28 Out. 2020
 
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15:00-17:00

 

A empresa Gesamb, responsável pela gestão e exploração do Sistema Intermunicipal de Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Distrito de Évora, vai investir mais de 450 mil euros num contentor itinerante para recolha de resíduos perigosos.

De acordo com a empresa, este novo investimento irá ampliar os pontos Ecocentros, que têm contentores específicos para depositar alguns destes resíduos, como por exemplo: óleos de motor, TV´s, monitores, frigoríficos, lâmpadas, pilhas e baterias.

A Gesamb refere que para ampliar a correta deposição destes e de outros resíduos domésticos perigosos como: tintas, vernizes, solventes, tinteiros, toners, termómetros de mercúrio, a Gesamb está a fazer novos investimentos. Em meados de 2019, a Gesamb elaborou uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR), onde se propôs realizar um investimento total de 465 mil euros para operacionalizar estas recolhas. Este montante - 465 mil euros é o total do investimento que inclui:

  • aquisição de um contentor itinerante;
  • aquisição de uma viatura pesada para transporte do contentor;
  • criação de um espaço de armazenamento adequado, nas instalações sede da Gesamb (Évora);
  • uma campanha de informação e sensibilização para a população.

O contentor itinerante, que está neste momento, em fase de construção, foi adjudicado pelo valor total de 73.500 euros.

A empresa prevê que este contentor itinerante para recolha de resíduos perigosos está disponível para o 2º trimestre de 2021. Este contentor percorrerá as diversas localidades dos 12 municípios que integram a Gesamb - Alandroal, Arraiolos, Borba, Évora, Estremoz, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas e Vila Viçosa.

O objetivo deste equipamento, segundo a Gesamb, é “criar as condições adequadas e numa lógia de recolha de proximidade promover a entrega destes resíduos que de outra forma não seriam encaminhados para o destino mais adequado”.

Este investimento contempla ainda, uma campanha de informação e sensibilização ambiental para esta temática, a aquisição de uma viatura pesada para transporte do contentor e a criação de um novo espaço de armazenamento, em Évora, para acondicionamento dos vários resíduos recolhidos, até encaminhamento para o destino final.

O eurodeputado Carlos Zorrinho, eleito pelo PS, no seu comentário desta terça-feira, 27 de outubro, abordou aos microfones da Rádio Campanário, as votações para o Orçamento de Estado (OE) para 2021, os resultados das eleições regionais dos Açores e a segunda vaga da pandemia COVID-19.

O debate da proposta de Orçamento do Estado para 2021 iniciou-se esta terça-feira. Matematicamente, o OE será viabilizado na generalidade, com as abstenções do PCP, do PAN, do PEV e das deputadas não-inscritas Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues e com os votos contra do PSD, CDS-PP, IL, CHEGA e Bloco de Esquerda, o único partido à esquerda a votar contra o OE 2021. Carlos Zorrinho admitiu que não compreende “e não entendo” a tomada de decisão do BE.

Para o eurodeputado, “o que importa agora é olhar em frente e fazer acontecer e que este OE passe na generalidade e nas especialidades e que seja aprovado para ajudar as pessoas, as empresas e melhorar a vida dos portugueses e para reforçar o SNS”.

“Essa aprovação é fundamental para ajudar a minorar o sofrimento e ajudar a recuperar o país”, enaltece o socialista.

Questionado se considera que houve uma jogada política por parte do BE, Carlos Zorrinho afirmou que “é óbvio que é uma jogada política”, lembrando que “(…) estamos a aproximar das Eleições presidenciais e também das autárquicas e há um posicionamento normal tanto dos partidos à esquerda como à direita. O eurodeputado espera que “no fim não sejam os portugueses a pagar estes ceticismos políticos que têm marcado, infelizmente, esta segunda fase da pandemia”.

“Na primeira vaga da COVID-19, houve um grande sentimento de unidade nacional e isso perdeu-se (…)”, disse.

Com este voto contra do BE no Orçamento de Estado para 2021, o socialista não tem dúvidas de que “(…) a Geringonça, tal como a conhecíamos em 2015, não existe mais”.

