O Município de Avis vai associar-se ao Dia Internacional de Limpeza Costeira no próximo sábado, dia 19 de setembro, com a ação “Albufeira do Maranhão + Limpa”.

Segundo informação disponibilizada pela autarquia, esta iniciativa tem início a partir das 09h00, centrando a intervenção junto ao Clube Náutico de Avis, na Zona Entre Pontes, junto à E.N. 244, que liga Avis ao Concelho de Ponte de Sor, e a Zona dos Pinheiros, em Benavila.

Esta ação concertada de limpeza das margens da Albufeira do Maranhão, organizada pelo Município de Avis em colaboração com as Juntas/Uniões de Freguesias do Concelho, Estação Náutica de Avis e Associações concelhias aderentes. Os interessados em participar nesta iniciativa devem inscrever-se até quinta-feira, através do preenchimento do seguinte formulário.

A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo atribuiu, na passada sexta-feira, dia 11 de setembro, a distinção de responsabilidade social a duas empresas que, no ano de 2019, se destacaram no apoio a organizações ou iniciativas de interesse local.

Em comunicado, o Município referiu que esta distinção foi entregue á Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Ferreira do Alentejo e a Aggraria – Lagar, Lda, cuja ação “enquadra-se no programa de responsabilidade social promovido pela Câmara a que as duas entidades se candidataram”.

“O envolvimento destas empresas em ações de responsabilidade social concretizou-se através de doações de natureza financeira e em géneros, a um conjunto de entidades individuais e colectivas do concelho de Ferreira”, enaltece a autarquia.

A edilidade salienta ainda que com a atribuição destes prémios “pretende reconhecer e distinguir publicamente as empresas ou organizações que dão um contributo efectivo para a comunidade, apoiando instituições locais que promovam iniciativas nas áreas sociais, culturais, desportivas, ambientais, científicas ou de promoção do desenvolvimento comunitário em geral”.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português saudou o acordo UE-China para a proteção de indicações geográficas, assinado na segunda-feira, que contempla já em 2021 seis indicações geográficas portuguesas e, até 2025, outras sete.

A União Europeia (UE) e a China assinaram um acordo bilateral para assegurar a proteção contra processos de cópia ou reprodução fraudulenta de 100 indicações geográficas europeias no mercado chinês e 100 indicações geográficas chinesas no mercado europeu.

Segundo o MNE, entre as 100 indicações geográficas protegidas a partir da entrada em vigor do acordo, “prevista para o início de 2021”, incluem-se seis produtos portugueses: Pêra Rocha do Oeste, Vinhos do Alentejo, Dão e Douro, Porto e Vinho Verde.

“Nos quatro anos após a entrada em vigor do Acordo, a proteção alargar-se-á a mais 175 Indicações Geográficas europeias, incluindo sete portuguesas: Azeites de Moura, Trás-os-Montes, Alentejo Interior, Presunto de Barrancos/Paleta de Barrancos, Queijo S. Jorge, Vinho da Bairrada e Vinho da Madeira”, afirma o Ministério em comunicado.

O texto salienta que o acordo se traduz em “benefícios recíprocos”, assegurando “um elevado nível de proteção das Indicações Geográficas” e a “garantia de que os consumidores terão acesso a produtos de qualidade certificada”, “aspetos que Portugal muito valoriza e para os quais tem trabalhado no quadro do comércio internacional”.

Para o MNE, a importância do acordo é ainda reforçada pelo “potencial do mercado da China” e pelo “facto de este país ser o segundo destino para as exportações de produtos protegidos com Indicações Geográficas da UE”.

“O Governo Português congratula-se com o importante sinal político que representa o cumprimento dos compromissos firmados em anteriores Cimeiras UE-China sobre a assinatura deste Acordo", conclui.

O acordo assinado na segunda-feira foi celebrado inicialmente em novembro de 2019 e, segundo a Comissão Europeia, “reflete o empenho” dos blocos comunitário e chinês em “honrarem os compromissos assumidos em anteriores cimeiras e aplicarem as regras internacionais como base para as relações comerciais”.

