O mau tempo que se faz sentir este Sábado, 1 de Março, fez com que a Câmara Municipal de Elvas, tomasse a decisão de anular o primeiro corso do Carnaval Internacional de Elvas que se deveria realizar pelas 15 horas.

A decisão foi tomada esta manhã, depois de uma reunião entre os grupos portugueses e a Câmara Municipal de Elvas.

Para este Sábado estavam ainda anunciados, corsos carnavalescos em Borba e Sousel, que também foram cancelados.

A Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), S.A. possui uma equipa especializada no acompanhamento e apoio a novos projetos agrícolas, com forte conhecimento de todas as explorações agrícolas da região e dos seus beneficiários, bem como das suas expetativas e intenções no que concerne à prática do regadio.

Cruzando esta informação com os sistemas de apoio às melhores opções culturais para a região, o Presidente da EDIA, José Pedro Salema, salienta que “se assistirá a uma mudança impressionante na paisagem envolvente do Alqueva, daqui a três, cinco anos, tudo será diferente e os projeto estarão no terreno implantando uma dinâmica de desenvolvimento económico”.

José Pedro Salema salienta ainda que “o Alentejo que que conhecemos dourado passará a um Alentejo verde”.

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Alqueva a implementar condições para mudanças ambientais, estruturais de desenvolvimento económico e de “uma imagem de cor do Alentejo”. Uma região com condições para impulsionar valor acrescentado a todos aqueles que queiram tirar partido do projeto Alqueva.

Um parecer negativo da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEST) à obra do Pólo Escolar de Terena coloca em cima da mesa do executivo de Alandroal a candidatura aos fundos comunitários do InAlentejo rejeitada.

Este parecer da DGEST, está diretamente ligado à não revisão da Carta Educativa do concelho, que leva o município, em setembro de 2013 a submeter a candidatura do projeto ao InAlentejo, sem o referido parecer, que não poderia ser enviado posteriormente.

A Câmara Municipal de Alandroal desenvolveu todos os esforços para inverter esta situação, reunindo com a Direção Regional da Educação e fundamentando que a Revisão da Carta Educativa realizada pressupunha a manutenção do Pólo Escolar de Terena.

À Rádio Campanário, a Presidente do Município, Mariana Chilra, explica porque chega a candidatura rejeitada à sua secretária e quais as razões para o parecer da DGEST ser “desfavorável”, salientando que “a entidade entendeu que o Pólo Escolar de Terena não reunia as condições necessárias para obter parecer favorável, mas que após um compromisso do executivo em integrar o Polo Educativo de Terena na Carta Educativa, foi finalmente emitido o parecer favorável, no entanto, o mesmo não foi aceite pelo INALENTEJO para a candidatura, já com execução superior a 40%, em virtude do respetivo aviso prever expressamente a necessidade de parecer favorável, à data de apresentação da candidatura”.

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O município de Alandroal espera, agora, pela abertura de novas candidaturas ao InAlentejo, que irão acontecer apenas no início do segundo semestre de 2014, para poder candidatar a obra do Pólo Escolar de Terena, existindo já investimento no terreno com valores faturados. O investimento total candidatado para realização da obra foi de 390.299€, com um financiamento comunitário de 85%. A operação candidatada contemplava o financiamento da realização da empreitada, do projeto, da fiscalização, e a aquisição de mobiliário, material didático e equipamento informático.

A Universidade de Évora galardoou, neste ano de 2014, Ofélia Paiva Monteiro, Professora Catedrática aposentada de Literaturas Francesa e Portuguesa da Universidade de Coimbra.

 O júri decidiu atribuir o prémio a Ofélia Paiva Monteiro pelo seu “perfil de grande investigadora e de autora que brilha pela profundidade e subtileza especulativa na sua vasta obra ensaística, que incide particularmente em Almeida Garrett, mas também em outros autores marcantes da literatura portuguesa.”

