No âmbito das atividades de intercâmbio entre os parceiros do projeto Recognize & Change, a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) recebeu, na primeira semana de fevereiro, as representantes do projeto em Cabo Verde, a vereadora da Cidade da Praia, Ednalva Cardoso, e a MLAE, Jairsa Rosário.

Este foi mais um importante momento de partilha entre estes dois parceiros do projeto, a CIMAA e a Cidade da Praia, e durante a sua estadia em Portalegre Ednalva Cardoso e Jairsa Rosário tiveram oportunidade de testemunhar o trabalho que está a ser desenvolvido em Portugal, assistir aos workshops nas escolas, contactar com os nossos jovens educadores e com as dinâmicas que foram criadas para trabalhar a temática da violência juntos dos jovens alunos.

Esta troca de experiências entre parceiros são uma componente importante da implementação e do desenvolvimento das temáticas do Recognize & Change, permitindo um contacto com realidades diferentes e com a forma como cada parceiro desenvolve a sua ação no enquadramento das problemáticas relacionadas com a violência e discriminação, que são comum a todos.

Para além da visita à cidade de Portalegre, as representantes de Cabo Verde foram recebidas na Câmara Municipal de Monforte pelo presidente Gonçalo Lagem, que é também o responsável político pelo projeto, e visitaram Marvão, onde foram recebidas pelo vice-presidente da Câmara, Luís Costa. O “Recognize & Change” é um projeto co-financiado pela Comissão Europeia - DG EuropeAid, e envolve parceiros do Brasil, Bulgária, Cavo Verde, Espanha, França, Grécia, Itália e Roménia, tendo como público-alvo, especificamente a jovens dos 11 a 30 anos que vivem nos países mencionados.

 O objetivo é aumentar a consciencialização sobre as diferentes formas de violência e discriminação, particularmente as relacionadas às origens culturais, migratórias e de género, incentivando a participação ativa na divulgação de uma cultura inclusiva e não discriminatória. A educação por pares será a forma principal para aumentar a consciencialização dos jovens, para promover a aprendizagem mútua.

A obra do Centro de Recolha Oficial (CRO) de Animais de Alandroal encontra-se em fase de conclusão.

Segundo João Grilo, presidente da Câmara Municipal de Alandroal, a obra "está praticamente concluída".

O autarca, através da rede social facebook, afirma que "no final do mês, os nossos amigos de quatro patas que não têm a sorte de ter quem cuide deles em casa passam a ter uma casa comum com excelentes condições".

Lembramos que o Munícipio de Alandroal abriu no dia 1 de março de 2019, um contrato público para adjudicação da obra de “Construção do Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Alandroal”. 

De acordo com o documento publicado em Diário da República, a que a RC teve acesso, a realização desta empreitada visa a construção do edifício suprareferido e tem como preço base 105 mil euros. O prazo de execuçao da obra era de 210 dias.

Recorde-se que o projeto do município alandroalense teve a sua candidatura aprovada ao abrigo do “Programa de Concessão de Incentivos Financeiros para a Construção e Modernização de Centros de Recolha Oficial de Animais de Companhia” obtendo assim o montante máximo de 50 mil euros atribuídos pelo programa. 

 

 

 

O Projeto ProBioma (Ambientes Subterrâneos de Compostos Bioativos Microbianos com uso potencial para a Medicina, Agricultura e Ambiente) pretende localizar bactérias, analisar e estudar um possível aproveitamento destas para o campo da medicina.

O Instituto de Recursos Naturais e Agrobiologia de Sevilha coordena o projeto, este que também conta com a participação da Universidade de Évora e do Algarve, com o apoio do Programa de Cooperação Transfronteiriça Interreg Espanha-Portugal (Poctep) da União Europeia e com a participação da empresa sevilhana Serviços Mineiros da Andaluzia.

Grutas paleolíticas, grutas submarinas e minas abandonadas são locais que podem conter micro-organismos  que sobreviveram às mudanças no seu habitat e podem hoje esconder a chave para a elaboração de antibióticos e antitumorais.

