Joaquim Serra, único vereador da oposição no município de Borba, é o nome mais forte para a candidatura à Câmara Municipal da cidade nas próximas eleições autárquicas. A informação foi adiantada a esta Estação Emissora pelo próprio, que revelou que tudo ficará definido na próxima semana, sendo que a apresentação oficial da candidatura da CDU ao município já está agendada para o próximo dia 30.

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Com 49 anos, Joaquim Serra é técnico superior de administração autárquica, militante do PCP e vereador da autarquia borbense há catorze anos. Nos anteriores atos eleitorais, em 2005 e 2009, Joaquim Serra também esteve entre os pretendentes à presidência, encabeçando as listas da CDU.

Ângelo Sá, atual presidente de Borba pelo terceiro mandato consecutivo, é o cabeça de lista do PS à Assembleia Municipal.

Entretanto já foram tornadas públicas as candidaturas de Benjamin Espiguinha, pelo PSD, e de Jerónimo Cavaco, pelos socialistas. Também para concorrer nas próximas eleições autárquicas, agendadas para 29 de setembro, foi criado o Movimento Unidos por Borba (MuB), liderado por António Anselmo, mas que ainda não apresentou o candidato à cadeira presidencial.

Com o objetivo de fazer face às dificuldades que ambos os países atravessam, a Cáritas portuguesa e espanhola, na fronteira raiana, estão a unir esforços para combater a pobreza e desemprego. O projeto, hoje apresentado em Évora, consiste numa plataforma online que vai divulgar oportunidades de emprego no Alentejo e Extremadura espanhola, disse o Presidente da Cáritas Diocesana de Évora, diácono Luís Oliveira Rodrigues, à margem do I Encontro Transfronteiriço de Técnicos de Inserção Laboral.

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O projeto, denominado “Rede de Apoio Mútuo Cáritas Diocesanas da Raia” já vem sendo desenvolvido há dois anos pelas Cáritas Diocesanas de Portalegre/Castelo Branco, Évora e Beja, em conjunto com as Cáritas espanholas de Cidade Rodrigo, Salamanca, Cória/Cáceres e Mérida/Badajoz. Nesta iniciativa colabora ainda o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e, do lado espanhol, a Universidade da Extremadura. A plataforma ainda não está disponível, mas os trabalhos vão continuar, para que entre em funcionamento logo que possível. 

39 alunos da Universidade de Évora (UE), em risco de abandonarem os estudos,  vão beneficiar de bolsas, ainda este ano, que no total representam um investimento de 60 mil euros.

O Fundo de Apoio Social da Universidade de Évora (FASE–UÉ), criado em 2012 e que tem por objetivo apoiar situações de carência económica de emergência devido à crise,  contou  este ano com o contributo financeiro de oito mecenas, além de verbas da academia provenientes do aumento de propinas.

“O projeto foi iniciado depois de se verificar o crescente número de estudantes a abandonar a universidade ou a viverem com dificuldades”, explicou o pró-reitor da academia, João Nabais.

A medida, destinada a alunos que não recebem apoio de bolsas estatais, tem um conjunto de regras, entre as quais está ainda a impossibilidade de facultar o apoio a quem não obtenha um aproveitamento satisfatório nos estudos. Das 165 candidaturas, 39 foram aceites, sendo que os apoios variaram entre os 734 e os 1.578 euros, depois de calculadas as necessidade dos candidatos.

O apoio, contudo, prevê também uma participação ativa dos alunos:  com o objetivo de formar cidadãos responsáveis,  os alunos tiveram de efetuar 75 horas de trabalho de voluntariado, em instituições culturais e sociais ou em atividades de reconhecida relevância para a UÉ. Os beneficiários, disse João Nabais, comprometem-se ainda a “devolver para o fundo 50% do apoio que receberam, no prazo de três anos após conclusão do curso”.

 

A Universidade de Évora vai apresentar publicamente, dia 21 deste mês, o Relatório do FASE-UÉ relativo ao ano letivo 2012/2013. A iniciativa deverá ter continuidade no próximo ano letivo.

O Alentejo conta hoje com muitos mais locais adaptados a pessoas portadoras de deficiência. A garantia é dada por Isabel Benedito, uma das coordenadoras envolvidas no projeto “Rotas sem Barreiras”, quem tem por objetivo apostar na sensibilização, informação e atuação na área do turismo acessível para todos.