No passado domingo, os açorianos foram às urnas para definirem a distribuição dos 57 assentos da Assembleia Legislativa Regional, da qual resultará o próximo governo da Região Autónoma. O PS, que governa a região há 24 anos, venceu as eleições, mas perdeu a maioria absoluta que detinha há mais de 20 anos. Na distribuição de mandatos, o PS consegue 25, o PSD 21, o CDS três, o CHEGA dois, o Bloco de Esquerda dois, o PPM dois, a Iniciativa Liberal um e o PAN outro. De fora do parlamento regional fica a CDU. Na prática, os partidos à direita - PSD, CDS, CHEGA, IL e PPM têm mais mandatos (29) do que os partidos à esquerda (28) – PS, BE e PAN.

Segundo o socialista, não se poderá fazer uma leitura destes resultados para as próximas eleições legislativas, mas “reflete uma tendência de surgimento de novos partidos alguns contra-sistema”. O eurodeputado salienta que “o PS governa os Açores há mais de 20 anos” e que isso também “cria algum desgaste. E esses novos partidos, com uma linguagem populista, conseguem sempre, no fundo, conjugar os descontentes. Aquilo que aconteceu nos Açores já aconteceu em muitos outros sítios, mas é também consequência dos tempos que vivemos”.

Sobre o resultado obtido pelo CHEGA, que conseguiu eleger dois deputados, o socialista sublinha que “felizmente, tanto nos Açores como em Portugal, a grande maioria dos eleitores não votam e nem tencionam votar em partidos como o CHEGA”.

Relativamente à segunda vaga da pandemia COVID-19 na Europa e quanto ao futuro, o eurodeputado lembra que “é muito difícil fazer previsões”, enaltecendo que “há previsões otimistas em relação à vacina, que preveem que ela esteja disponível ainda este ano”.

Para Carlos Zorrinho, as medidas tomadas pelo Governo são “as possíveis” e frisa que “é preciso a cooperação de todos, pois o SNS é muito importante e toda a gente (…) É muito importante não voltarmos a confinar, porque sabemos o impacto que isso tem na economia e no emprego”.

No contexto europeu, o socialista refere que “o que estamos a verificar um pouco por toda a Europa (…) não é um confinamento geral, mas sim parcial - alguns recolheres obrigatórios, cercas sanitárias. (…)”.

Carlos Zorrinho foi um dos 100 eurodeputados distinguidos como os mais influentes do Parlamento Europeu, numa lista em que constam cinco eurodeputados portugueses – Carlos Zorrinho (PS), Margarida Marques (PS), Paulo Rangel (PSD), Pedro Silva Pereira (PS) e José Manuel Fernandes (PSD). Aos microfones da nossa emissora, o socialista disse que “é sempre muito bom sermos reconhecidos”, destacando que Portugal tem “uma excelente equipa de eurodeputados”, não tendo dúvidas de que “o nosso país está muito bem representado”.

“Fico contente que o meu trabalho seja reconhecido”, enaltece.

O socialista destacou que a Rádio Campanário “também me ajuda ao poder comunicar aquilo que faço com o seu vasto auditório e a ter um contacto mais direto com a realidade portuguesa, para poder conhecer essa realidade e exercer com rigor o meu mandato em Bruxelas”.

O eurodeputado admitiu que deseja é que um dia “possamos iniciar este programa dizendo que agora podemos respirar fundo e podemos voltar a abraçar uns aos outros, porque vencemos esta batalha [COVID-19]”.

O Município de Vila Viçosa, sensibiliza os utentes e a população para que, na tentativa de diminuir o fluxo de pessoas a dirigirem-se ao Centro de Saúde, foi criada uma linha de apoio para obtenção das declarações de isolamento profilático.

Linha de apoio da USP para obtenção da declaração para efeitos de isolamento profilático – 969269242

 

 

Foi realizado no passado dia 23 de Outubro a 10ª Reunião Plenária da Comissão Municipal de Economia e Turismo de Évora, onde foram identificadas as consequeências dramáticas que a pandemia COVID-19 trouxe à economia do Concelho. Foram comunicados dados oficiais pelo Presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá, que explana, como exemplo, que no sector do turismo foram atingidos níveis de quebra superiores a 95%.