A área de atuação deste programa estende-se a 8 grutas e minas localizadas na faixa piritosa ibérica, na Andaluzia Ocidental, em Huelva, e no Alentejo e Algarve em Portugal.

O Escoural, que na sua descoberta em 1963 se identificou pela primeira vez em Portugal vestígios de arte rupestre paleolítica, é um dos pontos estratégicos deste projeto.

O Escoural é um dos pontos estratégicos do projeto. A sua descoberta, em 1963, identificou pela primeira vez vestígios de arte rupestre paleolítica em Portugal. Nas suas paredes de pedra apreciam-se ainda restos de pinturas e gravuras de há 50.000 anos. E junto a eles está um universo de bactérias.

Tal como noticiado anteriormente pela RC, uma aparatosa colisão entre dois veículos ligeiros de passageiros, ao inicio da tarde desta quarta feira (12 de fevereiro), provocou 2 vítimas mortais, 2 feridos graves e 2 feridos ligeiros.

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja, o alerta para o acidente foi dado pelas 12H56, tendo o mesmo ocorrido no cruzamento do IP2 com a estraada nacional 123 e com a estrada nacional 2, em Castro Verde.

As vítimas mortais são um casal e um dos feridos é um jovem de 17 anos.

Segundo o CDOS a via encontra-se totalmente cortada ao trânsito, e uma das viaturas ficou presa numa das estruturas do cruzamento.

O Helicoptero do INEM  esteve no local, mas não realizou qualquer transporte, feridos graves foram transportados via terrestre para o hospital, enquanto os corpos das vítimas mortais foram transportados para a morgue dos Hospital de Beja.

No local encontram-se os Bombeiros, a Guarda Nacional Republicana e o INEM, num total de 26 operacionais, sendo apoiados por 11 viaturas e 1 meio aéreo do INEM.

 

A edição de 2019 do “Artes à Rua” está entre os finalistas dos Iberian Festival Awards, com duas nomeações, nas categorias de Best Medium-Sized Festival (melhor festival de média dimensão) e Best Cultural Programme (melhor programa cultural). A gala de atribuição dos prémios realiza-se a 14 de março, em Lisboa, no Grande Auditório da FIL.

O “Artes à Rua” é um festival de arte pública que decorre em Évora, no Verão, que acolhe inúmeras manifestações artísticas em espaço público e com acesso gratuito, e que é promovido pela Câmara Municipal de Évora, em parceria com outras entidades. Em 2019, decorreu entre 13 de julho e 5 de setembro, transformando a cidade num grande palco ao ar livre, por onde passaram mais de 150 espetáculos e perto de 1000 participantes, entre 300 artistas e técnicos, oriundos de mais de 20 países. O número de espetadores ultrapassou os 50 mil.
Em 2020, o Artes à Rua realiza-se de 24 de julho a 3 de setembro, focando-se, mais uma vez, na candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027.

Promovidos pela Aporfest, os Iberian Festival Awards estão inseridos no Talkfest - International Music Festivals Forum e, este ano, também na BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa. Em competição estão 24 categorias e 1 excellence award, com a atribuição de prémios nacionais e ibéricos em cada uma delas, com a votação, entretanto, já encerrada, a caber ao público e a representantes da indústria musical portuguesa e espanhola.
 

A epidemia do coronavírus continua a afetar as mais diversas regiões do globo, com especial foco na China, país onde se multiplicam os casos de doença.

Em Portugal ainda não existem casos confirmados, no entanto, são já muitas as pessoas preocupadas com a propagação da doença, especialmente as  que exercem funções em atividades ligadas ao turismo.

No centro histórico da cidade de Évora, ponto de interesse turístico, visitado por viajantes oriundos de todas as partes do globo, os comerciantes já adotam medidas de prevenção.

Uma das comerciantes do centro histórico de Évora, citada pela TVI, admite que redobrou os cuidados na desinfeção das mãos e da própria loja, referindo ainda que não usa máscara porque considera “causar mau aspeto”.

