06 Fev. 2023
 
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15:00-17:00

A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) divulgou este sábado, dia 7 de novembro, a situação epidemiológica COVID-19 no distrito de Portalegre.

Segundo os dados divulgados, o distrito de Portalegre regista 178 casos ativos de COVID-19, menos um em relação à última atualização feita pela ULSNA, no dia de ontem.

A ULSNA adianta ainda que estão 12 pessoas internadas, devido ao novo coronavírus (mais 3 em relação ao dia 6) e que foram efetuados 21.692 testes até ao momento.

Registam-se 256 casos recuperados no distrito, mais 10 em relação ao dia de ontem, e contabiliza-se um óbito provocado pela pandemia, registado no concelho de Portalegre.

Apresentamos os dados por concelho, segundo a informação disponibilizada pela ULSNA:

CONCELHOS

CASOS CONFIRMADOS

CASOS ATIVOS

ÓBITOS

Alter do Chão

11

4

0

Arronches

21

21

0

Avis

29

Sem informação

0

Campo Maior

39

21

0

Castelo de Vide

14

Sem informação

0

Crato

13

7

0

Elvas

86

24

0

Fronteira

6

Sem informação

0

Gavião

15

5

0

Marvão

19

Sem informação

0

Monforte

19

16

0

Nisa

4

Sem informação

0

Ponte de Sor

52

31

0

Portalegre

89

29

1

Sousel

18

10

0

 

Pode consultar os dados da ULSNA aqui

A Câmara Municipal de Elva anunciou que já arrancou as obras de ampliação do Complexo Social da Boa-Fé, para albergar um lar da terceira idade.

De acordo com a autarquia, esta empreitada significa um investimento superior a um milhão de euros, que conta com apoio do Alentejo 2020.

A obra traduz-se na ampliação do espaço existente, com a construção, no primeiro piso do edifício, de um lar para dar resposta às necessidades existentes nesta vertente de apoio social.

Esta intervenção vai permitir o acesso a serviços mais adequados às necessidades dos utentes, contribuindo para aumentar a inclusão social.

A Guarda Nacional Republicana, durante o mês de outubro de 2020, realizou a Operação “Censos Sénior”, com o objetivo de identificar a população idosa, que vive sozinha, isolada, ou sozinha e isolada, através da atualização dos registos das edições anteriores.

De acordo com os dados da GNR, foram sinalizados 9.161 idosos a viverem sozinhos no Alentejo - assinalou 3.403 idosos no distrito de Beja, 3.104 no distrito de Portalegre e 2.654 no distrito de Évora.

Segundo o comunicado da GNR, durante a operação, os militares privilegiaram o contacto pessoal com as pessoas idosas em situação vulnerável, no sentido de sensibilizarem e alertarem este público-alvo para a adoção de comportamentos de segurança que permitam reduzir o risco de se tornarem vítimas de crimes, nomeadamente em situações de violência, de burla, furto e ainda para prevenir comportamentos de risco associados ao consumo de álcool, bem como para a adoção de medidas preventivas de propagação da pandemia COVID-19.

A Câmara Municipal de Alvito anunciou que foi registado ontem, dia 6 de novembro, o primeiro caso de COVID-19 no concelho.

Numa breve nota publicada no site oficial da autarquia, a edilidade refere que a família do infetado “está em confinamento”.

Recorde-se que Alvito era o único concelho do Alentejo que ainda não tinha registado qualquer caso de infeção do novo coronavírus.

A Rota da Estrada Nacional 2 está nomeada para os Prémios Alentejo 2020, na categoria “Mais Iniciativa & Inovação”, organizados pela Revista Mais Alentejo.

O Município de Viana do Alentejo é um dos membros fundadores da Associação de Município da Rota da Estrada Nacional 2, criada em 2016, com o intuito de explorar as potencialidades de cada concelho, bem como promover, junto de quem a percorre, a identidade e o património português na sua diversidade de costumes, gastronomia e paisagens.

A EN2, com uma extensão de 739 kms, atravessa 11 distritos e 35 concelhos e tem paragem obrigatória ao km 551, na freguesia de Alcáçovas. Para além de ligar o norte ao sul, de Chaves a Faro, a EN2 constituí uma importante rota turística que atrai cada vez mais turistas que têm a oportunidade de conhecer de perto o interior do país com realidades, paisagens, património, saberes e sabores diversificados.

