Integrada na Ação "Crescer com valores", o Motor Social / CLDS4g, irá dinamizar em Vila Viçosa, no dia 26 de Setembro de 2020, pelas 16 horas, uma oficina para crianças entre os 6 e os 12 anos, com o nome: "Brigada Anti-Vírus".

Nesta oficina, as crianças vão explorar o mundo dos vírus, percebendo como surgiu o novo coronavírus, bem como a diferença entre epidemia e pandemia assim como vão perceber as várias situações do nosso dia-a-dia em que utilizamos objetos que parecem estar limpos, mas poderão não estar.


Conhecer formas de evitar a contaminação por microrganismos, compreender a razão pela qual devemos cobrir a boca e o nariz quando espirramos ou tossimos e perceber a importância de usar a máscara de proteção se estivermos infetados com o coronavírus, são temas a abordar nesta ação.

A iniciativa pretende ainda ensinar a fazer o seu próprio álcool gel e a reconhecer as medidas de prevenção de contágio do coronavírus.

As inscrições são gratuitas mas limitadas.

As atividades serão realizadas por monitores com formação da Ciência Divertida
e terão a duração de aproximadamente 50 minutos. A organização assegura ainda um
Seguro de acidentes pessoais e de responsabilidade Civil e o respeito pelas directrizes da Direcção Geral de Saúde.

Esta atividade é exclusiva para residentes no Concelho de Vila Viçosa.

 

O título da nossa reportagem podia certamente ser o título de um filme romântico, mas não é.

A dura realidade, vivida um pouco por todo o mundo e também no nosso País, obrigou-nos a arranjar estratégias e a definir formas de estarmos perto dos que mais amamos.

Enfrentamos uma pandemia com consequências físicas mas sobretudo emocionais. Sem qualquer aviso prévio, famílias inteiras viram-se privadas de conviver com os seus familiares que, por força da idade ou por circunstâncias de saúde, estão em Lares de Idosos ou em Unidades de saúde, confinados e sem qualquer contato físico com o exterior.

José e Isabel sabem bem o que o Covid 19 lhes tirou.

Isabel, em consequência de problemas de saúde encontra-se internada na Unidade de Cuidados Continuados de Vila Viçosa, desde 2014. José, o seu marido, amenizava as saudades e a falta da sua companheira, com visitas regulares que lhe permitiam tranquilizar um pouco o seu coração.

Mas tudo mudou. As visitas foram proibidas e de repente, nada é como era.

Ainda assim, José Luís, consegue manter um discurso positivo não deixando que a sua voz fique toldada pela tristeza ou pela emoção de não poder tocar, abraçar ou sentir fisicamente a sua esposa.

Em entrevista à Rádio campanário, José Luís adiantou-nos “temos que nos adaptar e respeitar as normas implementadas, ainda que nem sempre o desejo seja compatível com a necessidade.”

Sobre as novas regras que hoje entraram em vigor, disse-nos ainda que, “agora com o novo estado de contingência temos que ter cuidados redobrados, ouvir atentamente as autoridades por forma a preservarmos a saúde física, ainda que com algum sofrimento emocional.”

Ao mesmo tempo que entrevistamos José, do outro lado do vidro Isabel olha atentamente para o que se passa . Tem no olhar um brilho que transmite estar feliz com o fato de ter a família presente e isso percebe-se facilmente.

José Luís, devolve-lhe o olhar, e diz à nossa reportagem “mesmo que seja desta forma, dá para matar as saudades. Encontramos sempre uma maneira.”

Esta reportagem é o espelho do que se vive um pouco por todo o nosso País e com ela reforçamos uma certeza: o amor verdadeiro, no seu estado mais puro, vencerá sempre...mesmo quando tem uma janela pelo meio.

Em nota enviada à nossa redação, a Unimagem- Comunicação e imagem, acaba de informar que a apresentação do Plano Estratégico do Porto de Sines, agendada para 16 de setembro, foi adiada, para data a anunciar brevemente.

Pedro Nuno Santos, iria presidir à Sessão Pública de Apresentação do Plano Estratégico do Porto de Sines, que entre os vectores estratégicos do porto alentejano, aposta nos desafios da descarbonização, da aposta contínua na digitalização e do reforço do papel de hub de transhipment de cargas no contexto internacional.

Recorde-se que o Porto de Sines encontra-se em fase de expansão infra-estrutural: na calha está a ampliação do Terminal XXI (de contentores, gerido pela concessionária PSA Sines) e também a construção de um segundo terminal destinado a carga contentorizada, apelidado de Terminal Vasco da Gama.