A mesma comerciante refere ainda que dado as notícias sobre o coronavírus sente alguma “preocupação” quando na sua loja entram visitantes, uma vez que “a doença está a devastar”.

Uma aparatosa colisão entre dois veículos ligeiros de passageiros, ao inicio da tarde desta quarta feira (12 de fevereiro), provocou 5 feridos, em Castro Verde.

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja, o alerta para o acidente foi dado pelas 12H56, tendo o mesmo ocorrido no cruzamento do IP2 com a estraada nacional 123 e com a estrada nacional 2, em Castro Verde.

Informa a mesma fonte que 1 dos feridos foi considerado em estado grave, 2 em estado ligeiro e 2 ainda se encontram em avaliação, As vítimas ficaram encarceradas no interior das viaturas.

Segundo o CDOS a via encontra-se totalmente cortada ao trânsito.

No local encontram-se os Bombeiros, a Guarda Nacional Republicana e o INEM, num total de 26 operacionais, sendo apoiados por 11 viaturas e 1 meio aéreo do INEM.

Até ao momento não se conhece quantas das vítimas irão ser transportadas de helicoptero, nem a unidade hospitalar de destino. 

O deputado João Oliveira, eleito pelo círculo de Évora da CDU à Assembleia da República, no seu comentário desta quarta-feira, 12 de fevereiro, abordou a questão da eliminação do fator de sustentabilidade nas reformas dos trabalhadores das pedreiras, o referendo sobre a eutanásia e ainda as questões sobre o IVA da eletricidade de da tauromaquia que causaram algum debate no Orçamento do Estado.

Sobre a questão dos trabalhadores das pedreiras, João Oliveira diz que “infelizmente não tenho novidades porque a nossa proposta foi chumbada”.

O deputado explica que “a nossa proposta para o Orçamento do Estado em que estava prevista a eliminação dos 14% do fator de sustentabilidade foi chumbada com os votos contra do PS e do CDS e com a abstenção do PSD e da Iniciativa Liberal”, acrescentando que “não conseguimos vencer essa batalha no Orçamento, mas vamos continuar a insistir nesse tema, uma vez que, o Governo já se tinha comprometido junto dos sindicatos com um decreto de lei que soluciona o problema”.

João Oliveira lembra que “já não se trata de uma negociação com o PCP, a questão já foi negociada com os sindicatos”, referindo que “estou em crer que aquilo que o Governo negociou com os sindicatos foi o fim da aplicação do fator de sustentabilidade, ficará por resolver a segunda parte do problema, que são todos aqueles que se reformaram entretanto”.

Sobre o referendo da eutanásia, João Oliveira refere que “a nossa posição relativamente a esta questão é conhecida e não surgiu nenhuma matéria que merece alguma alteração da nossa parte”.

O deputado considera que “este tipo de referendo se presta a todo o tipo de manipulações possíveis”, daí que “não nos parece que possa ser um contributo positivo para resolver a questão”.

Para João Oliveira “muitas vezes esta questão da morte antecipada aparece como um elemento de progresso”, no entanto, “eu penso ao contrário, o progresso da humanidade vai no sentido de debelar a doença”, acrescentando que “as condições de saúde que temos hoje, comparadas com as que tínhamos no passado, vão no sentido de debelar a doença e a dor”.

O deputado afirma que “a luta pela eutanásia é uma luta pelo retrocesso” que levanta “outra questão, até onde é que vai o valor da vida humana”.

João Oliveira questiona “uma pessoa porque é doente, porque é idosa, porque tem uma doença incurável pode antecipar a morte, mas porque?”, lembrando que “não podemos estar limitados nesta discussão por aquilo que acontece noutros países”.

Para o deputado “Países como a Holanda, que estão a decidir se distribuem ás pessoas com mais de 70 anos um comprimido para que as pessoas possam tomar quando estiverem fartas de viver, é o exemplo mais grotesco da forma como o valor da vida humana é relativizado”.

