horários habituais, dos seus mercados durante o período de vigência do atual estado de emergência devido à COVID-19”, assegurou a empresa num comunicado.

A empresa lançou, no entanto, um apelo aos consumidores para que não entrem numa “correria às lojas, mercados e supermercados”, porque “os serviços dos MARL, MARF, MARÉ e MARB [Mercados Abastecedores das Regiões de Lisboa, Faro, Évora e Braga, respetivamente] e as empresas aí sediadas estão a funcionar em pleno”.

Estas empresas vão “garantir o abastecimento de bens essenciais aos quase seis milhões de habitantes nas suas zonas de influência”, frisou.

“No interior dos quatro mercados públicos abastecedores estão mais de 1.300 empresas que vão desde pequenos produtores, pequenos e médios grossistas, médias e grandes empresas nacionais e multinacionais, nas áreas das frutas, legumes, pescado, Cash & Carry, flores, logística e transportes e produtos farmacêuticos, entre outras”, argumentou a SIMAB.

Muitos dos parceiros que operam nos mercados abastecedores portugueses fazem depois o abastecimento das “bases das grandes cadeias de supermercados, mercearias, lojas de conveniência, mercados e farmácias” e também “estão preparadas para manter em pleno a venda presencial, a venda online e a entrega nas plataformas, estabelecimentos e domicílios”, sustentou a empresa.

“Tem sido assim desde março de 2020, sem qualquer interrupção na cadeia de abastecimento, e também o será neste período”, garantiu a SIMAB, acrescentando que a “logística e os transportes funcionam sem interrupção”.

A mesma fonte assegurou também que os mercados abastecedores regionais têm os planos de contingência ativados por causa da pandemia de COVID-19 e foram implementados mecanismos de “reforço acrescido da sua segurança”, como a utilização de “dispensadores de produto desinfetante”, a “limpeza dos espaços interiores e exteriores” ou a “obrigatoriedade de uso de máscaras ou viseiras”.

Com a implementação dos planos de contingência foram também criadas “salas de isolamento” e disponibilizado “um número de telefone permanente para situações suspeitas”, referiu ainda a empresa gestora dos mercados.

Em Évora, o mercado abastecedor funciona de segunda-feira a sábado, mas das 05:00 às 12:00.

A medida Emprego Interior MAIS, que atribui um apoio de até 4.827 euros para os trabalhadores que decidam mudar-se para o Interior do país, recebeu até ao final de dezembro de 2020 um total de 207 candidaturas, que correspondem a 740 pessoas, incluindo, além dos candidatos, os elementos do agregado familiar.

Foram já aprovadas 77 candidaturas, o que significa que 222 pessoas já se mudaram para territórios do interior e beneficiaram deste apoio do Estado. Sendo que dessas 77 candidaturas aprovadas, 10 foram no Alentejo. O montante de apoios aprovado ascende a 230 mil euros.

Ao abrigo desta medida, que é operacionalizada pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), estão abrangidos os trabalhadores desempregados ou empregados à procura de novo emprego que se mudem para territórios do interior. Os beneficiários terão de ter um contrato a tempo completo (com duração mínima superior a um ano) e está também abrangida a criação do próprio emprego.

Recorda-se que as candidaturas continuam abertas no site do IEFP.

Quase metade dos candidatos com processos aprovados são jovens até aos 34 anos (45% do total) e quase dois terços (64%) têm habilitações de nível superior. A maioria das candidaturas aprovadas (50) são relativas a processos de trabalho por conta de outrem, sendo que 22 candidaturas são relativas à criação do próprio emprego e 5 candidaturas são de pessoas que criaram empresas.

A distribuição das candidaturas aprovadas quanto à região de destino dos trabalhadores e respetivos agregados familiares é a seguinte:

Norte – 15 candidaturas aprovadas.

Centro – 52 candidaturas aprovadas.

Alentejo – 10 candidaturas aprovadas.

Algarve – 1 candidatura aprovada.

O apoio financeiro direto a conceder a quem se mudar para o interior será de 2.633 euros, a que acresce uma majoração de 20% por cada elemento do agregado familiar (até ao limite de 1.316 euros). Será ainda comparticipado o custo de transportes de bens, até ao limite de 878 euros.

A medida Emprego Interior MAIS integra o programa Trabalhar no Interior, dinamizado por várias áreas governativas e coordenado pela área da Coesão Territorial. Esta medida tem financiamento assegurado por fundos europeus através dos Programas Operacionais Regionais Norte 2020, Centro 2020, Alentejo 2020 e CRESC Algarve 2020.

A Comissão Municipal de Proteção Civil de Moura reuniu este sábado, 16 de janeiro, para analisar a atual situação epidemiológica do concelho.

Em nota refere que, no decorrer da reunião, onde estiveram presentes as várias entidades que integram esta Comissão, incluindo os diretores dos agrupamentos de escolas de Moura e de Amareleja, foi realizado um ponto de situação relativamente ao impacto que a pandemia COVID-19 está a ter junto da comunidade escolar do concelho.

Recorde-se que na última semana o número de casos ativos de COVID-19 e o número de pessoas em vigilância ativa nos estabelecimentos de ensino de escola de Moura e de Amareleja subiram substancialmente.

No Agrupamento de Escolas de Moura há neste momento 08 casos ativos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, 07 turmas e 16 professores em vigilância ativa / isolamento.

Já no Agrupamento de Escolas de Amareleja verificam-se 09 casos ativos de COVID-19; 07 turmas e 18 professores em vigilância ativa / isolamento.

A situação que se verifica no seio da comunidade escolar, levou a que a Comissão Municipal de Proteção Civil aprovasse, por unanimidade, uma proposta de recomendação, para os próximos 15 dias, onde se prevê que:

Em Amareleja – Sejam encerrados todos os níveis de ensino na Escola sede, mantendo-se em funcionamento as Escolas Polo (1.º ciclo e pré-escolar) de Póvoa de São Miguel, Safara e Santo Aleixo da Restauração.

Em Moura – Encerrem todos os estabelecimentos de ensino do 2.º ciclo, 3.º ciclo e secundário, bem como a Escola Profissional de Moura. Mantendo-se em funcionamento os estabelecimentos do 1.º ciclo e pré-escolar.

A proposta de recomendação foi ontem, ao final da tarde, encaminhada para a Autoridade de Saúde Pública, entidade a quem compete implementar as recomendações constantes no documento.

A Câmara Municipal de Moura informa que irá continuar a acompanhar esta situação, envidando esforços no sentido de que estas propostas sejam acolhidas pelas entidades competentes e implementadas, o que representaria um importante contributo para a contenção da propagação da doença COVID-19 no concelho.

Este domingo os eleitores que se inscreveram no voto antecipado em mobilidade irão votar para eleger o próximo Presidente da República de Portugal.

Como a RC noticiou, no Alentejo inscreveram-se 10.545 cidadãos para exercer o seu direito de voto.

A nível regional é no concelho de Évora que está o maior número de pessoas inscritas: 2.391.

No dia de hoje muitas pessoas se estão a dirigir ao edifício da Câmara Municipal eborense, munidos de máscara e caneta, para votarem.

No exterior existem filas onde, segundo a TVI, aguardam cerca de 30 minutos até poderem exercer o seu direito.

Durante esta manhã já várias centenas de pessoas votaram neste local desde as 8 horas da manhã, horário em que abriram as urnas.

Em declarações à TVI, os eleitores refere que tomaram a decisão de ir às urnas este domingo por "indisponibilidade" e para evitar aglomerados no próximo dominog, dia 24 de janeiro.

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