 O Prémio Vergílio Ferreira, instituído pela Universidade de Évora em 1997, destina-se a galardoar anualmente o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante no âmbito da narrativa e/ou ensaio. Um prémio que pretende homenagear o escritor de “Aparição”, que entre 1945 e 1958 lecionou no Liceu de Évora, período da sua vida que acabaria por influenciar a sua obra.

A cerimónia de entrega do galardão terá lugar dia 3 de março, pelas 15h00, tem lugar na Sala dos Atos da Sala dos Atos da Universidade de Évora, no Colégio do Espírito Santo, em Évora.

A Associação Transfronteiriça dos Municípios das Terras do Grande Lago Alqueva (ATMTGLA), depois de eleitos os novos membros, a 7 de novembro, que elegeu José Calixto para presidente da associação, reuniu pela primeira na nova sede, agora em Reguengos de Monsaraz.

Participaram na reunião, que se intitulou técnica, os municípios associados portugueses, Alandroal, Moura, Mourão, Portel, Reguengos de Monsaraz e Serpa e pelos Ayuntamientos espanhóis de Alconchel, Cheles, Olivenza e Villanueva del Fresno. Desta reunião saíram decisões sobre as orientações e objetivos estratégicos que devem servir de guia para a preparação do Plano de Ação 2014-2020.

Linhas orientadoras, que têm por base “quatro grandes eixos”, como explana o presidente da Associação, José Calixto, à Rádio Campanário, “melhoria, qualificação e organização da oferta turística; comunicação, divulgação e informação; animação e desenvolvimento de atividades e identificação de atividades complementares ao turismo”.

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Em cima da mesa estiveram o turismo e o património num trabalho de parceria entre os intervenientes, áreas que já tiveram fundos significativos que foram geridos pela associação.

O Conselho Diretivo da Associação Transfronteiriça dos Municipios das Terras do Grande Lago é constituído pelo presidente, José Calixto (Reguengos de Monsaraz), e pelos vogais Maria Clara Safara (Mourão), Carlos Alves (Serpa), Ramón Dias Farias (Ayuntamiento de Villa Nueva del Fresno) e António Sierra Serrano ( Ayuntamiento de Cheles). A Assembleia Intermunicipal é composta pelo presidente Bernardino Piriz Antón (Ayuntamiento de Olivenza) e os secretários Santiago Macias (moura)e Óscar Díaz Herandez( Ayuntamiento de Alconchel).

O concelho de Reguengos de Monsaraz vai ser palco do Campeonato Campofrio Alqueva Formula Windsurfing 2014. Esta é a primeira etapa do Campeonato Europeu de Windsurf na classe Formula Windsurfing e vai decorrer entre os dias 1 e 4 de março, no Centro Náutico de Monsaraz, no Grande Lago Alqueva.

Esta competição que chega a terras alentejanas pelo terceiro ano, vai integrar o campeonato nacional, o ranking ibérico de águas interiores, o ranking europeu e o ranking mundial da classe Formula Windsurfing, como frisa o Vereador do município, Manuel Janeiro, esta “é mais uma vertente do Grande Lago Alqueva, os desportos náuticos, que valoriza todos os concelhos envolventes, dado que com a prova chegam turistas de vários países, que levam a divulgação mais além”.

Manuel Janeiro, frisa ainda que “pretende-se promover as potencialidades da região e da possibilidade da realização destes desportos durante todo o ano, o que não acontece nas zonas de mar, por razão de segurança, o mar nem sempre o permite, o Grande Lago Alqueva sim”.

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Para esta prova estão confirmados participantes de cinco países, entre os quais alguns atletas do top 15 mundial, nomeadamente Marco Begalli, de Itália, Valentin Brault, de França e Miguel Martinho, de Portugal.