A versão atualizada do “Guia de Turismo Acessível”, com 163 sítios para turistas com deficiência, foi apresentada esta semana, resultante da parceria entre Esdime – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste e Terras Dentro – Associação para o Desenvolvimento Integrado, ambas portuguesas, com as associações da Extremadura espanhola ADERCO, de Olivenza e CEDECO, de Tentudia.

Isabel Benedito, da Esdime, falou à Rádio Campanário para explicar em pormenor o projeto. A coordenadora adiantou também que no Alentejo, e no âmbito do PRODER, foram aplicados cerca de 220 mil euros, sendo que as iniciativas deverão ser alargadas, em breve, a toda a região, em consequência do interesse já demonstrado pela Turismo do Alentejo.

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Entre os sítios sugeridos, encontra-se património histórico, religioso e natural, museus, alojamentos, restaurantes e bares, sítios de venda de produtos locais e equipamentos de atividades de lazer. 

“A situação critica do passivo acumulado e das dívidas acumuladas”da Fundação Alter Real (FAR) levaram o Governo a aprovar o diploma que extingue esta instituição.

A decisão foi comunicada pelo Ministério da Agricultura que explica que esta decisão permite dar início ao processo de liquidação das dívidas a empresas e colaboradores, considerando que a extinção da FAR “assegura uma solução sustentável” para o futuro de Alter do Chão.

António Pimentel Saraiva em declarações à Rádio Campanário contou que o modelo implementado não funcionava como estava a ser conduzido, e que já exibia alguns problemas desde a sua fundação, que vieram a ser sentidos nos anos seguintes devido às despesas elevadas e retorno deficiente.

Sob a alçada da FAR estava a Coudelaria de Alter. Para o presidente da Fundação Alter Real a falta de sustentabilidade deve-se à criação de cavalos, uma atividade que consome muitos recursos e com muitas despesas.

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Com cerca de 50 funcionários a FAR foi criada a 1 de Março de 2007, após a extinção do Serviço Nacional Coudélico, no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado.

O projeto da FAR reuniu um grupo de 30 fundadores privados que investiram 50 mil euros cada, além de se comprometerem a pagar uma quota anual superior a dois mil euros.

Nos últimos anos a FAR acumulou um passivo de 2,5 milhões de euros e dívidas a empresas prestadoras de serviços.

 

Entretanto nos últimos meses, surgiu a possibilidade, por parte dos fundadores, de avançar para um modelo de gestão, mas tal não foi aceite por Assunção Cristas, tomando assim o Estado, através da Companhia das Lezírias e da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, a gestão do património.

É já no próximo dia 12 de Julho que a Aldeia da Venda, no concelho de Alandroal, vai dar início à VII edição do Torneio de Futebol de Praia. O modelo da competição permanece igual ao de outros anos: dezasseis equipas, divididas em grupos de quatro, na primeira etapa. Terminada a primeira fase, seguem em frente as duas equipas melhores colocadas em cada composição, prosseguindo depois a disputa acesa entre os melhores, em direção à final.

Em jogo, para além do prazer da competição e convívio entre todos os envolvidos, desde jogadores, equipa de arbitragem e população em geral, estarão em causa troféus para os melhores coletivos, além de prémios individuais que vão distinguir o melhor marcador do torneio, o melhor jogador e o melhor guarda-redes.

 

A emoção do futebol chega à localidade todas as sextas-feiras, sábados e domingos, a partir das 21 horas. As inscrições, limitadas a 16 equipas, decorrem até dia 28 de Junho. Os interessados poderão esclarecer as dúvidas ou fazer a inscrição através do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

A Guarda Nacional da República registou hoje, dia 18 de junho, mais dois acidentes de viação no distrito de Évora, depois de no último fim-de-semana se terem contabilizado quatro vítimas mortais nas estradas eborenses.

Um dos acidentes, entre Estremoz e Evoramonte, apenas causou danos materiais para a viatura que se despistou. A outra ocorrência, na Estrada Nacional 254, entre Évora e Redondo, envolveu 3 viaturas, o que culminou no fecho da via durante mais de hora e meia, disse à Rádio Campanário o Major Copeto, da GNR de Évora.

