Segundo o último Boletim Epidemiológico da DGS, tornado público no dia de hoje, 4 de setembro, foram confirmados 959 casos de COVID-19 no Alentejo, mais sete em relação ao dia de ontem.
Estão registas 22 mortes na região, provocadas pelo novo coronavírus.
Relativamente aos casos por concelho, a DGS refere que "a caracterização demográfica dos casos confirmados terá uma atualização semanal publicada à segunda-feira, na pendência de desenvolvimentos nos sistemas de informação".

Segundo o último boletim epidemiológico da DGS, até esta sexta-feira, dia 4 de setembro, foram confirmados 59.457 de pessoas infetadas com COVID-19, mais 406 em relação ao dia 3.
Foram também registados um total de 1.833 óbitos, mais quatro em relação ao dia de ontem. O número de pessoas recuperadas passa a 42.576, mais 149 nas últimas 24 horas.
Neste momento estão 339 pessoas internadas devido à COVID-19, das quais 40 nos Cuidados Intensivos. 34.266 estão em vigilância pelas Autoridades de Saúde.
De acordo com a Direção-Geral de Saúde, estão registados 15.048 casos de COVID-19 ativos em Portugal.

Portugal continental manteve-se no final de agosto em situação de seca moderada, sendo pontualmente severa no Baixo Alentejo e Algarve, em relação ao mês de julho, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o índice meteorológico de seca (PDSI) disponível no ‘site’ do IPMA, no final de agosto, 58,9% de Portugal continental estava em seca fraca (uma diminuição relativamente ao mês de julho (71,4%), 22,6% em seca normal, 18% em seca moderada e 0,5% em seca severa (0,3% em julho).
Segundo o índice, no final de agosto verificou-se ainda nas regiões do Norte e Centro uma diminuição da área em seca fraca.
Em julho tinha-se registado um aumento da área em seca meteorológica no território do continente e, nas regiões do Baixo Alentejo e Algarve, um aumento da classe de seca moderada, pontualmente severa.
No final do mês de julho, 71,4% de Portugal continental estava em seca fraca, 19,9% em seca moderada, 8,4% normal e 0,3% em seca severa.
O IPMA avança ainda que o período de janeiro a agosto de 2020 foi o mais quente dos últimos 90 anos (desde 1931), como já tinha ocorrido nos primeiros sete meses deste ano.
Além do índice de seca, o Boletim Climatológico do IPMA indica que o mês de agosto foi quente em relação à temperatura do ar e normal em relação à precipitação.
De acordo com o instituto, durante o mês verificou-se uma grande variabilidade dos valores da temperatura do ar (mínima, média e máxima).
O IPMA indica que no período de 04 a 10 de agosto ocorreu uma onda de calor em alguns locais do interior Norte e Centro (Montalegre, Vila Real, Guarda, Penhas Douradas) e temperaturas abaixo do normal em dois períodos (dias 12 a 17 e 28 a 31).
Nestes períodos foram ultrapassados os menores valores da temperatura mínima do ar para o mês de agosto em cerca de 10% das estações meteorológicas do continente.
No que diz respeito à precipitação em agosto, foi registado um valor muito próximo do normal (13,9 milímetros).
Durante o mês de agosto, ocorreu precipitação essencialmente entre os dias 17 e 20 de agosto nas regiões a norte do Tejo, sendo de destacar o dia 20, com valores diários de precipitação muito altos para a época, tendo sido ultrapassados os maiores valores de precipitação diária em alguns locais da região nordeste do território.
O IPMA destaca ainda que no final do mês de agosto, em relação ao mês anterior, se verificou uma diminuição dos valores de percentagem de água no solo em todo o território, sendo de salientar as regiões do Interior Norte, Vale do Tejo, Baixo Alentejo e Algarve.
(Fonte: Agência Lusa)
O Centro UNESCO de Beja recebe, nos dias 11 e 12 de setembro, a iniciativa "Terra, Fogo, Água e Ar - A Arte de moldar o barro", onde os Bonecos de Estremoz vão estar em destaque.
No dia 11, pelas 18h00, irá acontecer uma conferência, pelo Dr. Hugo Guerreiro, sobre os "Bonecos de Estremoz - Património Cultural Imaterial da Humanidade" e, pelas 19h00, na Sala de Exposições Temporárias do Centro Unesco de Beja, a inauguração de uma exposição, onde vão estar expostas 20 peças de várias temáticas pertencentes ao acervo do Museu Municipal de Estremoz, da autoria dos Barristas Afonso Ginja, Duarte Catela, Irmãs Flores, Isabel Pires, Jorge da Conceição, José Carlos Rodrigues, Madalena Martins e Ricardo Fonseca.
A mostra, organizada pela Associação Badajan - Associação de Desenvolvimento de Beringel, com o apoio do Município de Estremoz, vai estar patente até 23 de outubro de 2020.
A Liga Portuguesa Contra a Sida (LPCS) vai ser distinguida esta sexta-feira, dia 4 de setembro, com o Prémio Nacional de Psicologia, entregue pela da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP).