Num comunicado oficial pelo Município é possível conhecer algumas das problemáticas discutidas na reunião:

Numa cidade em que o turismo se consolidou como uma das principais fontes de dinamização da atividade económica, este impacto negativo teve consequências sociais alarmantes, com o aumento do desemprego e o consequente efeito dramático num elevado número de famílias. Apesar do recurso ao layoff, que salvou do encerramento muitas das pequenas e micro empresas, têm-se verificado dificuldades acentuadas em grandes unidades, nomeadamente do setor da aeronáutica.

A este propósito, o Presidente da Câmara teve oportunidade de informar a Comissão que em Maio/Junho fez chegar ao Conselho Regional da CCDRA – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, uma proposta no sentido de vir a ser elaborado um plano de emergência social e económico que identificasse as dificuldades mais prementes sentidas especificamente pela região. O objetivo seria enviar o plano ao Governo para que este pudesse tê-lo em conta nas medidas de apoio a adotar para a região nos próximos meses. A Comissão foi ainda informada sobre o ponto de situação no que se refere aos níveis de contágio da COVID19 no Concelho de Évora: após um período de estabilidade que durou alguns meses, Évora teve agora um incremento no número de infeções mas graças ao trabalho relevante desenvolvido pelas autoridades de saúde em estreita colaboração com as autarquias, proteção civil, e outras instituições locais, os surtos têm sido controlados, não se verificando contágio comunitário.

Os representantes dos vários setores da atividade económica do Concelho fizeram ouvir as suas preocupações quanto ao decréscimo muito acentuado do comércio e das atividades associadas ao turismo. Com a aproximação da época natalícia, os comerciantes locais manifestaram a sua apreensão com o agravamento da situação e solicitaram o apoio da Câmara Municipal com medidas que atraiam a população às zonas comerciais da cidade. Solicitaram igualmente à autarquia que fizesse chegar ao Governo a necessidade de medidas que atenuem os encargos a que estão obrigados, designadamente ao nível de IRC, IVA, ou no prolongamento dos prazos das moratórias para satisfação de compromissos. Da parte da Câmara obtiveram a garantia da continuação da isenção de taxas municipais de ocupação de espaço público pelas esplanadas pelo menos até ao final do ano. Para além da iluminação festiva de Natal, que já está a ser instalada, estão a ser preparadas iniciativas de animação para o Centro Histórico. Por outro lado, irá continuar o esforço no sentido de chamar à cidade a organização de eventos importantes de âmbito nacional e até internacional.

Foram apresentadas as linhas gerais do Plano Estratégico para o Aeródromo de Évora: um plano arrojado que pretende dotar esta infraestrutura de meios e condições para contribuir de forma determinante para o desenvolvimento de Évora e do Alentejo.

O Presidente da Câmara Municipal informou a Comissão de que continuam a ser recolhidas ideias para o futuro da Feira de S. João, e que a Autarquia espera os contributos dos agentes económicos. O objetivo é reunir o maior consenso possível numa decisão que, não deixando de prestigiar um evento secular e muito enraizado na população, consiga adaptá-la aos tempos modernos e às contingências do progresso.

 

A Rede Expressos anunciou hoje através do seu site, a supressão de toda a atividade de transporte de passageiros entre as 00:00 de sexta-feira e as 06:00 de 03 de novembro, mediante a decisão do Governo de limitar a circulação de pessoas entre concelhos.

Segundo avançou empresa de transportes à Lusa, “A determinação do Governo de não autorizar a circulação de pessoas entre concelhos, com exceções muito específicas, impede que a Rede Expressos possa realizar a sua operação de uma forma normal”

Em comunicado, a Rede Expressos atenta que “todos os passageiros que adquiriram antecipadamente os seus bilhetes poderão ser reembolsados ou revalidá-los sem custos”, no âmbito do recente cancelamento de atividade. 

