As brigadas distritais de intervenção rápida de apoio a lares com surtos de COVID-19 estão prontas para começar na quinta-feira, garantiu o Instituto da Segurança Social, segundo o qual o apoio médico e de psicólogos faz-se consoante as necessidades.

De acordo com o Instituto de Segurança Social (ISS), as brigadas estão “constituídas em todos os distritos e começam já o seu trabalho a 01 de outubro”.

“Encontram-se nesta data integrados 216 ajudantes de ação direta, 27 auxiliares de serviços gerais, 56 enfermeiros, 20 médicos e 20 psicólogos”, adianta o ISS, o que totaliza 339 profissionais, apesar de a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, ter falado em cerca de 400 pessoas divididas pelas 18 brigadas (uma para cada distrito).

Nessa matéria, o ISS salienta que está ainda a ser feito o reforço das equipas de modo a “atingir o número de elementos previsto”, acrescentando que “o modelo adotado é o de prestação de apoio clínico disponibilizado por um parceiro de trabalho temporário”.

Especificamente em relação aos médicos e aos psicólogos, a intervenção será “on call”, ou seja, estão disponíveis não permanentemente, mas sempre que forem necessários.

O ISS explica também que estas brigadas são equipas multidisciplinares em que os recursos humanos serão “mobilizáveis em função das necessidades, pelo que a sua intervenção tem uma geometria variável, caso a caso”.

“Quando não há surtos, os recursos humanos estarão tendencialmente alocados a estruturas que necessitam de acompanhamento, ou em equipamentos onde recebem formação. Estas estruturas são indicadas pelo Centros Distritais de Segurança Social”, explica ainda a Segurança Social.

Estas brigadas distritais foram anunciadas a 04 de setembro pela ministra Ana Mendes Godinho, por ocasião da assinatura de um protocolo com a Cruz Vermelha Portuguesa, onde a governante explicou que o objetivo seria garantir uma resposta “pronta a intervir” no caso de as instituições ficarem sem pessoal devido a surtos graves de COVID-19.

O Serviço de Ação Social da Câmara Municipal de Borba lançou um novo projeto na área do envelhecimento e do apoio à população idosa.

O Projeto “Tempo de cuidar”, trata-se de um projeto de intervenção promotor do envelhecimento ativo e de combate ao isolamento social da pessoa idosa.

Segundo o município, este projeto contempla duas ações prioritárias:

  • “Conversas à Janela” que prevê a intervenção e monitorização de idosos isolados no Concelho de Borba, tendo por objetivo identificar as necessidades, solucionando-as e/ou encaminhando tendo em conta as problemáticas identificadas. É também objetivo desta ação aproximar diferentes gerações, proporcionando momentos de interação, partilha e transmissão de valores. No âmbito desta ação o Município de Borba irá efetuar visitas regulares aos idosos referenciados nos Censos Sénior da GNR.
  • “Envelhecer com saúde” tem por base a promoção do envelhecimento ativo, com a dinamização de atividades para os idosos (institucionalizados ou não), através da realização de jogos tradicionais, concursos, organização de visitas, atividades inter-geracionais, atividades desportivas, entre outras atividades que promovam o envelhecimento ativo da população idosa do Concelho.

A Câmara Municipal de Mértola informa que o concelho registou hoje um novo caso de infeção por Covid-19. O caso foi detetado no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Mértola e as autoridades de saúde já realizaram todas as diligências adequadas à situação.

Todos os utentes e funcionários serão testados amanhã a partir das 09 horas e os resultados serão conhecidos até ao final da tarde de amanhã.

A autarquia mantém a articulação com as autoridades de saúde pública, a Segurança Social e a Santa Casa da Misericórdia de Mértola, para que em função dos resultados seja definida a estratégia mais adequada.

A Câmara Municipal, “assegura aos mertolenses que está preparada para dar resposta a qualquer cenário que possa surgir e apela mais uma vez à compreensão e segurança de todos, e sobretudo ao reforço nos cuidados e precauções que devem ter perante a pandemia”.

Até ao momento o concelho de Mértola regista 12 casos positivos acumulados, 06 ativos e 06 recuperados. 

Graça Freitas, falava na manhã de hoje na Comissão Parlamentar de Saúde, numa audição em conjunto com a Comissão de Trabalho e Segurança Social.

Questionada sobre os lares ilegais, Graça Freitas disse que apenas “os colegas no terreno conseguem identificar essas situações”, mas sublinhou que a atuação das autoridades de saúde para com os lares é igual, sejam eles legais ou ilegais.

Sublinhou que a Direção-Geral da Saúde (DGS) integra as equipas de visita aos lares da Segurança Social e da Proteção Civil para ver se “está tudo conforme” e disse que muitas instituições são visitadas "mais do que uma vez" para perceber “se foram corrigidas as inconformidades detetadas”.

