14 Abr. 2021
Augusta Serrano
Notícias
17:00-19:30
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O “Programa de testagem CVP – Ensino Superior” tem início esta semana com o rastreio à covid-19, junto dos docentes, não docentes e estudantes, no dia 19 deste mês.

O programa desenvolve-se conforme planeado aquando do seu lançamento pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) e pela Direção-Geral da Saúde (DGS) a 19 de março, e insere-se na implementação de uma estratégia de rastreio no reinício das atividades presenciais nas instituições científicas e de ensino superior, levada a cabo em articulação com a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).

Até ao dia 8 de abril, as instituições científicas e de ensino superior, públicas e privadas receberam 66 mil kits de testes rápidos de antigénio pela CVP, sem quaisquer custos para as instituições.

No caso Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), a testagem vai decorrer na próxima segunda-feira, dia 19 de abril, nas instalações da instituição, conforme a plataforma online do “Programa de testagem CVP – Ensino Superior”

A estratégia de rastreio delineada para o reinício das atividades presenciais nas instituições científicas e de ensino, prevê a possibilidade de as instituições científicas e de ensino superior, públicas e privadas, garantirem internamente as condições adequadas para a realização de testes.

17 instituições públicas (num universo de 36) e 25 privadas (num universo de 73) informaram já a DGES que possuem os seus próprios recursos humanos e materiais para a realização da testagem à COVID19. 

O programa inclui a formação de recursos humanos das próprias instituições para garantir condições adequadas à realização massiva dos testes. Na última semana, 210 formandos inscreveram-se nessa formação online prestada pela CVP.

O concelho de Borba que durante vários dias esteve sem registo de casos ativos, volta a registar novos casos.

Desde dia de 7 de abril que o concelho de Borba registava zero casos ativos., registou há dois dias atrás, 2 novos casos, registando hoje um novo caso, subindo para 3.

Segundo os dados disponibilizados esta tarde pelo Município na sua página de Facebook, até agora, o concelho de Borba contabilizou 495 infetados com Covid 19 dos quais estão 3 ativos e 481 recuperados. A lamentar há 11 óbitos desde início da pandemia.

 

O Parlamento aprovou esta quarta-feira o 15.º estado de emergência, que ficará em vigor até 30 de abril.

Tal como a Rádio Campanário noticiou ontem, o Presidente da República enviou ao parlamento o projeto de decreto para um novo estado de emergência.

O documento é idêntico ao que está atualmente em vigor, sem quaisquer alterações ao articulado, e tem uma curta exposição de motivos.

"Em linha com o faseamento do plano de desconfinamento, impondo-se acautelar os passos a dar no futuro próximo, entende-se haver razões para manter o estado de emergência por mais 15 dias, nos mesmos termos da última renovação", lê-se na exposição de motivos do diploma, onde se acrescenta apenas que, nestes termos, o Presidente da República decreta a renovação deste quadro legal até 30 de abril.

O estado de emergência atualmente em vigor termina às 23.59 desta quinta-feira, 15 de abril, sendo que a renovação terá efeitos entre as 00.00 de 16 de abril e as 23.59 de 30 de abril.

Proveitos no alojamento turístico com queda de 90,5% em fevereiro

Os proveitos das unidades de alojamento turístico apresentam uma queda de 90,5% em fevereiro, face ao mesmo mês de 2020, para 18,6 milhões de euros, enquanto o número de dormidas desceu 87,7%, para 472,9 mil, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O Alentejo apresentou uma diminuição de 84,2% nas dormidas de não residentes.

"Os proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico atingiram 18,6 milhões de euros no total e 14,3 milhões de euros relativamente a aposento, correspondendo a variações de -90,5% e -89,7%, respetivamente (-81,4% e -81,0% em janeiro, pela mesma ordem)", conforme o INE.

Em fevereiro, o país esteve em confinamento para travar a pandemia de covid-19, e o alojamento turístico teve 208,2 mil hóspedes, o que representa menos 86,9% que no mesmo mês do ano passado, e 472,9 mil dormidas, menos 87,7% (-78,8% e -78,5% em janeiro, pela mesma ordem).