Entre as indicações geográficas da UE protegidas na China figuram, além das portuguesas, o champanhe francês, o whiskey irlandês, o vodka polaco, o presunto italiano, o queijo feta e o queijo manchego espanhol.

Uma vez aprovado pelo Parlamento Europeu e oficialmente adotado pelo Conselho, o acordo comercial bilateral deverá entrar em vigor no início de 2021.

A China é um dos principais parceiros comerciais da UE e, no ano passado, foi o terceiro destino dos produtos agroalimentares da UE, atingindo os 14,5 mil milhões de euros.

O mercado chinês é ainda o segundo destino das exportações de produtos da UE protegidos enquanto indicações geográficas, incluindo os vinhos, os produtos agroalimentares e as bebidas espirituosas, que representam 9%.

(Fonte: Agência Lusa)

Segundo o Comando Territorial de Évora da GNR, ocorreram quatro acidentes de viação, sendo três colisões e um despiste, dos quais resultaram danos materiais.

Registaram-se ainda dois acidentes de trabalho, nas localidades de Redondo e Vendas Novas, dos quais resultou um ferido leve.

Foram registados dois incêndios, um agrícola e um urbano, nas localidades de Arcos e Vimieiro, respetivamente, dos quais resultaram danos materiais em habitação e 0,6 hectares de pasto de área ardida.

No âmbito da criminalidade foram registadas nove ocorrências, sendo seis crimes contra o património, dois crimes contra a vida em sociedade e um crime crimes contra as pessoas.

Foi ainda efetuada uma detenção em flagrante delito, pelo crime de condução em estado de embriaguez e executado um mandato de detenção.

Em termos contraordenacionais foram registadas 71 infrações rodoviárias, uma à legislação policial e duas à legislação ambiental.

Dá-se ainda continuidade às operações Resina, Floresta Segura, Prisec2020, Campo Seguro, Exames Nacionais, Alerta Seguro, Artemis, Regresso às Aulas, Operação Mercadorias menos perigosas e Operação Contingência Geral.

O Grupo Coral e Etnográfico “Pastores do Alentejo” de Torre de Coelheiros, foi fundado em 1956, na aldeia de Torre de Coelheiros, Évora. É o 8º grupo de cante alentejano mais antigo do país.

Francisco Ventura Venda, natural da aldeia de Oriola (Portel) e residente desde tenra idade na aldeia de Torre de Coelheiros (Évora), foi talvez o dirigente que durante mais tempo (60 anos) esteve à frente dos destinos de um grupo coral alentejano.

Trabalhador do campo,  fundou o grupo coral "PASTORES DO ALENTEJO", de Torre de Coelheiros,aos 30 anos de idade,  tendo desde então assumido as funções de seu dirigente e ensaiador, para além de cantador.

Poeta de "fina sensibilidade, criou, de parceria com o seu companheiro Martinho Marques, algumas das modas mais emblemáticas do Cante Alentejano: "LINDA MONDADEIRA", "SENHORA CEGONHA", "SOBREIRO VELHINHO" e "CANTA, ALENTEJANO, CANTA", entre tantas outras.
Homem fortemente empenhado no seu meio social, foi um verdadeiro paladino do cante, para além de um exemplo de activo envolvimento na vida do seu povo. Semente e raiz agarrada à terra, que enobreceu com a sua postura de lutador incansável, deixa um grande vazio na cultura popular que ajudou a construir."

Partiu hoje, aos 94 anos de idade.

De acordo com a nota de imprensa enviada à nossa redação, a UNITATE – Associação de Desenvolvimento da Economia Social e a SONATA – Associação Musical do Alentejo, assinaram esta tarde um protocolo de parceria que possibilitará a criação de uma nova Escola de Música na cidade de Évora, estando o início das aulas projetado já para o início do mês de Outubro.

Esta estrutura de ensino funcionará nas instalações da Unidade de Ação Social de Évora da UNITATE e a sua criação representa um upgrade às dinâmicas de atividade musical que nos últimos dois anos têm marcado a ação do Centro de Convívio da UNITATE na capital alentejana. Uma vez que as aulas irão decorrer num formato de sessões individuais (professor-aluno), será possível aos utentes desta resposta social, encerrada desde Março, irem retomando progressivamente e em segurança o regresso a este espaço comunitário.