Para além da Rota da Estrada Nacional 2, a lista inclui ainda outros 89 nomeados, distribuídos por 18 categorias.

Pode votar as vezes que entender até dia 15 de Novembro em www.revistamaisalentejo.com, em todas as categorias, caso contrário o voto não é considerado válido.

A Câmara Municipal de Alter do Chão anunciou, esta sexta-feira, que reforçou o apoio às instituições de solidariedade social (IPSS´s) do concelho de Alter do Chão e à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alter do Chão, face à segunda vaga da pandemia COVID-19.

A autarquia reforçou a ajuda com um total de 9.000 máscaras de proteção individual e 17.000 pares de luvas, divididas pelas cinco entidades do concelho.

“Em plena segunda vaga da pandemia de Covid-19, fortalecemos o nosso apoio às instituições de solidariedade social do concelho de Alter do Chão que estão na linha da frente, bem como à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, de forma a ajudá-los a dar resposta a uma exigente segunda vaga da pandemia”, salienta o Município.

Segundo os dados divulgados pela edilidade no dia 6 de novembro, o concelho de Alter do Chão regista 10 casos confirmados de COVID-19, dos quais quatro estão ativos e seis encontram-se recuperados.

Os Municípios alentejanos de Barrancos, Alvito e Fronteira são os que menos recebem em receitas de IVA. De acordo com a notícia avançada pelo jornal Diário de Notícias, a Câmara de Barrancos vai receber 55,5 mil euros, Alvito 56,9 mil euros e Fronteira receberá 57,5 mil euros.

Segundo o DN, os 308 municípios portugueses vão receber no próximo ano uma verba de 59,5 milhões de euros (2,7 milhões a menos que o ano passado) correspondente a 7,5% do IVA gerado em cada concelho. Ao contrário do que acontece com Lisboa e Porto, a generalidade dos municípios - nomeadamente os que menos recebem - terão no próximo ano uma verba inferior à de 2020, facto que já á levou a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) a apontar uma "enorme estranheza", dado que a "receita total de IVA entre 2018 e 2019 aumentou 7,2% (ano de referência para o cálculo)". Outro ponto acentuado no documento de apreciação da ANMP ao OE 2021 prende-se com a gigantesca discrepância na verba de alguns municípios. É o caso de Grândola, que tem um aumento de 226%, passando de 161 mil euros para 526 mil. Em sentido oposto Torres Novas cai de uma verba de 1,5 milhões de euros no orçamento deste ano (um número que causou estranheza, por ombrear com grandes centros populacionais como Sintra ou Vila Nova de Gaia), para 155 mil euros em 2021.

O DN refere ainda que na sequência do acordo firmado entre a Associação Nacional de Municípios Portugueses e o Governo em julho de 2018, no âmbito do processo de descentralização, as autarquias passaram a receber 7,5% das receitas de IVA gerado no próprio concelho por algumas atividades económicas - água, gás, eletricidade, comunicações, alojamento e restauração. Mas a própria lei prevê que sejam contemplados "mecanismos corretivos" em nome dos princípios "da solidariedade e da coesão".

O jornal questionou o Ministério da Modernização do Estado e Administração Pública (que tem a tutela da Direção-Geral das Autarquias Locais) sobre este mecanismo, que não é especificado no diploma. Segundo o ministério a verba apurada é distribuída numa percentagem de "25 % igualmente por todos os municípios, promovendo a solidariedade entre eles; e 75% proporcionalmente, por referência ao IVA liquidado na respetiva circunscrição territorial".

Fazendo as contas às verbas distribuídas no continente, cada município recebe à cabeça cerca de 51 mil euros - a quase totalidade da verba em autarquias como Barrancos ou Alvito.

Questionado pelo DN sobre esta questão o Ministério das Finanças começou por afirmar que a verba respeitante ao IVA não estava ainda a ser paga às autarquias. Mas várias câmaras atestaram o contrário. É o caso do Porto, que recebeu em abril os valores referentes ao primeiro trimestre, estando desde então a receber o valor previsto para este ano (2,3 milhões) em duodécimos.

