Bastará olhar para ele e percebemos que não é um agasalho qualquer. Trata-se de indumentária de nobre recorte (o próprio rei D. Carlos a usava quando se deslocava à planície alentejana para caçar, nas imediações do Paço Ducal de Vila Viçosa), que transparece um certo status e que, por isso mesmo, era desejada por quem queria exibir publicamente alguma fortuna, ou pelo menos fingir que a tinha.

Ainda assim, é possível que uma peça tão ilustre tenha tido inspiração na outra ponta do eixo, a classe pobre, nomeadamente nos pastores do Alto Alentejo  que pretendiam um casaco em burel que os cobrisse da frialdade e que, ao mesmo tempo, lhes desse liberdade de movimentos. Daí surgiu a ideia de se coser um traje longo mas sem mangas – ao invés, há uma espécie de pequena capa (ou sobrecapa, neste caso, porque se sobrepõe a outra, interior) que cai dos ombros até peito e braços. Essa característica é um dos registos mais expressivos do Capote Alentejano, e podemos observá-lo quer nos exemplares mais recentes, de fina costura, quer em postais ilustrativos de casacos pastoris do final do século XIX.

Terá havido altura em que ambos os trajes podiam ser vistos com frequência: o Capote Alentejano como hoje o conhecemos, em lã, usado pelos agricultores mais abastados; e um capote de recorte improvisado e mais descuidado, em burel, usado pelos pastores (também chamado de mata-frio). Um e outro teriam o propósito de proteger o homem dos ventos de inverno que correm as planícies e lezírias do sul, mas o Capote de recorte mais nobre tinha uma segunda função: afirmação social.

Outra particularidade do Capote Alentejano é a gola, que pode ser de pele de raposa ou de pele de borrego ou mesmo de ovelha (há modelos que substituem a pele por fazenda), e que dá para usar levantada ou baixa, conforme queiramos receber mais ou menos frio.

vora, e a sua região, têm uma rica história que remonta a mais de cinco milénios, como provam vários monumentos e vestígios arqueológicos.Foi, no entanto, no século XVI que Évora teve o seu apogeu, transformando-se num dos mais importantes centros culturais e artísticos do reino. A partir de D. João II e durante os reinados de D. Manuel e D. João III, Évora foi privilegiada pelos reis portugueses, que passavam longas temporadas na cidade. Em 1501 D. Manuel concedeu-lhe um Foral e aqui construiu paços reais.Também a tradição da produção de vinho em Évora e na sua região, remonta a tempos imemoriais. A Fundação Eugénio de Almeida – tinto.No rótulo o vinho Foral de Évora tinto e branco (que surgiu dois anos depois) era representada uma imagem do brasão real de D. Manuel, que outorgou o histórico Foral de Évora. Em 2019, a Fundação Eugénio de Almeida decidiu atualizar o rótulo sem, no entanto, perder o conceito original, juntando o sabor da história à arte única de fazer vinho. Os novos rótulos - para os vinhos branco e tinto - mostram um design mais contemporâneo, suprimindo elementos redundantes do rótulo anterior, como a repetição do brasão da cidade e uma paleta cromática mais harmonizada, onde se introduziu o texto do foral manuelino.

Comemora-se a 16 de novembro os 100 anos de História da aviação em Ponte de Sor.

Centro do cluster aeronáutico no nosso país, Ponte de Sor tem crescido fortemente nesta área nos últimos anos, com um conjunto de investimentos e iniciativas que colocam Portugal na rota internacional do sector. 2019 assinala um marco histórico para a região, que culmina num Encontro onde historiadores, investigadores, oficiais da Força Aérea (entre as quais uma Capitão) e players do sector vão debater a história e o futuro da aviação na região e no país.

senhorial do século XVI situada em Cuba, distrito de Beja, acaba de nascer a mais nova atração turístico do Baixo Alentejo. Erguida pela família Sebolinhos de Barahona, influente na região e responsável por criar um dos maiores campos de cultivo de trigo de Portugal, criando o Morgado da Esperança a partir de 1750, por ali passaram membros da Família Real Portuguesa como a Rainha D. Maria II, o Rei D. Pedro V e o Rei D. Luís, bem como elementos da realeza de outras terras.

Hoje é na Casa-Museu Quinta da Esperança, adquirida em 2015 por um casal de portugueses e totalmente recuperada, que é possível ter uma imagem de como as salas e jardins seriam na sua época áurea, os finais do século XIX. São 26 salas expositivas e aqui os visitantes podem conhecer a história desta casa e das visitas régias, a história dos Condes da Esperança e ver algumas fotos do fotógrafo alemão Fritz Henle (o mesmo de Frida Kahlo). Na visita não passam também despercebidos os painéis de azulejos, as salas com pintura mural a fresco, a capela interna com talha joanina e pinturas a óleo, a nora funcional para tirar água do subsolo, aquedutos, entre outras curiosidades históricas.

A Casa-Museu Quinta da Esperança dispõe ainda de uma adega, sala de exposições com 45 m2 para exposições, um palco coberto para espetáculos um pátio interior com áreas abertas e cobertas para a realização de vários eventos.

Durante uma semana o Festival Internacional de Balões de Ar Quente passa por quatro concelhos do alto Alentejo e as inscrições para participar fazem-se através da Internet.