A “Opus d’Arte”, designação adotada pela nova escola, assumir-se-á ainda como o quarto polo de ensino da música da SONATA, sendo, por isso, aberta a toda a comunidade eborense, independentemente da faixa etária, e apresentando uma oferta formativa que integrará classes de piano, guitarra, violino e canto, lecionadas por docentes formados pela Universidade de Évora, seguindo o modelo já praticado nas escolas de Vila Viçosa, Borba e Alandroal.

As inscrições encontram-se, por isso, abertas ao público por meio do endereço https://forms.gle/i9RVYWYEwATKSk8S7 a partir de hoje.

De acordo com o Sem mais Digital, o Festival Terras sem Sombra deste ano, interrompido em março devido à Covid-19, vai ser retomado em outubro para mais sete fins de semana com concertos e ações sobre património e biodiversidade.

Na sequência da interrupção, a 16.ª edição do festival foi “reajustada” e vai “regressar ao convívio com o público e ao seu palco natural, o Alentejo”, no fim de semana prolongado de 3, 4 e 5 de outubro, em Castelo de Vide, distrito de Portalegre, refere a organização do Terras sem Sombra, em comunicado enviado à Lusa.

Segundo a organização, o festival também vai incluir passagens pelos concelhos de Ferreira do Alentejo, Viana do Alentejo, Vila Nova de Mil Fontes, Santiago do Cacém, Alter do Chão e Sines, onde deverá terminar no dia 13 de dezembro com uma ação de salvaguarda de biodiversidade.

O evento vai manter “a sua tríplice dimensão, com música, património e biodiversidade”, mas irá adaptar os concertos e as ações “às normas e aos procedimentos que o momento delicado” de pandemia de Covid-19 “exige”, e as participações nas atividades estarão sujeitas a inscrição prévia, refere a organização. “O ansiado reencontro entre os artistas e o público é um motivo de esperança” e “algo que há muito esperamos e muito intensamente desejamos”, disse à Lusa a diretora-executiva do Terras sem Sombra, Sara Fonseca, frisando que “o festival e os seus parceiros vão respeitar estritamente a legislação em vigor” devido à Covid-19.

Contamos com a empatia e a serenidade do público para algumas pequenas adaptações, que certamente será necessário introduzir, mas que não comprometem o essencial do Terras sem Sombra”, sublinhou Sara Fonseca.

Na vertente de música, a passagem do festival por Castelo de Vide vai incluir dois concertos: um, dos músicos António Eustáquio (guitolão) e Carlos Barretto (contrabaixo), no dia 3, na Fonte da Vila, no Largo Dr. José Frederico Laranjo; e, outro, do belga Utopia Ensemble, no dia 4, na igreja matriz de Nossa Senhora da Devesa, sempre a partir das 21h30.

Nas vertentes de património e salvaguarda da biodiversidade, a passagem do festival por Castelo de Vide vai incluir leituras no Jardim Mestre Ventura Porfírio, degustação de produtos regionais e atividades para crianças, no dia 3, a iniciativa “De Volta a Casa: Memórias Judaicas de Castelo de Vide”, no dia 4, e o passeio “Um Alentejo Diferente: A Serra de São Mamede”, no dia 5.

Na vertente de música, ainda em outubro, o festival vai incluir os concertos da soprano Andion Fernandez e do pianista Alberto Urroz, no dia 17, num lagar do concelho de Ferreira do Alentejo, e de La Ritirata, no dia 31, na igreja matriz de Nossa Senhora da Assunção, na vila de Viana do Alentejo. Segue-se, em novembro, os concertos do ensemble checo Música Florea, no dia 07, na igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira, e do Smetana Trio, “o mais destacado ensemble camerístico da República Checa”, no dia 21, na igreja matriz de Santiago Maior, em Santiago do Cacém.

Para dezembro estão previstos os concertos do grupo vocal de música portuguesa dos séculos XVI e XVII Os Cupertinos, no dia 5, na igreja do Convento de Santo António, em Alter do Chão, e do quarteto checo Clarinet Factory, no dia 12, no castelo de Sines.