O Município de Redondo, de acordo com a informação disponibilizada na sua página oficial de facebook, voltou a registar casos positivos de covid 19.

De acordo com a informação avançada pelo Município em 7 de setembro, não se verificando qualquer alteração à situação epidemiológica do concelho desde o dia 28 de agosto, entendeu a autarquia apenas atualizar a informação quando a situação se alterasse.

Face a esta situação, já esta tarde, o município deu conta da Situação Epidemiológica no Concelho de Redondo, à data de hoje, 15 de setembro de 2020, registando o aparecimento de dois novos casos.

Assim, à data de hoje, o concelho regista 6 casos confirmados, dos quais dois se encontram ativos e quatro recuperados.

O Município relembra ainda “ que a fase de desconfinamento é um período muito perigoso da Pandemia. Não devemos estragar tudo o que de bom fizemos até aqui!
Não se esqueçam, por favor, que o cumprimento de todas as normas impostas pela atual situação de pandemia - O DISTANCIAMENTO SOCIAL, O USO DE MÁSCARA, A ETIQUETA RESPIRATÓRIA E A HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS – é o único garante de que podemos ficar bem!”

Na manhã de ontem, o Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento (CCDR) do Alentejo reuniu em Évora, no auditório da sede do organismo.

A Rádio Campanário esteve no local e falou com Roberto Grilo, presidente da CCDR Alentejo, à margem da reunião, sobre os projetos do Alentejo 2020.

Questionado sobre a taxa de execução no Alentejo ser das mais baixas do país, mas ser ao mesmo tempo a região com mais projetos aprovados no país, o presidente da CCDR Alentejo explica que “as execuções são mais baixas em termos de ritmo na região e que se agravaram na sequência da foi a crise económica e financeira, que introduziu elementos perturbadores no mercado e que levaram a estes efeitos”.

“Há muitos concursos desertos, tem havido muita situação que leva a alguns atrasos, para além de questões burocráticas administrativas, mas nós temos sabido debelar”, frisa.

No entanto, apesar destes atrasos Roberto Grilo garante que “a política e a gestão que temos adotado enquanto autoridade de gestão é que esse ritmo de execução mais lento tem um objetivo: não vamos deixar ficar ninguém para trás nesta região, seja os mais fortes ou os menos fortes, os mais centrais ou menos centrais neste território. Garanto que vamos executar os fundos todos”.

Questionado se não haverá fundos devolvidos por não ser possível a execução de todos os projetos, reitera que “não serão, estão comprometidos e havendo esse nível de compromisso, inclusive olhar para as questões de overbooking que significa aprovar acima das dotações que garante a execução a região, bem como o cumprimento das regras, onde volto a referir o cumprimento da regra do N+3, que a região sucessivamente cumpre e bem aquilo que é a regra podia ter algum nível de corte de fundos e isso não se verifica e a região está segura, vai executar os seus fundos e não perde nem um euro de fundos”.

Quanto à análise dos projetos do Alentejo 2020 que já expiraram explica que é feito um acompanhamento, “monitorizado com regularidade, com proximidade”.

Conta que por vezes há “reprogramações”, o que leva a que haja um conjunto de fatores que fazem com que seja feita esta “monitorização muito clara do que está a acontecer sobre as aprovações e eventuais atrasos e as justificações para que tal aconteça”.

No dia de hoje, o Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) reuniu com o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches.

Na ordem do dia estiveram a situação da pandemia COVID-19 no Alentejo Central e a abertura do ano escolar 2020-2021 na região.

O Conselho Intermunicipal da CIMAC bem como outras entidades regionais, estiveram reunidos por videoconferência com o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, a fim de fazerem um ponto de situação sobre a atual situação de pandemia por COVID-19 no Alentejo Central, e abordarem o tema da abertura do ano escolar 2020-2021 na região.

Para além dos membros do Conselho Intermunicipal, participaram nesta reunião a Dra. Filomena Araújo, Delegada de Saúde Regional; a Dra. Maria João Charrua, Delegada Regional de Educação; o Coronel Joaquim Vivas, Comandante Territorial de Évora da Guarda Nacional Republicana; o Dr. José Ramalho, Diretor Distrital de Évora da Segurança Social; o Dr. José Ribeiro, Comandante Operacional Distrital de Évora da Proteção Civil; e o Superintendente Moreira Rocha, Comandante Distrital de Évora da Polícia de Segurança Pública.