De acordo com o INE, desde o início da pandemia, fevereiro foi o terceiro mês com maior redução do número de dormidas, tendo sido apenas ultrapassado por abril e maio de 2020 (-97,4% e -95,8%, respetivamente).

De acordo com os dados do instituto, no conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 5,7 euros em fevereiro, diminuindo 80,1% (-71,7% em janeiro).

O rendimento médio por quarto ocupado atingiu 47,2 euros em fevereiro, o que se traduziu numa variação de -27,9% (-20,0% em janeiro).

O INE explica que o comportamento do alojamento turístico em fevereiro foi influenciado "pelo maior impacto da pandemia covid-19 nos festejos de Carnaval" este ano na comparação com há um ano atrás, além do efeito de calendário, já que este ano o mês teve 28 dias e em 2020 teve 29.

Em fevereiro, foram 61,8% as unidades de alojamento que estiveram encerradas ou não registaram movimento de hóspedes, o que representa uma percentagem mais elevada que os 57% verificados no mês de janeiro.

Todas as regiões do país apresentaram "decréscimos expressivos" nas dormidas, superiores a 75%, com as menores descidas no Alentejo (-75,9%) e Região Autónoma dos Açores (-78,1%) e as maiores quedas na Região Autónoma da Madeira (-92,6%), Algarve (-91,9%) e Àrea Metropolitana de Lisboa (-88,5%), especifica o INE.

Quanto aos proveitos, o INE sublinha que "todas as regiões registaram decréscimos expressivos", com destaque o Algarve (-94,2%), Madeira (-92,8%) e Área Metropolitana de Lisboa (-92,8%).

O setor do alojamento divide-se em três segmentos e em todos a evolução dos proveitos foi negativa: na hotelaria a queda foi de 91,6%, no alojamento local de 83% e no turismo no espaço rural e de habitação de 78,4%.

 

O índice de transmissibilidade (Rt) do novo coronavírus em Portugal subiu hoje para 1,06 e a incidência de 72,4 casos por 100.000 habitantes, segundo dados oficiais hoje divulgados.

Os números divulgados na segunda-feira apontavam para um Rt nacional de 1,04 e uma incidência de 70 casos por 100.000 habitantes.

No boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral de Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgado hoje, os números relativos apenas a Portugal continental aumentaram também de 1,03 para 1,05 quanto ao Rt, e de 67,4 para 69 relativamente ao valor médio de casos de infeção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias.

O processo de desconfinamento iniciou em 15 de março e os indicadores são critérios definidos pelo Governo para a avaliação contínua. 

Na apresentação do plano de desconfinamento, do dia 11 de março, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapassar os “120 novos casos por dia, por 100 mil habitantes a 14 dias” ou sempre que o Rt (o número médio de casos secundários que resultam de um caso infetado pelo vírus) ultrapasse 1.

A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 2.961.387 mortos no mundo, resultantes de mais de 137,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, a pandemia provocou 16.931 mortos dos 828.857 casos de infeção confirmados, segundo o boletim divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde.

 

 

A Câmara Municipal de Elvas já iniciou as obras de requalificação do Largo de São Domingos, no centro histórico da cidade, numa zona de trânsito automóvel preferencial na ligação entre as Portas de Olivença e de São Vicente.

Em nota enviada à nossa redação, o Município deu conta que a  intervenção em curso, tem um custo de 70 mil euros e consta da construção de um separador central com árvores, entre a Avenida de São Domingos e a zona em frente à igreja; alargamento do passeio no lado poente; e regularização das calçadas do pavimento e passeios.

Requalificar o Largo de São Domingos é um objetivo da Câmara Municipal de Elvas que se enquadra noutros trabalhos do mesmo género, já concretizados no centro histórico: Parada do Castelo, Avenida 14 de Janeiro, Faceira da Cisterna, Avenida Garcia da Orta (junto ao Museu de Arqueologia e Etnografia) e Largo dos Combatentes. Nas próximas semanas, estes trabalhos avançam para o Largo dos Terceiros.

Na Revista de Imprensa desta quarta-feira, 14 de abril, contámos com o comentário do deputado João Oliveira, do Partido Comunista Português (PCP). 