(Fonte: Diário de Notícias)

Curioso em saber mais sobre o vírus que provoca a doença COVID-19, um professor universitário está a fazer, por conta própria, um estudo serológico em Mora (Évora) e já descobriu infetados antes do surto "vivido" em agosto.

"É uma suspeita que tenho" por ter "testes positivos" para a presença de anticorpos IgG (Imunoglobulinas G) no sangue de pessoas que reportaram "ter tido sintomas em fevereiro/março", afirma à agência Lusa o docente da Universidade de Évora (UÉ) Carlos Sinogas.

Os testes serológicos realizados pelo investigador possibilitam avaliar a imunidade de quem possa ter estado em contacto com o vírus e consiste na recolha de uma amostra de sangue que comprova a presença das Imunoglobulinas IgG e IgM (um tipo de proteína que protege contra o vírus).

No rastreio, o docente detetou quatro pessoas, além de uma outra sobre a qual existem "ainda dúvidas", que têm "anticorpos IgG", ou seja, estiveram infetadas, mas não sabiam e, agora, lembram-se de ter tido "todos os sintomas característicos da COVID-19 em fevereiro/março, quando ainda não havia casos no Alentejo".

Um dos exemplos é o de um homem que "garante que, desde março, que não sai à rua, por medo do vírus, está positivo e recorda ter tido sintomas em fevereiro/março", disse o docente e também farmacêutico, aludindo ainda ao caso de uma mulher com "sintomas significativos" na mesma altura e que refere ter ido ao centro de saúde e ter tomado então "seis antibióticos".

O professor do Departamento de Biologia da UÉ, que é proprietário de uma farmácia em Mora, de onde é natural, ainda não tem resultados definitivos do estudo que resolveu fazer, na sequência do surto surgido em agosto, naquela vila, no âmbito do qual foram infetadas 62 pessoas.

O trabalho, iniciado em meados de setembro, já abrangeu "quase 300 pessoas", as quais fizeram o teste que consiste numa simples "picada no dedo" como se faz para a "medição da glicemia" e a aplicação de uma gota de sangue num "biosensor".

Este teste permite "saber se a pessoa tem ou não os anticorpos" contra o novo coronavírus SARS-CoV-2, explica Carlos Sinogas, prevendo continuar o estudo, mas não por muito mais tempo, porque "qualquer dia surge outro surto e confunde os resultados deste".

Para este trabalho, o professor universitário revela que não definiu regras de amostragem e que a amostra que tem são "pessoas que quiseram" fazer o teste e que apareceram na sua farmácia através do "passa palavra".

Carlos Sinogas diz que vai "continuar devagarinho" o estudo serológico na vila de Mora, também tendo em conta as suas "capacidades económicas para pagar os testes", uma vez que "cada um custa cerca de 10 euros".

Com o estudo, o promotor quer saber, de entre a população daquela vila alentejana, quem "tem ou não anticorpos contra o coronavírus" e está, por isso, "imunizada", assim como comparar os seus resultados com os dados que já existem.

"Quis saber se aquilo que acontece a nível nacional e internacional se repercutiu da mesma maneira em Mora ou não e a frequência das pessoas que se infetaram e não foram detetadas, apesar de havido uma testagem muito extensa" na vila, conta, ao justificar a sua motivação.

Além dos quatro casos em Mora que suspeita terem tido a infeção no início da pandemia em Portugal, em fevereiro ou março, o investigador diz ter detetado outras pessoas da vila com anticorpos IgG e que "fazem parte do grupo" de habitantes que não "tiveram sintomas e não foram testados".

"Pelo menos 50%" das pessoas que fizeram agora o teste serológico com resultado positivo "poderão ter sido infetadas" durante o surto de agosto, mas, na altura, "não foram testadas", porque "não tiveram sintomas e não estabeleceram contactos de risco", frisa.

O trabalho também já permitiu identificar dois casais em que apenas um dos elemento foi infetado pelo novo coronavírus.

O investigador pensa, fruto do estudo, que 4% da população da vila tenha anticorpos contra o SARS-CoV-2, uma percentagem que fica "muito longe daquilo que é a imunidade de grupo para permitir evitar a transmissão" do coronavírus.

Quando concluir o trabalho, Carlos Sinogas diz que pretende publicar os resultados em revistas científicas para "dar os contributos possíveis para se compreender melhor tanto a infeção como o vírus".

(Fonte: Agência Lusa)

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