O Ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, autorizou, em despacho, a reabertura dos parques infantis, parques de diversão e locais de lazer como salões de dança ou de festa, desde que sejam respeitadas as regras de segurança sanitária da Direção-Geral de Saúde. O despacho foi publicado esta quinta-feira, dia 9 de julho, em Diário da República.

O despacho, que entrou em vigor na quarta-feira, determina que as instalações e os estabelecimentos podem funcionar desde que cumpram as orientações e instruções definidas pela Direção-Geral da Saúde, "em parecer técnico especificamente elaborado para o efeito".

De fora, ficam as áreas onde vigora o estado de contingência ou calamidade. Na Área Metropolitana de Lisboa, onde está em vigor o estado de calamidade, os parques infantis e recreativos vão continuar de portas fechadas.

O despacho refere também que o funcionamento de equipamentos de diversão é permitido desde que funcionem em local autorizado, nos termos legais, pela autarquia local e cumpram a demais legislação aplicável.

Entre as instalações e estabelecimentos encerrados, encontravam-se as "atividades recreativas, de lazer e diversão, onde se incluem os salões de dança ou de festa, os parques de diversões e parques recreativos e similares para crianças, bem como outros locais ou instalações semelhantes".

Os equipamentos de diversão e similares autorizados a funcionar estão sujeitos à fiscalização das entidades competentes.

O Município de Borba vai dar continuidade ao ciclo cultural “Borba On” já no próximo sábado, 11 de julho, com o fadista José Geadas que será acompanhado por Bruno Chaveiro, na Guitarra e por Flávio Cardoso na viola.

Este espetáculo está marcado para as 21:30 e será transmitido na página oficial de Facebook do Município de Borba, bem como no circuito áudio no centro histórico de Borba.

A pandemia do Covid 19, que chegou a Portugal no passado mês de Março, tem trazido consigo momentos de consternação e de preocupação, em especial para os concelhos onde se verificam o maior número de casos.

Ainda assim, sendo um problema que afeta todo o país, são inúmeras as manifestações de solidariedade para com os Municípios mais afetados pelo surto do Covid 19.

João Grilo, Presidente da Câmara Municipal de Alandroal, em entrevista à Rádio Campanário, à margem do acordo para conclusão da Escola Básica Diogo Lopes de Sequeira, assinado entre este Município e o Ministério da Educação, fez questão de mencionar isso mesmo dizendo "temos estado a colaborar com o município de Reguengos de Monsaraz naquilo que é possível porque entendemos que este é um problema, não só de Reguengos, mas sim de todos nós no Alentejo Central e temos que colaborar o mais possível para resolver os problemas que surgem."

O Autarca adiantou ainda que, "sozinho, ninguém tem capacidade para lidar com situações destas considerando que tem existido uma boa colaboração."

Foi apresentado esta quarta-feira, dia 8 de julho, em Beja, o manifesto do novo movimento de cidadãos “Chão Nosso", que tem como principais objetivos a luta contra as culturas intensivas e a sensibilização da população para os impactos negativos deste tipo de agricultura que compromete o futuro da vida no Alentejo.

Em declarações à Agência Lusa, Inês Fonseca, porta-voz do movimento, refere que “o movimento é composto por um conjunto de residentes no Alentejo que estão preocupados com as alterações surgidas nas últimas décadas na paisagem devido à agricultura intensiva, que compromete o futuro da vida no nosso território”.

O movimento, que tem como lema “Em defesa da cultura, património e biodiversidade do Alentejo”, foi apresentado ao final desta tarde em Beja, divulgando também o seu manifesto, que vai agora circular por todo o Alentejo, para recolha de assinaturas.

De acordo com a porta-voz, este movimento é “apartidário” e já integra “pessoas dos distritos de Portalegre, Évora e Beja”, ambicionando chegar, no futuro, ao litoral alentejano.

Inês Fonseca disse ainda à Lusa que “o alvo” do movimento são as culturas intensivas, que “estão a alterar completamente tudo, desde a maneira como os campos estão a ser trabalhados, a paisagem ou a qualidade ambiental no território”, argumentando que “temos problemas na qualidade da água, na qualidade do ar, temos queixas das pessoas e não temos respostas para lhes dar porque tentamos chegar à fala com a Direção Regional de Agricultura do Alentejo ou com os serviços do Ambiente e não nos dão respostas, nem resultados de análises”.

O manifesto, consultado pela Agência Lusa, indica que “a saúde e o bem-estar dos cidadãos deve ser uma prioridade” e que “a utilização de recursos hídricos deve ser avaliada, evitando desperdícios desnecessários”.

O movimento Chão Nosso diz também que “a agricultura em regime intensivo não promove a fixação populacional” e que “a biodiversidade dos habitats, de espécies arbóreas e faunísticas está em risco”, tal como “a paisagem alentejana”, que “possui características identitárias resultado da vivência das populações”.

“As fábricas de tratamento e valorização dos resíduos resultantes da produção de azeite têm gerado graves consequências ambientais” e os trabalhadores agrícolas são “uma realidade de precariedade e baixos salários” pode ler-se ainda no manifesto.

Fonte: Agência Lusa

O Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) tem aberto dois processos de recrutamento.

Segundo informação do HESE, um dos processos destina-se ao recrutamento de enfermeiros com experiência em cuidados intensivos para reforçar a equipa de combate à COVID-19.

O outro processo destina-se ao recrutamento de um médico intensivista também para reforço de equipa para combate à COVID-19.

 

O Turismo do Alentejo e do Ribatejo lançou esta quarta-feira, dia 8 de julho, a nova campanha de marketing “Há um Lugar”, direcionada para o mercado nacional.