Foram abordados dois temas atuais que geram polémica e preocupação: o desconfinamento e a decisão instrutória.

Quanto à questão do desconfinamento, se deve haver ou não, o deputado afirma que vê com muita dificuldade e preocupação o problema da epidemia que ''deve ser encarado com a importância que ele tem, mas também com as medidas necessárias para as pessoas não ficarem em casa para o resto da vida''.

''A solução tem que ser a tomada de medidas que permitem a normalidade da vida das pessoas'', explica João Oliveira, relembrando que já se têm verificado ''consequências muito negativas na saúde mental das pessoas devido ao confinamento''.

''Acho que é preciso abandonarmos rapidamente a questão do confinamento e encontrarmos a solução alternativa a este problema que existe para dar resposta a epidemia'', realça. ''Manter o confinamento, mesmo que seja a nível local, acho que é uma péssima ideia, uma péssima opção''. 

O desconfinamento tem gerado uma ilusão, uma vez que ''as pessoas acharam que já não era necessário seguir as regras de confinamento''. afirma o deputado, relembrando que o recolhimento domiciliário mantém-se obrigatório. ''Acho que é preciso fazer mais pedagogia sobre as medidas que estão em vigor e que as pessoas tenham exata noção daquilo que está a ser aplicado'', declara.

Com a decisão instrutória do Ivo Rosa quanto à Operação Marquês, o deputado também se revela preocupado, referindo que ''processos desta dimensão têm que ser repensados'', sendo que os mesmos ''não têm grande eficâcia''. Outra das preocupações do deputado é a falta de um conjunto de medidas que garantam o combate à corrupção.

''A forma que têm de ultrapassar o problema da punição criminal é deixar passar algum tempo, até que começam a mexer no dinheiro que resulta da corrupção, para que na fatura, se alguém decidir investigar, já vai tarde porque isso já prescreveu'', explica o deputado, acrescentando que ''todos os esforços são poucos para o combate deste tipo de criminalidade e situações''.

Quanto à justiça em Portugal, João Oliveira chama à atenção que ''isto não é a primeira vez que acontece'', dado que não se trata de um problema problema propriamente novo, ''é um problema que vem de trás''. 

''A indignação pública em relação a este processo é mais que evidente. Em grande medida é mais que justificada. As pessoas ficam com a sensação de que, para os pobres a justiça é piedosa; para os ricos e poderosos há sempre algo que os faz fugir da sua responsabilidade'', declara João Oliveira, acrescentando que é preciso tomar medidas adequadas e certas para corresponder àquilo que é uma Jústiça.

O Município de Vila Viçosa voltou a atualizar a situação epidemiológica do concelho, à data do dia 12 de abril.

De acordo com os dados da Autoridade de Saúde, revelados pela autarquia, no concelho de Vila Viçosa não se registaram novos casos de Covid-19, mantendo-se inalterados os restantes dados.

Atualmente o concelho contabiliza 460 casos confirmados de COVID-19, com 0 casos ativos, 449 recuperados e 11 óbitos.

Segundo o último Boletim Epidemiológico da DGS, tornado público no dia de hoje, 14 de abril, foram confirmadas mais 43 infeções na região Alentejo, elevando assim para 29.465  o número de casos confirmados.

Neste momento estão registadas, de acordo com o Relatório, 970  mortes na região, não se tendo registado óbitos nas últimas 24 horas.

Segundo o boletim epidemiológico da DGS de hoje, dia 14 de abril, foram confirmados mais 684 casos positivos de Covid-19 em Portugal, elevando para 828 857 o número de casos confirmados no nosso País.

No que diz respeito a óbitos, foram registadas mais 8 mortes, registando-se ao dia de hoje 16.931 óbitos em Portugal.

O número de pessoas recuperadas passa a 786.469 mais 660  nas últimas 24 horas.

Neste momento estão 447 pessoas internadas devido à COVID-19, das quais 116 nos Cuidados Intensivos. 18.404 estão em vigilância pelas Autoridades de Saúde.

De acordo com a Direção-Geral de Saúde, estão registados 25.457 casos de COVID-19 ativos em Portugal.

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