Os distritos de Évora, Faro e Beja vão juntar-se aos de Setúbal, Lisboa, Santarém, Castelo Branco e Portalegre que a partir das 12:00 vão estar sob aviso vermelho por causa da chuva, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os oito distritos estão sob aviso vermelho devido à previsão de chuva por vezes forte e persistente e ocasionalmente acompanhada de trovoada e possibilidade de ocorrência de fenómenos extremos de vento.

De acordo com o IPMA, o aviso vermelho para os oito distritos vai estar em vigor entre as 12:00 e as 18:00 desta terça-feira.

O aviso vermelho corresponde a uma situação meteorológica de risco extremo. Nesta situação, o IPMA recomenda que as pessoas se mantenham ao corrente da evolução das condições meteorológicas e sigam as orientações da proteção civil.

Portugal continental está sob o EFEITO DA DEPRESSÃO BÁRBARA, que dará origem a precipitação forte, aumento da intensidade do vento com rajadas até 100 quilómetros por hora e até 130 quilómetros por hora nas terras altas e agitação marítima, em especial na costa da região sul.

A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), enquanto entidade promotora do projeto internacional Recognize & Change em Portugal, vai promover no final do mês de outubro um workshop focado na temática da “Igualdade e Anti-Discriminação”.

No âmbito do projeto educativo co-financiado pela Comissão Europeia - DG EuropeAid "Recognize & Change", a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) vai promover no final do mês de outubro o workshop sobre “Igualdade e Anti-discriminação”, uma abordagem focada na Orientação Sexual, Identidade ou Expressão de Género e Características Sexuais, que terá como formador João Pereira, Conselheiro Político do Conselho da Europa.

O workshop tem início no dia 27 de outubro e irá decorrer ao longo do mês de novembro, tendo uma carga horária de 30 horas, ministradas online, em sessões de duas horas, e a participação é gratuita e aberta a toda a população.

Os interessados em participar poderão fazer a sua inscrição através deste formulário: https://forms.gle/QAd2StiesCfuvjaL6

Segundo a Recognize & Change, este workshop abordará conceitos relacionados com Orientação Sexual, Identidade ou Expressão de Género e Características Sexuais, os direitos humanos das pessoas LGBTI, a discriminação e a violência contra as pessoas LGBTI (discriminação estrutural, discurso de ódio, crimes de ódio), e o workshop culminará com um trabalho final focado nesta temática.

O "Recognize & Change" iniciou a sua ação em 2018 e teve a duração de três anos, envolvendo parceiros do Brasil, Bulgária, Cavo Verde, Espanha, França, Grécia, Itália e Roménia, tendo a CIMAA sido a entidade que representa Portugal neste projeto.

O “Recognize & Change” é um projeto desenvolvido no âmbito do DEAR - Educação, Desenvolvimento e Educação, que tem como público-alvo, especificamente, jovens dos 11 a 30 anos, e o seu objetivo é aumentar a consciencialização sobre as diferentes formas de violência e discriminação, particularmente as relacionadas às origens culturais, migratórias e de género, incentivando a participação ativa na divulgação de uma cultura inclusiva e não discriminatória. A educação por pares é aplicada a forma principal para aumentar a consciencialização dos jovens, para promover a aprendizagem mútua.

Segundo o Comando Territorial de Évora da GNR, ocorreram sete acidentes de viação, sendo seis colisões e um atropelamento, dos quais resultaram dois feridos, um grave e um ligeiro.

Ocorreu um acidente de trabalho na localidade de Bencatel do qual resultou um ferido leve.

Registou-se um incêndio agrícola na localidade de Estremoz, tendo ardido aproximadamente 21.880 hectares de mato, pasto e montado.  

No âmbito da criminalidade foram registadas nove ocorrências, sendo quatro crimes contra o património, três crimes contra as pessoas, um crime contra o Estado e um crime previsto em legislação avulsa.