 Após a competição em Reguengos de Monsaraz, o Campeonato Europeu de Windsurf da classe Formula Windsurfing vai ter provas na Lituânia, Alemanha, Finlândia, Estónia, Itália, Polónia, Letónia e Croácia. Uma modalidade desportiva criada em 1999 com o objetivo de ser uma classe de forte vocação para a competição, mas também para reduzir a quantidade de material que um atleta tem de transportar para cada campeonato, pois só poderá inscrever uma prancha, três velas e dois fins (quilha da prancha), facilitando a participação de amadores competirem com os profissionais.

Em Julho de 2012 a empresa Canadiana “Colt Resources” requereu à Direcção-Geral de Energia e Geologia a atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, cobre, níquel, cobalto, chumbo, zinco, arsénio e metais associados, na denominada zona dos mármores, que abrange os concelhos de Borba, Estremoz, Vila Viçosa, Alandroal, Redondo e Elvas, numa extensão de 633,935 km2. 

Passado mais de um ano e meio a Rádio Campanário contatou a empresa canadiana a fim de saber quais os resultados das prospeções na zona dos mármores, tendo-nos sido informado que “o contrato da nossa área de prospeção denominada “Borba” foi assinado com o Estado Português no dia 20 de Fevereiro de 2013.”

Quanto aos procedimentos realizados nesta zona, a empresa informou-nos que “este período de cerca de um ano, os trabalhos ali efetuados compreendeu um conjunto variado de tarefas, que começaram com a pesquisa e compilação de todos os trabalhos de prospeção mineira efetuados anteriormente nessa área por outras empresas. Posteriormente seguiu-se a investigação geológica dos locais considerados mais interessantes, sob o ponto de vista do seu potencial mineiro para o cobre. Nalguns desses locais, procedeu-se à colheita de amostras de solos e também de rochas posteriormente enviados para análises químicas. Foram também estudados em detalhe, algumas das antigas explorações de cobre que existiram na área em estudo.”

Na sequência dos trabalhos referido a empresa “Colt Resources” tem planeada uma pequena campanha de sondagens para avaliar em profundidade o comportamento de algumas das mineralizações de cobre existentes na área, o que se prevê que venha a ocorrer ainda durante o primeiro semestre deste ano.

No tocante às áreas localizadas na zona de Évora e Montemor-o-Novo, onde a empresa também já realizou prospeções, os trabalhos efetuados tiveram globalmente muito menos visibilidade pública do que os trabalhos anteriormente desenvolvidos, embora se revistam duma importância elevada no contexto do futuro aproveitamento industrial dos recursos auríferos existentes na região. 

Já no final do ano de 2013 realizou-se mais uma campanha de sondagens que indicaram a existência, na área de exploração experimental da “Boa Fé”, de recursos totais de cerca de 424.500 onças de ouro, que são equivalentes a aproximadamente a 13.200 Kg de ouro. Por seu turno, a Avaliação Económica Preliminar, estudou 4 cenários diferentes para uma produção anual de minério da ordem das 720.000 toneladas. No cenário a ser adotado, o custo estimado de cada onça de ouro extraído será de cerca de 700 USD.

Ainda fonte da empresa informou que “os próximos passos a desenvolver serão os procedimentos administrativos para o licenciamento da atividade industrial, bem como a preparação do estudo de viabilidade económica que se debruçará em maior detalhe sobre os processos metalúrgicos, custos de capital e de operação e desenho das escavações, sem obviamente se descurar os trabalhos complementares necessários a uma correta minimização dos impactes ambientais, que ocorrerão desta atividade.”

O Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP, é o serviço público de emprego nacional e tem como missão promover a criação e a qualidade do emprego e combater o desemprego, através da execução das políticas ativas de emprego, nomeadamente de formação profissional.

O Instituto tem uma Rede de Centros, composta por Centros de Emprego, Centros de Emprego e Formação Profissional e um Centro de Formação e Reabilitação Profissional.