No próximo dia 25 de setembro às 19 horas, a Rota do Mármore do Anticlinal de Estremoz vai realizar uma atividade em parceria com diversos produtores de vinhos.

Segundo a organização, esta será “uma prova de quatro distintos vinhos, que irão ser comentados pelos enólogos ou adegueiros de cada uma das adegas produtoras”, acompanhada por “um petisco alentejano”.

Com esta experiência é procurado “estimular os cinco sentidos e, de forma inovadora, associar cada vinho a um tipo de mármore proveniente das pedreiras do Anticlinal”.

Esta prova, “devido à necessidade de salvaguardar o distanciamento social, de acordo com as instruções da DGS”, está limitada a 20 participantes e acontecerá no pátio das instalações do CECHAP em Vila Viçosa.

Para participar é necessária uma inscrição até ao dia 23 de setembro para: 965 087 618 ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.. Esta tem o valor de 15 euros por pessoa.  

O Movimento Cívico “Nascer em Évora” subscrito por 269 cidadãs e cidadãos e apoiado pela Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto, enviou ontem (14 de Setembro 2020) uma carta ao Hospital do Espírito Santo de Évora onde apela a que “se encontrem rapidamente soluções para que as grávidas, parturientes e puérperas possam usufruir do direito à presença de um acompanhante que lhes é previsto na Lei e sustentado na maioria pelas orientações catuais da DGS. 

De acordo com o Movimento, este é um direito regulado na Lei 15/2014, de 21 de março de 2014, alterada pela Lei 110/2019, de 9 de setembro de 2019, onde não consta que este possa ser revogado devido a uma situação de pandemia”. 

O Movimento e os seus subscritores, sublinham que “os direitos à autodeterminação e ao consentimento informado não foram revogados, pelo que a escolha de fazer contacto pele a pele imediatamente após o nascimento, fazer alojamento conjunto e amamentar precoce e continuamente, deve ser da utente no pleno exercício dos seus direitos, em particular no que se refere à inseparabilidade dos pais e filhos, nos termos do n.º 6 do artigo 36.º da Constituição da República Portuguesa”.

O Movimento manifestou ainda a sua inteira disponibilidade para dialogar com o HESE, certos de que ambos têm “o objectivo comum de assegurar os Direitos Humanos de forma saudável, promovendo mães, bebés e famílias felizes”. 

O Município de Moura anunciou, esta terça-feira, que todos os 425 testes à COVID-19 realizados ao pessoal docente e não docente do Agrupamento de Escolas de Moura, Agrupamento de Escolas de Amareleja, Escola Secundária de Moura, Escola Profissional de Moura e CPCJ de Moura deram resultado negativo

Em comunicado, a autarquia refere que a referida testagem realizou-se no âmbito do Programa de Adaptação Educativo do Baixo Alentejo à COVID-19, tendo sido concluída no passado sábado, dia 12 de setembro.

O Serviço Municipal de Proteção Civil recomenda a toda a população que cumpra de forma rigorosa as orientações emanadas pela Direção Geral da Saúde, nomeadamente a higienização frequente das mãos, utilização de máscara e o cumprimento do distanciamento social.

O Município de Viana do Alentejo divulgou que as voluntárias da Campanha “Rede Solidária de Produção de Máscaras”, lançada pela autarquia no mês de abril, com o objetivo de dar resposta às necessidades decorrentes da pandemia COVID-19, já produziram um total de 6.000 máscaras.

Em comunicado, a edilidade mencionou que na primeira fase, a iniciativa teve como público-alvo munícipes portadores do Cartão Social do Reformado, Pensionista e Idoso, bem como doentes do serviço ambulatório (doentes transportados pelos Bombeiros e Cruz Vermelha), abrangendo, deste modo, grupos de maior risco e pessoas com rendimentos mais baixos.

Nesta ação desenhada de forma a prevenir o contágio e a propagação do novo coronavírus no concelho, o Município forneceu a matéria-prima para a confeção das máscaras de acordo com as normas hospitalares, com o apoio da Empresa Capote’s Emotion no corte do tecido.

A 1ª fase da Campanha, cujas máscaras foram entregues em maio, registou a adesão de 41 voluntárias das três freguesias do concelho.

No mês de julho, decorreu a 2ª fase da entrega de máscaras, cujo público-alvo foram os desempregados e beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI), mantendo-se o critério de apoiar munícipes com rendimentos mais baixos. Nessa altura, a produção de máscaras continuou com a ajuda de 23 voluntárias das freguesias do concelho.

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