Em termos contraordenacionais foram registadas 46 infrações rodoviárias.

Dá-se ainda continuidade às operações Resina, Floresta Segura, Prisec2020, Campo Seguro, Operação Censos Sénior, ARCADE2020 e JetMobile3 e Operação Proteção COVID-19.

Cinco idosos, quatro mulheres e um homem, infetados com COVID-19, relacionados com o surto em valências da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, estão internados no hospital de Évora, disse fonte hospitalar.

A fonte do Hospital do Espírito Santo de Évora, indicou à Lusa, que os idosos, com idades entre os 86 e os 90 anos, estão internados em "enfermaria COVID".

Recorde-se que, como a RC noticiou no dia de ontem, já existem cerca de 50 pessoas infetadas com COVID-19 no concelho de Vila Viçosa. 

 

De acordo com a informação avançada há poucos instantes na página oficial de facebook do Agrupamento de Escolas de Alandroal, duas turmas da EB Diogo Lopes de Sequeira, de 3º e 4º ano(Turmas A1CC e A1CD), receberam indicações para que os alunos permaneçam em casa, sem ir às aulas.

A situação, segundo adianta a informação, ocorre por indicação da Autoridade de Saúde Local Coordenadora, e deve manter-se  até serem conhecidos os resultados dos testes às docentes titulares das turmas.

O Agrupamento de Escolas de Alandroal avança ainda com a informação de que, será articulado com a  a DGEstE e com a Câmara Municipal de Alandroal, o inicio imediato do ensino à distância para estes alunos.

Graça Freitas relembrou hoje que o período de incubação máximo da Covid-19 é de 14 dias e as pessoas têm que se manter em isolamento.

De acordo com a notícia avançada pela Sábado, Graça Freitas reforçou que as pessoas que se encontrem numa situação de isolamento profilático e testem negativo, não podem vir logo para a rua.

"O período de incubação máximo é de 14 dias e as pessoas têm que se manter em isolamento", referiu a diretora-geral de Saúde na conferência de imprensa sobre a situação da pandemia de Covid-19 em Portugal.

"Não se pode interpretar livremente o teste negativo para sair do isolamento profilático", frisou.

Essa autorização tem que partir das autoridades de saúde.

A Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS),defendeu hoje que "a partir do momento em que é identificado o primeiro caso [o lar] deixa de ser a resposta adequada, por ausência normal de meios".

Contactado hoje pela agência Lusa, o diretor de serviços da FMIVPS, em Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, João Carlos Silva, disse que a instituição ainda não tem, em relação ao relatório da Ordem dos Advogados hoje divulgado, "uma resposta articulada", a qual "está a ser tratada com a área jurídica" da instituição, conforme avança o Notícias ao Minuto

No contraditório ao relatório da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados (CDHOA) sobre o surto detetado neste lar de Reguengos de Monsaraz, a FMIVPS argumentou que "os idosos eram residentes" e que, após ser detetado o primeiro caso de covid-19, a partir do dia 19 de junho, "passaram a ser doentes".

"Uma estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI) corresponde a uma resposta social de alojamento, com uma função legal e uma tipologia própria de serviço social", pelo que "não está nem pode estar equipada com meios (humanos e materiais) para responder a um surto pandémico", sublinhou.

Nesse sentido, a proprietária do lar assinalou que "todas as decisões, intervenções e cuidados adequados ao surto são, necessariamente, da Saúde Pública e dos médicos", dando como exemplo "as decisões de manter (ou não)" os então doentes na ERPI, "transferi-los para o hospital ou para um outro equipamento".

"Nem assim deixaram a ERPI, a fundação, a Proteção Civil Municipal, e as pessoas que eram por elas responsáveis ou nelas colaboravam, de trabalhar para assegurar a dignidade e boas condições dos seus residentes" e ainda de um novo conjunto de residentes: os médicos, os militares, os voluntários, os colaboradores contratados", realçou.