Em comunicado, a presidente da LPCS, Maria Eugénia Saraiva, esta distinção “é um incentivo para continuar a prática de ações e gestos solidários para a LPCS, mas importantes para outros, a quem pudemos e podemos continuar a ser úteis. Ficamos muito felizes pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo destes 30 anos pela OPP.”
A presidente da LPCS recorda o percurso da instituição, “Com profissionais de psicologia a pensar neste projeto desde o início e envolvidos em todas as ações, fomos uma das primeiras ONG a ser criada para dar resposta a um problema de saúde pública, a SIDA. Entre as várias respostas, que surgiram em 1990, o primeiro e grande projeto da LPCS a ser criado foi a Linha SOS SIDA, com o objetivo de apoiar o maior número de pessoas possível, mantendo-se até hoje, mas de uma forma mais alargada e acessível, com um reforço extraordinário de horário durante a pandemia covid-19. Igualmente a criação de centros de atendimento e apoio integrado, em Lisboa, Loures e Odivelas e unidades de rastreios, privilegiaram desde sempre, a inclusão de psicólogos, fundamentais na ligação com as comunidades”
“Orgulho-me ainda de dizer que passaram na LPCS várias gerações de psicólogos, é deles também este prémio, e que, a todos eles foi sempre passado o testemunho do reconhecimento das ciências psicológicas na literacia da saúde, na promoção e educação para a saúde e na prevenção da doença e na valorização das práticas de supervisão, assim como, na importância da investigação/ação, desenvolvida pelos mesmos.” salienta Maria Eugénia Saraiva.
A Guarda Nacional Republicana, entre os dias 20 e 31 de agosto, no âmbito da Operação Verão Seguro, intensificou o patrulhamento e a fiscalização da atividade de campismo e caravanismo, com especial incidência na orla costeira dos distritos de Setúbal, Beja e Faro, no sentido de garantir a segurança e tranquilidade pública e a proteção da natureza e do ambiente, contribuindo também para o cumprimento das medidas de caráter excecional necessárias à contenção da COVID-19.
Durante a operação, que contou com o empenhamento de cerca de 200 militares de várias Unidades, foram realizadas 71 ações de sensibilização e fiscalização, tendo sido fiscalizados 714 veículos e detetadas 612 infrações, destacando-se:
· 500 por prática de campismo e caravanismo em situação irregular;
· 33 relacionadas com o Código da Estrada;
· 14 relacionadas com a natureza e ambiente.
A GNR, no âmbito das suas competências, tem a especial incumbência de, em todo o território nacional, fiscalizar as infrações de todas as normas aplicáveis ao parqueamento e pernoita de autocaravanas, tendo direcionado a fiscalização para o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
A prática de campismo ou caravanismo fora dos locais para tal destinados, bem como qualquer forma de pernoita, constitui contraordenação ambiental, nos termos das disposições conjugadas da Lei n.º 50/2006, de 29 de agosto, com o Decreto-Lei n.º 142/2008, de 24 de julho, ambos na sua redação atual, punível com coima mínima de 200 euros e máxima de 36.000 euros.
O estacionamento de veículos, quer ligeiros, quer autocaravanas, desrespeitando sinais de trânsito de estacionamento proibido e paragem e estacionamento proibidos, constitui contraordenação rodoviária, nos termos das disposições conjugadas do Código da Estrada com o Regulamento de Sinalização do Trânsito, punível com coima mínima de 60 euros e máxima de 300 euros.
No passado dia 2 de setembro, João Muacho, Presidente do Município de Campo Maior, e Florival Cirilo, Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Graça dos Degolados, assinaram setembro uma adenda ao Protocolo do Desenvolvimento Local de Base Comunitária de Degolados, que contempla a construção de uma "Zona de Lazer e Atividades Desportivas", naquela freguesia, onde ficou acordado o apoio, por parte do Município, de aproximadamente 123 mil euros.
Esta adenda resulta de uma revisão ao protocolo anteriormente assinado e decorre dos valores aprovados em candidatura.
Esta é uma intervenção que implica um investimento de 201.407,50 € com um custo total elegível de 156.336,37 €, financiado a 50% (78.168,19. €) pelo Programa de Desenvolvimento Rural 2014/2020, através do FEADER, com os restantes valores a serem assegurados pelo Município de Campo Maior.
O Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura divulgou esta manhã que após a realização de novos testes à COVID-19, verificou-se mais um caso recuperado em Póvoa de São Miguel.
De acordo com a autarquia, o concelho de Moura regista 131 casos recuperados e 8 casos ativos, dos quais 4 em Moura, 1 em Póvoa de São Miguel e 3 em Safara.
O Serviço Municipal de Proteção Civil recomenda a toda a população que cumpra de forma rigorosa as orientações emanadas pela Direção Geral da Saúde, nomeadamente a higienização frequente das mãos, utilização de máscara e o cumprimento do distanciamento social.

04 Set. 2020 Regional

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