Organizado pela associação Pedra Angular, o 16.º Terras Sem Sombra, com o título “Uma Breve Eternidade: Emoções e Comoções na Música Europeia (Séculos XII-XXI)”, tem a República Checa como país convidado. Arrancou em janeiro e deveria ter decorrido até final do passado mês de julho, em 15 concelhos do Alentejo. No entanto, devido à covid-19, o festival foi interrompido depois de se terem realizado as iniciativas programadas para os meses de janeiro e fevereiro deste ano, nomeadamente ações em Praga, a capital da República Checa, e concertos e ações sobre património e salvaguarda da biodiversidade nos concelhos de Vidigueira, Barrancos, Mértola e Arraiolos.


 

De acordo com a notícia avançada pelo Notícias ao Minuto, o ministro dos Negócios Estrangeiros português afirmou hoje que um encerramento das fronteiras com Espanha devido à covid-19 é sempre uma decisão conjunta, adiantando que analisará essa e outras questões sexta-feira com a sua homóloga espanhola.

Temos trabalhado de forma muito coordenada com as autoridades espanholas", disse à Lusa o chefe da diplomacia portuguesa, Augusto Santos Silva, assinalando que, quando esta esteve encerrada ao trânsito normal de pessoas, foi "por decisão conjunta dos dois Estados".

Questionado sobre a necessidade de uma nova limitação à mobilidade entre os dois países, depois de as autoridades espanholas terem anunciado, na segunda-feira, 27.404 novos casos desde sexta-feira, Augusto Santos Silva sublinhou que as decisões recaem sobre os ministros da Administração Interna de Portugal e do Interior de Espanha e que o assunto será debatido nas próximas semanas.

"Eu terei o prazer de receber a minha colega espanhola [Arancha González Laya] na próxima sexta-feira, dia 18. Teremos depois a cimeira bilateral entre os dois países, no dia 02 de outubro, e, naturalmente, essas são oportunidades para nós trocarmos informação sobre o modo como estamos a acompanhar a evolução da pandemia e das medidas que todos estamos a tomar para combatê-la", concluiu o ministro dos Negócios Estrangeiros português.

O ministro dos Negócios Estrangeiros português falou à margem da tomada de posse de Cristina Moniz para o cargo de vice-presidente do Conselho Diretivo do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, uma cerimónia realizada esta tarde, na sede do instituto.

Durante o dia de hoje, Espanha anunciou 9.437 novos casos de covid-19 no seu território, ultrapassando os 600.000 casos desde o início da pandemia. Da mesma forma, as autoridades contabilizaram 156 novas mortes com a doença, elevando o número de óbitos para 30.004.

De acordo com a notícia avançada pelo Jornal Eco, não se sabe exatamente quando acontecerá, mas o Governo inscreveu como prioridade para os próximos anos a generalização do voto eletrónico presencial nos atos eleitorais.

Este sistema foi alvo de experiência em Évora, nas eleições europeias de 2019, a qual correu bem, de acordo com um relatório da secretaria-geral do Ministério da Administração Interna.

Generalizar a experiência de voto eletrónico presencial já testada no distrito de Évora, nas últimas eleições europeias“, lê-se nas Grandes Opções do Plano 2021-2023, a que o ECO teve acesso, um documento aprovado na semana passada em Conselho de Ministros e entregue aos parceiros sociais. Esta medida enquadra-se no objetivo do Governo de melhorar a qualidade da democracia, promover a literacia democrática e a cidadania.

Segundo a notícia avançada, o Executivo escreve que irá “prosseguir o esforço de modernização e reforço da credibilidade internacional do processo eleitoral português, a fim de garantir a qualidade da democracia e facilitar o exercício do direito de voto“. Esta decisão é tomada depois da experiência em Évora nas eleições europeias de maio do ano passado onde o voto eletrónico presencial foi disponibilizado aos eleitores do distrito.