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Uma médica do Hospital do Espirito Santo, em Évora, foi condenada a 170 dias de multa, no valor total de 2.040 euros, em sequência do que o Tribunal da Relação da cidade considerou ser um homicídio por negligência. A profissional terá dado alta a um homem de 71 anos, que deu entrada no serviço de urgência pelas 5h de 16 de fevereiro de 2008, com sintomas de edema agudo do pulmão (EAP).

A médica terá examinado o doente e solicitou a realização de análises, radiografia e eletrocardiograma. Perante o quadro, o homem foi alertado para a necessidade de continuar com a medicação que tomava habitualmente e, duas horas depois da entrada no hospital, saiu pelo próprio pé, sem prescrição de medicamento ou outra terapêutica. O doente faleceu horas depois, em casa, depois de uma nova crise respiratória.   

 “Acontece que, tendo em conta a provável existência de edema agudo do pulmão, referida na hipótese de diagnóstico que lhe foi transmitida pela VMER [viatura médica de emergência e reanimação], impunham as boas práticas médicas que a arguida tivesse determinado o internamento do doente, com a sua consequente monitorização, e vigilância e não lhe tivesse dado alta, como fez”, refere o acórdão da Relação de Évora

A defesa alegou, entre outros argumentos, que não ficou provado que o internamento do doente iria permitir a vigilância e monitorização, uma vez que “o hospital estava sobrelotado, estando os doentes a ser internados no refeitório, onde, seguramente, não é possível fazer uma monitorização e vigilância”.

O pedido de indemnização cível feito pela família vai ser julgado num processo à parte, nos tribunais civis.

A arguida estava a cumprir um turno de 24 horas, que começou às 08:00 do dia 15. Durante esse período, chegaram ao serviço de urgência mais de 150 doentes, tendo a arguida dado alta a 45. A profissional exercia funções nas urgências de dois hospitais, em regime de prestação de serviços.

 

A Rádio Campanário contatou o Hospital do Espirito Santo de Évora, mas até ao momento não foi possível obter declarações da direção. 

À exceção dos alunos da Escola Secundária Gabriel Pereira, todos os alunos do distrito de Évora realizaram os exames agendados para hoje. Em Vila Viçosa, tudo decorreu dentro da normalidade.

A Rádio Campanário falou com Antónia Fialho, do Sindicato dos Professores da Zona Sul, que o importante, para hoje, era a adesão à greve, e nesse capitulo o resultado foi positivo, apesar de ainda não haver dados oficiais dos docentes que aderiram ao movimento convocado pelos sindicatos. A dirigente referiu que muitos professores sentiram pressões, provenientes de vários lados, o que terá condicionado a adesão. O próximo passo da luta já está marcado, adiantou Antónia Fialho.

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Em Vila Viçosa registou-se uma adesão à greve de 78,5%, sendo que os exames nacionais decorreram com a normalidade dos outros anos. 

Foto:D.R.

Três acidentes de viação nas estradas do distrito eborense resultaram, no passado fim-de-semana, em quatro vítimas mortais. A GNR registou o primeiro embate no sábado de manhã, na Estrada Nacional 380, entre Évora e Alcáçovas, o qual envolveu um velocípede e automóvel. O ciclista, de 82 anos, faleceu. O condutor da viatura não prestou auxílio à vítima, sendo por isso que está a ser procurado pelas forças de segurança, em resultado dos crimes de homicídio por negligência e omissão de auxilio.

Na madrugada de domingo registaram-se duas vítimas mortais, dois homens de 26 e 31 anos, em resultado de uma colisão frontal no IP2, perto de São Manços. Ainda no domingo foi registada mais uma vítima mortal, um homem de 65 anos, na sequência de um despiste perto do Carrascal, no concelho de Montemor-o-Novo.

O Major Copeto, da GNR de Évora, falou mais detalhadamente à Rádio Campanário sobre as ocorrências e deixou alguns avisos.

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Ainda sobre a colisão frontal das duas viaturas, o oficial da GNR frisou que não houve indícios de derrapagem no pavimento, o que poderá indicar o excesso de velocidade e possível sonolência dos condutores.

Os acidentes estão a ser investigados pelo Núcleo de Investigação de Crimes de Acidentes de Viação do destacamento territorial de Évora. 

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