Segundo a nota enviada à Rádio Campanário, esta campanha, desenvolvida pela Cápsula - Creative Agency, “inspira-se nos vários lugares do Alentejo e do Ribatejo, onde existe «um mundo à parte», espaço e tempo para descansar e liberdade para ser feliz e usufruir das merecidas férias ou de alguns dias de sossego”.

De acordo com o presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo, Ceia da Silva, pretende-se, com esta campanha, “conquistar o mercado interno, atraindo para o território os diferentes nichos do turismo nacional”.

“Há um Lugar” está presente com spots publicitários nos canais de televisão, com banners em vários websites de jornais nacionais, e também nas redes sociais Facebook, Twitter e Instagram.

Para além dos spots televisivos e dos banners, a campanha - cujo claim origina várias derivações com mensagens impactantes que transmitem tranquilidade e vontade de usufruir de um território singular - contempla ainda filmes promocionais, mupis e outdoors.

O spot publicitário “Há um Lugar” da região Alentejo já está no ar, o do Ribatejo começa a ser transmitido a partir da próxima semana.

A campanha de marketing operacional decorre até ao final de 2021.

Natural de Estremoz, distrito de Évora, a ex-deputada comunista Rita Rato Fonseca foi escolhida para dirigir o Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa, revelou a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC).

Em comunicado, a EGEAC recorda que, na sequência da reforma do diretor do Museu do Aljube, Luís Farinha, ao qual dirigia desde a sua fundação, foi aberto, em abril, um processo de recrutamento para selecionar nova direção.

Este processo contou com diversas candidaturas e resultou na seleção de Rita Rato Fonseca, “que se destacou pelo projeto apresentado e pelo desempenho nas entrevistas realizadas com o júri”, indica a EGEAC. Rita Rato iniciará funções como diretora do Museu do Aljube Resistência e Liberdade no próximo dia 01 de agosto.

Nascida em Estremoz, em 1983, Rita Rato Fonseca é licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa. Foi deputada pelo PCP à Assembleia da República, entre 2009 e 2019, e fez parte, como coordenadora do Grupo Parlamentar, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura (2011-2015).

O Museu do Aljube, inaugurado em abril de 2015, na antiga prisão da PIDE, é um dos equipamentos culturais do município de Lisboa, sob a alçada da EGEAC, e é dedicado à “memória do combate à ditadura e à resistência em prol da liberdade e da democracia”. Desde a instalação, o museu vindo a desenvolver projetos como a recolha de testemunhos de combatentes pela liberdade e de histórias de vida de muitos resistentes, para consulta pública e para memória futura dos crimes cometidos pela ditadura e os agentes que a sustentaram.

A partir da temática da sua coleção permanente, realizou variadas exposições temporárias, criou projetos com alunos e professores de escolas de diferentes graus de ensino

“Nesta nova etapa, pretende-se dar continuidade e consolidar as linhas de trabalho já assentes, bem como desenvolver novas linhas de ação complementares e captar novos públicos”, sublinha a EGEAC.

Fonte: Agência Lusa

Celebrou-se esta quarta-feira, dia 8 de julho, o 35º Aniversário da elevação de Ponte de Sor a cidade.

Numa mensagem publicada no site e na página de Facebook do Município, Hugo Hilário, presidente da autarquia, destaca os 35 anos de elevação de Ponte de Sor a cidade, marcados pela “maturidade, progresso, orgulho, desenvolvimento e envolvimento”.

O edil afirmou ainda que o concelho é hoje “uma referência em setores que vão desde o agroflorestal ao aeronáutico, passando pela indústria de transformação da cortiça e pelas áreas social e educacional”, contribuindo para que Ponte de Sor seja "uma cidade moderna e vanguardista”.

Este ano, devido à pandemia COVID-19, o Município não comemorou a data com as habituais Festas da Cidade de Ponte de Sor, sendo assinalada com o lançamento do novo website do município, e um Festival de Artes de Rua, que arrancou esta quarta feira e decorre até ao próximo domingo

O Município de Grândola divulgou que até esta quarta-feira, dia 8 de junho, registou mais um caso positivo de COVID-19, aumentando para 20 o número de casos ativos naquele concelho.

A autarquia informou ainda que “os casos em vigilância ativa diminuíram para 72 pessoas. Todos estão em isolamento profilático, devidamente acompanhados pela autoridade de saúde local”.

O concelho de Grândola regista ainda 15 casos recuperados.

Segundo o Comando Territorial de Évora ocorreram sete acidentes de viação, sendo quatro colisões, dois atropelamentos e um despiste, dos quais resultaram um ferido leve.

Registou-se dois incêndios, um agrícola e um urbano, nas localidades de Alandroal e Reguengos de Monsaraz, respetivamente, tendo ardido cerca de 0.5 hectares de pasto.

No âmbito da criminalidade foram registadas 11 ocorrências, sendo quatro crimes contra o património, três crimes as pessoas, um crime contra a identidade cultural e integridade pessoal, dois crimes contra a vida em sociedade e um crime previsto em legislação avulsa.

Foram ainda efetuadas duas detenções, das quais uma por mandato de detenção e condução a tribunal e outra em flagrante delito por condução sem habilitação legal para o efeito.

Em termos contraordenacionais foram registadas 39 infrações rodoviárias e duas à legislação ambiental.

Dá-se continuidade às operações Resina, Floresta Segura, Prisec2020, Augeas, Campo Seguro, Operação Verão Seguro, Exames Nacionais 2020, Operação Viajar em Segurança e Operação COVID-19 Alerta Seguro.

O posto móvel está hoje, dia 09 de julho, até às 13h30 na localidade de S. Sebastião das Giesteiras.

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