Sobre o caso do lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, onde morreram 18 pessoas (16 utentes, uma funcionária do lar e um habitante da comunidade), Graça Freitas afirmou que “não houve inação das autoridades” e que “houve várias visitas” para verificar se o lar ia corrigindo as situações detetadas e aplicando as recomendações das autoridades.

“Em Reguengos foram encontrados muitos constrangimentos, mas houve sempre esforços para resolver. Não enjeito responsabilidades, mas também não atiro responsabilidades para ninguém”, disse.

Questionada sobre se era verdade que o delegado de saúde local não tinha visitado pessoalmente o lar na altura do surto, em junho, Graça Freitas respondeu que a autoridade de saúde “pode delegar em pessoas da sua equipa” o acompanhamento de surtos ou visitas.

“Não houve uma intervenção milagrosa, mas não houve inação de todos os intervenientes, foram colmatando as dificuldades que foram encontrando, inclusive houve pessoas da própria instituição (cujo número era muito reduzido) que adoeceram e estiveram em quarentena e teve de se ir à bolsa de recrutamento”, disse Graça Freitas, lembrando que foram contactadas neste caso mais de 600 pessoas para encontrar 35 e, destas, muitas tinham mais de 60 anos.

A responsável foi ouvida no âmbito de um requerimento do CDS-PP sobre os vários surtos que, desde o início da pandemia, se vêm registando em lares, cujo caso mais grave ocorreu na estrutura de Reguengos de Monsaraz, disse que os dados disponíveis.

Ainda sobre Reguengos, Graça Freitas destacou por diversas vezes que o lar onde se verificou o surto em junho teve uma política de testes muito variada e intensa: “A política de testagem permitiu ir à segunda volta e [verificou-se que] os que tinham dado negativo estavam afinal positivos, mas na altura do primeiro teste ainda não se tinham manifestado”.

“Quando foi detetado o primeiro caso suspeito [com sintomas], andando para trás (...), verificou-se que havia pessoas que já poderiam estar doentes antes desse primeiro caso conhecido. Este é um período terrível em termos de propagação da doença”, explicou.

A responsável disse ainda aos deputados que, depois de se saber do primeiro caso (a 17 de junho), foram logo testadas 150 pessoas (funcionários, utentes e contactos) e, nos dias 18 e 19, dos 84 residentes testados 57% deram logo positivo na primeira volta dos testes.

“Na segunda volta, a 22 e 23 junho, passou para 88% de positivos entre residentes e, a 01 de junho, para os 95% no total”, acrescentou, insistindo que no caso de Reguengos de Monsaraz “houve uma politica intensiva de testagem, com várias rondas (…), para ter a certeza se as pessoas negativas na primeira testagem estavam ou não positivas”.

Segundo o último Boletim Epidemiológico da DGS, tornado público no dia de hoje, 30 de setembro, foram confirmados 1.502 casos de COVID-19 no Alentejo, mais três em relação ao dia de ontem.

Neste momento estão registadas, de acordo com o Relatório, 23 mortes na região.

Relativamente aos casos por concelho, a DGS refere que "a caracterização demográfica dos casos confirmados terá uma atualização semanal publicada à segunda-feira, na pendência de desenvolvimentos nos sistemas de informação".

Segundo o último boletim epidemiológico da DGS, até esta quarta-feira, dia 30 de setembro, foram confirmadas 75.542 pessoas infetadas com COVID-19, mais 825 em relação ao dia de ontem.

Foram também registados um total de 1.971 óbitos, mais oito em relação ao dia de ontem. O número de pessoas recuperadas passa a 48.530 mais 337 nas últimas 24 horas.

Neste momento estão 666 pessoas internadas devido à COVID-19, das quais 105 nos Cuidados Intensivos. 44.758 pessoas estão em vigilância pelas Autoridades de Saúde.

De acordo com a Direção-Geral de Saúde, estão registados 25.041 casos de COVID-19 ativos em Portugal.

Esta madrugada, cerca das 04h40 os Bombeiros Voluntários de Mourão acorreram à Rua Manuel Joaquim Lopes, em Mourão, para controlar um incêndio que deflagrou em cinco ecopontos.

Segundo o município de Mourão, este é “um ato de vandalismo que se repete no mesmo sítio pela terceira vez, dominado pela rápida intervenção dos bombeiros”.

A autarquia explica que “o alerta foi dado por um habitante, e já foi apresentada queixa no Posto do Destacamento Territorial da GNR de Mourão, estando o caso a ser investigado pelas autoridades”.

Para o local foram mobilizados cinco bombeiros e uma viatura.

A ACOS, Associação de Agricultores do Sul, adquiriu recentemente equipamentos para o Laboratório de Química e aumentou a oferta de análises de azeite ao encontro das necessidades dos produtores.