Segundo um relatório da secretaria-geral do Ministério da Administração Interna sobre esta experiência, o voto eletrónico presencial dá uma “maior proteção ao eleitor” ao nível da privacidade uma vez que “a mesa de voto eletrónico apenas sabe quais os eleitores que ali se apresentam para votar” e desconhece “em absoluto a situação relativamente aos restantes eleitores do distrito”.

O conceito desenhado e desenvolvido de Voto Eletrónico demonstrou que é totalmente válido, cumpre os princípios constitucionais do nosso direito eleitoral e é aplicável a qualquer tipo de eleição em Portugal”, garante o relatório, recomendando a sua introdução “progressiva em atos eleitorais futuros, incluindo o voto antecipado e o voto no estrangeiro”. Em Évora havia 94 urnas eletrónicas instaladas em 47 mesas de voto, as quais tiveram uma adesão expressiva.

Em 2021, por exemplo, o Estado vai gastar um total de 3,67 milhões de euros com os atos eleitorais— as presidenciais e as autárquicas –, sendo que a maior despesa, de 1,43 milhões de euros, será para a “aquisição de papel e impressão de boletins de voto e produção de matrizes em braille para as eleições calendarizadas em 2021“.

Além da generalização do voto eletrónico presencial, o Governo pretende “consolidar e alargar a possibilidade de voto antecipado em mobilidade, dando continuidade às alterações já implementadas na anterior legislatura”, “prosseguir a desmaterialização dos cadernos eleitorais e o recurso alargado às tecnologias de informação para simplificar os procedimentos eleitorais” e ainda “aprovar um Código Eleitoral” transversal para todas as eleições que ocorram em Portugal.


 

 

De acordo com a notícia avançada pela Ecclesia, a Paróquia de Reguengos de Monsataz procura, lentamente, voltar á sua normalidade.

O padre Manuel José Marques, pároco na Unidade Pastoral de Reguengos de Monsaraz, afirmou à Ecclesia que a “situação muito grave” provocada pelo surto de Covid-19 na localidade alentejana está a ser superada com “cuidado”, procurando afastar o medo.

Estamos a recomeçar, com os mesmos cuidados, com menos medo, estamos a fazer a nossa vida, mas com muitos problemas: o problema económico, desde logo, o problema das famílias, com o recomeço da escola”, relatou o sacerdote à Agência ECCLESIA. Vamos aprendendo a viver com esta dificuldade”, acrescentou.

O surto de Covid-19 atingiu em particular o lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVP), tendo provocado 18 mortes:  16 utentes do lar, uma funcionária do lar e um motorista da câmara.

O pároco de Reguengos de Monsaraz sublinhou entretanto a importância do testemunho de fé e da “presença de esperança” das comunidades católicas, em particular junto das pessoas doentes.

A minha preocupação foi tentar encontrar o número de telefone de todas as pessoas para lhes dizer uma palavra”, relata.

O surto surgiu depois do período de confinamento e muitas pessoas “voltaram de novo para casa, com medo”.

O Padre Manuel José Marques foi pedindo a todos “cuidado”, mas sem pânico, porque “o medo atrapalha e o cuidado ajuda”.

Não vamos ter medo, vamos tentar fazer a nossa vida normal”, com as distâncias e cuidados necessários para evitar a propagação, foi o seu apelo.

O sacerdote defende que este é um tempo que as pessoas são chamadas a viver, sem se “esconder”, celebrando a fé e ajudando os outros. Penso que as pessoas beberam muito desta serenidade”, aponta.

O sacerdote participa na Jornada Geral do Clero, no início do ano pastoral, que se encerra hoje no Seminário Maior de Évora, tendo apresentado o seu livro ‘Leitura orante da Palavra – Lectio Divina Ferial’.

Manuel José Marques explica que “a ideia inicial era servir as pessoas”, colocando “a mesa da Palavra na rua”, com uma reflexão meditada diária (lectio divina), da Bíblia, que o sacerdote ia enviando por email, dando início a uma cadeia de mensagens para chegar “ao maior número de pessoas”.

A ‘lectio divina’ passou a estar no site do Secretariado Nacional de Liturgia, numa proposta “simples” que procurava falar à vida de cada um.

As pessoas sentem que esta Palavra é para elas e é delas”, refere o autor.

 

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