Segundo a FMIVPS, além da "disponibilidade 24 horas", foram fornecidas refeições, camas e materiais, foram construídos balneários e foram instalados equipamentos e serviços informáticos, "sempre em cumprimento das orientações das autoridades de saúde, da segurança social e da proteção civil".

A instituição admitiu que "tenha havido demoras adicionais na prestação de cuidados", devido à "redução abrupta" de funcionários, a maioria em isolamento profilático, e "dificuldade de mobilização de meios ou de recrutamento", mas sublinhou que as eventuais demoras "nunca comprometeram a qualidade" dos cuidados.

"Os medicamentos eram prescritos pelos médicos de família da Unidade de Saúde Familiar responsáveis pelos utentes e a prescrição constava de CARDEX (planos de administração) que foi entregue pela técnica da instituição aos médicos do Agrupamento de Centros de Saúde quando estes passaram a assumir diretamente os cuidados médicos aos utentes do lar", acrescentou.

No relatório da CDHOA consta também o teor de um ofício enviado pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo a propósito do relatório da comissão de inquérito da Ordem dos Médicos sobre os cuidados prestados aos utentes do lar.

Este organismo alegou que não foi convidado a pronunciar-se pela Ordem dos Médicos sobre a auditoria, cujo teor considerou "obscuro, enganoso e tendencioso", e escusou-se a "emitir qualquer pronúncia", por estar a decorrer um processo de inquérito judicial.

Contactada hoje pela Lusa, a ARS do Alentejo declinou tecer comentários sobre ao relatório da Ordem dos Advogados, invocando o mesmo argumento.

Em comunicado, a CDHOA considerou existirem "indícios de violação grave dos direitos humanos e dos direitos de liberdade e garantias consagrados na Constituição" no surto de covid-19 ocorrido no lar da FMIVPS.

O surto em Reguengos de Monsaraz foi detetado em 18 de junho, tendo provocado 162 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2.

A maior parte dos casos de infeção aconteceu no lar da FMIVPS, envolvendo 80 utentes e 26 profissionais, mas também 56 pessoas da comunidade foram atingidas, tendo morrido 18 pessoas (16 utentes e uma funcionária do lar e um homem da comunidade).

De acordo com a informação avançada pelo Município de Arraiolos, entrou em fase de conclusão a obra da pista de atletismo no “Campo Municipal Cunha Rivara”.

Esta infraestrutura será uma mais valia para o atletismo, servindo a população em geral, atletas e associações desportivas, bem como os alunos do Agrupamento Escolar de Artraiolos.

A promoção e o incremento do desporto, através da dinamização de atividades de iniciativa municipal e do investimento em novos equipamentos desportivos, permite dotar o concelho de melhores condições para a prática desportiva.

O Município de Alandroal atualizou a situação epidemiológica do Concelho, à data de 19 de outubro.

Segundo indica a autarquia,  registam-se neste momento um total de 8 casos confirmados, dos quais 3 se encontram ativos.

Registam-se assim mais 2 casos positivos face à última atualização.

Recuperaram até ao momento 5 pessoas.

De acordo com a informação avançada pela Autarquia, a cidade de Évora foi o destino da primeira etapa da prova “48 Horas Automóveis Antigos Alentejo 2020”, uma competição denominada de “regularidade histórica” destinada a automóveis antigos, organizada pelo Road 21 – Portugal Classic Association.

Com o apoio da Câmara Municipal de Évora, verdadeiras relíquias do mundo automóvel parquearam hoje, 17/10, junto ao Templo Romano, onde puderam ser apreciadas pelos eborenses e visitantes. De entre os 87 belíssimos exemplares, mereceu atenção especial o mais antigo, um Ford A Tudor de 1930.

Eduardo Luciano, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Évora, deu as boas vindas à comitiva, referindo-se na ocasião à importância da presença deste evento na cidade onde o património monumental enquadra na perfeição os veneráveis exemplares do património automobilístico

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