Os céus do Alto Alentejo enchem-se esta semana de balões de ar quente. São 30 pilotos e dezenas de passageiros que aproveitam uma experiência única. Esta terça-feira o voo partiu de Monforte.

O Festival Internacional de Balões de Ar Quente, o maior e mais antigo do género em Portugal, conta com raízes no distrito de Portalegre, tendo servido de base para a abertura, em 2012, da primeira escola do país para pilotos de balões de ar quente, em Fronteira

 

Hortênsia Menino, autarca Montemor-o-Novo, foi agraciada com a Medalha de Honra ao Mérito – Grau Ouro, no dia 11 de novembro, no Forte do Bom Sucesso, em Belém. Uma condecoração atribuída pelo apoio dado pela Câmara Municipal ao Núcleo da Liga dos Combatentes de Montemor-o-Novo.

Assinalava-se o 101º aniversário da assinatura do Armistício da Grande Guerra, o 98º aniversário da fundação da Liga dos Combatentes e o 45º aniversário do fim da Guerra Colonial.

A Medalha de Mérito da Liga dos Combatentes destina-se a galardoar pessoas singulares, nacionais ou estrangeiras, bem como sócios ou funcionários da Liga pelos serviços distintos e de elevado mérito prestados ao serviço da Liga dos Combatentes ou ao seu serviço.

A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo aprovou recentemente o orçamento para o ano de 2020.

Nesse sentido, a Rádio Campanário, procurou saber junto da autarca, Hortênsia Menino, quais os principais investimentos previstos para o concelho.

A presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo começa por referir aos nossos microfones que “o orçamento está aprovado”, acrescentando, no entanto, que “está muito condicionado por um conjunto de condicionantes que assumimos este ano”.

 A edil refere que “temos um conjunto de investimentos importantes a fazer na cidade e no concelho”, dando conta também “do esforço muito grande para que esses investimentos ocorram um pouco por todo o concelho”.

Hortênsia Menino refere ainda que a maior parte desses investimentos prendem-se com “pavimentações na rede viária”, o que num concelho com as dimensões de Montemor-o-Novo “assume extrema importância”.

“Uma grande fatia do orçamento municipal será para essa componente”
Hortênsia Menino 

A autarca refere que este investimento tem vindo a ser feito “ao longo do mandato”, lembrando as “intervenções em Cortiçadas de Lavre, em Foros de Vale Figueira e Ciborro”.

As próximas intervenções ao nível das pavimentações irão ocorrer em “Silveiras e na estrada entre Lavre e Ciborro”, refere a presidente.

Questionada pela RC sobre os objetivos para o que resta do mandato, Hortênsia Menino, aponta a “cumprir um conjunto de obrigações a que nos propusemos”, especificamente “soluções ao nível do transporte público urbano”.

A Câmara Municipal do Crato informa que foi detetada a presença de vespa velutina no Concelho.

A autarquia não revela a localização, ou localizações, dos ninhos de vespa asiática detetados no concelho do Norte Alentejano.

A vespa velutina também chamada de vespa asiática, é uma vespa de grandes dimensões. A cabeça é preta com face laranja/amarelada. Os ninhos têm uma forma redonda ou em pêra com cerca de 1m de altura e 80 cm de diâmetro, em árvores com mais de 5m de altura. A entrada e saída dos ninhos é feita por um orifício lateral.

O Município apela a todos para que não deve, em qualquer circunstância, destruir o ninho, pois existe o risco de disseminar as vespas que constroem novos ninhos. Em caso de avistamento de algum ninho, deve comunicar de imediato:
Câmara Municipal do Crato: 245990110
Gabinete Técnico Florestal: 937969534 / Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
S. M. Proteção Civil: 933627060 / joãEste endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

O despiste de um camião, durante a tarde desta terça feira (12 de novembro) provocou um ferido em Sines.

O acidente teve lugar pela 13H33, no IP8, junto da refinaria da Galp, em Sines.

O ferido, condutor do veículo pesado, com 27 anos de idade, foi considerado ligeiro, tendo sido transportado pelos bombeiros de Sines para o Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.

Ao que foi possível apurar o veículo teria saído do terminal XXI do porto de Sines e despistou-se junto da rotunda do IP8.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros de Sines e Guarda Nacional Republicana.

 


 

O Grupo Vocal CAEP Voices atua no próximo sábado 16 de novembro, na Casa de La Cultura de Valencia de Alcântara, no âmbito do Festiival Transfronteiriço (IM)Previstos Culturais, num concerto marcado para as 19H00 portuguesas.

O conceitudado grupo vocal, com origem em Portalegre, volta às suas origens e canta o Evangelho!.

Neste espetáculo especial, o CAEP Voices irá cantar Gospel americano, canções espirituais, canções de devoção, para tocar a alma.

Uma noite especia, com muitos sucessos e canções surpreendentes.

O Festival Transfronteiriço (IM)Previstos Culturais é cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do programa INTERREG VA España-Portugal (POCTEP) 2014-2020, em concreto pela candidatura 0363_1234REDES_CON_6_E, enquadrado no Eixo 3 – crescimento sustentável pela cooperação transfronteiriça, reforçando a componente da cooperação com Espanha e a consolidação de redes e parcerias existentes.

Os (IM)Previstos Culturais estendem-se até 23 de novembro, sempre com entradas gratuitas nos diferentes espaços onde decorrem os espetáculos.

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