Segundo a ACOS “com mais estes equipamentos, passou a ser possível fazer no Laboratório da ACOS uma grande parte das determinações analíticas necessárias à classificação do azeite como virgem extra, virgem ou lampante, categorias definidas em regulamentos comunitários. Estas análises permitem avaliar a qualidade e a pureza do azeite, ou seja, se o azeite produzido tem qualidade adequada à sua comercialização e se não tem misturas com outros óleos vegetais. É também já possível a determinação do teor de componentes antioxidantes naturais relevantes para a saúde, ou seja, de polifenóis totais e de hidroxitirosol, tirosol e oleuropeina em azeitona e azeite”.

Atualmente o laboratório de Química da ACOS tem disponíveis análises de rendimento e qualidade em azeitona, análises de bagaço de azeitona, de qualidade e de pureza do azeite e ainda análises ao óleo de bagaço de azeitona.

Segundo nota da ACOS “este tipo de análises permite verificar possíveis problemas na qualidade da azeitona em resultado de falhas durante o processo de produção, transformação e armazenamento, que poderão conduzir a uma desvalorização do azeite produzido, e também problemas de pureza que podem resultar de contaminações acidentais ou de fraudes. As análises disponíveis permitem também a certificação do azeite que se destina à exportação, designadamente para o Brasil. As análises químicas à azeitona são um instrumento objetivo de apoio ao processo de decisão sobre o momento ideal para a colheita. Permitem a monitorização do rendimento e qualidade das azeitonas ao longo da campanha, bem como a determinação das perdas de azeite no bagaço”.

Desta forma, para assegurar e atestar a qualidade dos resultados do laboratório, a ACOS pediu a acreditação pela norma NP EN ISO/IEC 17025, a qual foi obtida em 2015.

“A acreditação segundo esta norma é um reconhecimento da competência técnica do Laboratório e obriga a um controlo de qualidade permanente dos ensaios realizados. Este controlo de qualidade implica, entre outros procedimentos, a participação em ensaios de comparação interlaboratorial, nos quais o organizador do ensaio envia uma mesma amostra para vários laboratórios de todo o mundo, comparando e avaliando os resultados obtidos. O laboratório da ACOS participa anualmente em três ensaios – de âmbito internacional – de comparação interlaboratorial ao azeite e em um de azeitona”.

Subiu para 14 o número de casos ativos de COVID-19 no concelho de Avis.

De acordo com a informação disponibilizada pelo Município de Avis, “os testes realizados nos últimos dias registaram a existência de mais 6 casos positivos, elevando, assim, para 14 o número de casos ativos de infeção por COVID-19 no nosso Concelho”.

A autarquia informa ainda “duas das pessoas infetadas continuam internadas no Hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre, sendo que as restantes apresentam sintomas ligeiros e permanecem em isolamento profilático nos respetivos domicílios”.

A edilidade refere que “estamos em contacto permanente com as Autoridades de Saúde, pelo que atualizaremos os dados assim que dispusermos de mais informações. Caso tenha sintomas que possam estar associados à infeção por COVID-19 contacte a Linha Saúde 24 através do número 808 24 24 24 e siga as indicações”.

Recorde-se que o concelho de Avis registou o primeiro caso de COVID-19 no passado dia 24 de setembro (quinta-feira).

 

A Câmara Municipal de Cuba informa que está a ser elaborado o “Plano de Pormenor de Cuba Norte”, com o objetivo de criar condições para a instalação de novas atividades económicas, nas áreas do comércio, serviços e pequena indústria de proximidade”.

Segundo o município está a ser preparada “a criação de um novo espaço de atividades comerciais, para a instalação de um ‘Retail Park’ na zona norte da vila. Numa área de aproximadamente 35 mil m2, o designado por Plano de Pormenor de Cuba Norte prevê, em linhas gerais, a instalação de um novo espaço de atividades económicas que englobará 7 lotes para uso comercial, 1 lote para equipamento de utilização pública, espaços verdes e a criação de mais 200 lugares de estacionamento”.

“Com a primeira fase do Parque Industrial consolidada, importa agora planear em detalhe, uma proposta de ocupação de uma área de expansão da vila de Cuba, localizada na envolvente a um conjunto dos principais equipamentos – como a escola EBI/JI Fialho de Almeida, o Parque de Feiras e Exposições e o Quartel de Bombeiros –, conferindo à vila enquadramento urbano e uma ocupação multifuncional”, refere a edilidade.

Este “Plano de Pormenor de Cuba Norte” irá “dar resposta à necessidade de planear de forma sustentável e coerente, estabelecendo relações de continuidade com a malha urbana existente, e assim, tornar atrativo o território de intervenção, criando condições para a instalação de novas atividades económicas – comércio, serviços e pequena indústria de proximidade – podendo, consequentemente, ter um impacto muito significativo na criação de novos postos de trabalho no concelho”.

A implementação total da operação deverá decorrer num período de cinco anos, e irá englobar um investimento previsto de, aproximadamente 1 020 000,00€ (um milhão e vinte mil euros). Procurar-se-á que o quadro de financiamento seja alavancado por fundos comunitários no âmbito do PORTUGAL 2020-2030, mas também cofinanciado através de receitas municipais.

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