Estas redes estão a sofrer algumas reorganizações internas, que como frisa à Rádio Campanário, o Delegado do IEFP do Alentejo, Palma Rita, estão diretamente ligadas ao ajustamento interno que tem por base a nova divisão administrativa da constituição das Comunidades Intermunicipais”.

Palma Rita acresce ainda “as Comunidades Intermunicipais (CIM) vão ter um papel determinante na definição e gestão dos fundos estruturais e será importante a caraterização dos concelhos do território, em todos os aspetos e dimensões do emprego e das qualificações e temos que ter uma divisão administrativa que coincida com as CIM”.

O responsável assevera que esta é uma “reorganização interna que não afeta em nada os utentes do concelho de Sousel, que passam a pertencer ao Centro de Emprego de Ponte de Sor”.

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O concelho de Sousel fica desta forma afeto ao Centro de Emprego de Ponte de Sor, que se deslocará à sede de concelho duas vezes por semana, para atendimento e acompanhamento dos utentes, das empresas e instituições. Mantendo-se, diariamente, o técnico do Gabinete de Inserção Profissional (GIP) no terreno para fazer a ligação direta aos serviços do IEFP.

 

Relembramos que o concelho de Sousel estava afeto ao Centro de Emprego de Estremoz desde a última reorganização dos serviços internos do instituto.

O advogado de João Nabais, prescindiu de 162 testemunhas no decorrer da audiência, revelando que “todas as testemunhas da acusação terem corroborado a tese da defesa”, e que “as únicas que não o fizeram eram adversárias politicas do senhor João Nabais”, disse o causídico ao Jornal de Notícias.

Recorde-se que o ex-presidente da Câmara Municipal de Alandroal está acusado de 207 crimes de peculato, que o Ministério Público justificou com a alegada apetência por “diversão noturna” e “turismo sexual”, sendo 117 crimes de peculato e 90 de peculato de uso, por cerca de 120 viagens feitas durante dois mandatos em que presidiu à autarquia alandroalense (2002-2009), pelo PS.

Ainda segundo o Ministério Público, houve apropriação ou uso abusivo de bens públicos em 89 viagens a Lisboa e em 30 à Madeira, aos Açores e 12 a países estrangeiros, no valor de 640 mil euros.   

Em causa estão também as cinco viagens a Cuba, justificadas com a “necessidade de dar apoio aos idosos do concelho num país desconhecido”, no âmbito do “Programa Milagre” promovido pela Câmara de Alandroal que garantiu a 50 idosos operações às cataratas, que custou aos cofres da autarquia 116 mil euros.

Com esta decisão o advogado Luís Filipe Pereira comete uma ousadia processual justificada pela “confiança inabalável na absolvição”.

 

A Rádio Campanário contatou por diversas vezes o escritório do advogado de João Nabais, Luis Filipe Pereira, que se mostrou indisponível para prestar declarações.

O Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) é o projeto de regadio mais recente da Europa e apresenta excelentes condições para o desenvolvimento de sistemas culturais sustentáveis do ponto de vista agronómico e ambiental.

Desta forma multinacionais agrícolas estão de “olhos postos” nas condições que a água de Alqueva lhes pode permitir fazer investimentos que rumam ao Alentejo.

À Rádio Campanário, o Presidente da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, S.A. (EDIA), José Pedro Salema, salienta que “o interesse das multinacionais vem no seguimento da política permanente de promoção do regadio de Alqueva, uma estratégia constante que se revela positiva com os potenciais investidores”

José Pedro Salema assevera que Alqueva “é a melhor potência solar da Península Ibérica”.

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Alqueva com 120 000 hectares de regadios implementados numa região onde os solos têm elevada aptidão para esta prática agrícola, o número de horas de sol é superior à média europeia e o clima, aliado à disponibilidade de água, características singulares que permite um enorme potencial agrícola. Uma conjugação de variáveis que dão à região indiscutíveis vantagens competitivas.

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