João Oliveira afirma que “na minha conceção de uma sociedade desenvolvida estes conceitos não encaixam, uma sociedade desenvolvida tem de dar tudo aquilo que tem de mais desenvolvido por forma a proporcionar as melhores condições de vida aos seus cidadãos”.

Relativamente ao Orçamento do Estado, mais propriamente ás questões do IVA da eletricidade, o deputado explica que “o que aconteceu foi aquilo que se esperava desde o início”, explicando que “o PSD aumentou o IVA da eletricidade para 23% e vive com esse estigma, procurou agora uma maneira de se livrar disso”.

João Oliveira refere que “montaram uma encenação para fazer de conta que queriam baixar o IVA da eletricidade, quando na verdade não queriam”, acrescentando que “o PCP votou favoravelmente em duas propostas para reduzir o IVA da eletricidade, e só não votámos a favor da proposta do PSD porque eles a retiraram”.

Para o deputado “o PSD nem sequer deu hipóteses para que a sua proposta fosse votada”, acrescentando que “mal comparado, podemos dizer que aconteceu o mesmo que na situação dos professores, as pressões de uma possível crise política falaram mais alto”.

Toda esta situação “revela que o PSD não tinha nenhuma intenção de fazer baixar o IVA da eletricidade, só queria fazer um número para enganar os portugueses e o BE embarcou nesse número”, declara.

João Oliveira considera que “o BE quis apanhar a boleia e ficar agarrado ao PSD no faz de conta que queriam baixar o IVA”, no final de contas “o PSD fica com as culpas de o IVA não ter baixado e o BE foi o avalista da medida”.

Sobre a questão dos aumentos na tauromaquia, o deputado explica que “a nossa proposta mantinha a tauromaquia nos 6% e acrescentava a esta categoria as visitas aos jardins zoológicos e parques aquáticos”, no entanto, “a nossa proposta acabou por ser chumbada e a tauromaquia sobe para os 23%, o que é algo incompreensível”.

Será no dia 22 de fevereiro, pelas 22:00 horas, no Salão da Junta de Freguesia da Glória, que se realizará um Baile de Carnaval.

A noite será animada por Vasco Miguel e a diversão será garantida com muita música, alegria e folia.

Esta iniciativa, com entrada gratuita, é uma organização da Associação Glória Jovem, com o apoio do Município de Estremoz e de outras entidades locais.

A Sessão de Apresentação do livro que conta com a presença do autor tem lugar dia 22 de Fevereiro às 17h no Cineteatro Grandolense.

Sobre o livro:

Nos 45 anos do encerramento do campo de concentração do Tarrafal, Mário Lúcio Sousa, nascido precisamente no Tarrafal, toma a voz de vários prisioneiros chamados Pedro e chegados em diferentes vagas de Portugal, da guiné, de Angola e até de Cabo verde. E, ao relatar história desta prisão terrível e de quem a foi dirigindo ao longo doa anos, o presente romance homenageia simultaneamente os que ali perderam a vida e os que sobreviveram ao horror e ainda os vários modos de falar uma língua que foi, tantas vezes, a que os tramou e a que os viria a salvar.

Sobre o autor:

Mário Lúcio Sousa nasceu no Tarrafal, na ilha de santiago, Cabo Verde, em 1964. Licenciado em direito pela universidade de havana, foi deputado ao parlamento Cabo-Verdiano e embaixador cultural do seu país entes de se tornar, em 2011, Ministro da Cultura de Cabo Verde condecorado com a ordem do Vulcão, ao lado de Cesária Évora, foi o artista mais jovem de sempre a receber tal distinção do Presidente da República.

Tem vários livros editados, e tem sido distinguido com diversos prémios literários como o Prémio do Fundo Bibliográfico da língua Portuguesa, o Prémio Literário Carlos de Oliveira, o Prémio Literário Miguel Torga e o Prémio do PEN Clube para a Narrativa.

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