Face à decisão de suprimir toda a atividade de transporte de passageiros durante o período em que o Governo determinou a limitação de circulação entre diferentes concelhos do território continental, a empresa de transporte público rodoviário prevê normalizar a atividade, em termos de horários e de itinerários, no dia 03 de novembro.

 

 

O Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD) uniram os seus esforços para financiar um programa de investimento de 400 milhões de euros destinado a melhorar as infraestruturas de cuidados continuados e de cuidados a idosos em Portugal, envolvendo cerca de 150 projetos.

Os fundos serão canalizados para entidades do setor terciário que já prestam serviços a idosos em Portugal, em especial nos domínios da saúde, alojamento e apoio social. Este projeto irá melhorar a disponibilidade de serviços de cuidados para os idosos e as pessoas com deficiência em Portugal, com um impacto direto positivo não só na qualidade de vida das pessoas que necessitam de cuidados, mas também na sua rede de apoio, como os familiares e a comunidade médica.
 

A MARÉ, SA – Centro Logístico de Évora, empresa pública que conta entre os seus acionistas a Câmara Municipal de Évora e a SIMAB, SA, do universo Parpública, terminou o terceiro trimestre deste ano com resultado líquido de 14%, superior ao período hómologo, reforçando-se como empresa maioritariamente pública sem dívida financeira.

Face a uma crise pandémica, estes dados surgem como uma reafirmação de uma das principais abastecedoras do país que investiu para fazer frente às adversidades. E mesmo assim permitiram uma evolução nos rendimentos operacionais em 30,5 milhares de euros (+4,5%), impulsionado pelo crescimento dos rendimentos core, as taxas de utilização, em 23,7 m€ (+4,4%) e a redução dos gastos operacionais, em 5,1 milhares de euros (-1,9%).

A MARÉ, SA apresentou margens operacionais positivas e crescentes, fixando-se em 63% ao nível do EBITDA e de 43% ao nível do EBIT, um aumento de 2,4%. e 3,3%, face ao período homólogo de 2019. Neste período os resultados antes de impostos (EBT) ascenderam a 307,1 m€, mais 13,3% e acima do PAO3T20, em 7,3 m€, mais 2,4%.

O Mercado Abastecedor da Região de Évora é responsável pelo abastecimento a mais de meio milhão de habitantes e surge da união de entidades como a Associação dos Operadores do Mercado Abastecedor de Évora, a Associação dos Agricultores do distrito de Évora, a Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Produção e o Centro de Inovação Empresarial do Alentejo.

Recorde-se que no final do ano passado o endividamento da MARÉ, SA foi nulo, gerando excedentes de tesouraria, tendo em paralelo sido realizado um investimento realizado no montante de 59,5 milhares de euros.

 

Segundo o último Boletim Epidemiológico da DGS, tornado público no dia de hoje, 27 de outubro, foram confirmados 2.448 casos de COVID-19 no Alentejo, mais 12 em relação ao dia de ontem.

Neste momento estão registadas, de acordo com o Relatório, 42 mortes na região, mais cinco nas últimas 24 horas.

Relativamente aos casos por concelho, a DGS refere que "a caracterização demográfica dos casos confirmados terá uma atualização semanal publicada à segunda-feira, na pendência de desenvolvimentos nos sistemas de informação".

 

Segundo o último boletim epidemiológico da DGS, até esta terça-feira, dia 27 de outubro, foram confirmadas 124.432 pessoas infetadas com COVID-19, mais 3.299 em relação ao dia 26.

Foram também registados um total de 2.371 óbitos, mais 28 em relação ao dia de ontem. O número de pessoas recuperadas passa a 72.344 mais 2.388 nas últimas 24 horas.

Neste momento estão 1.747 pessoas internadas devido à COVID-19, das quais 253 nos Cuidados Intensivos. 60.063 estão em vigilância pelas Autoridades de Saúde.

De acordo com a Direção-Geral de Saúde, estão registados 49.717 casos de COVID-19 ativos em Portugal.

Segundo notícia avançada pelo Correio da Manhã, Manuel Galego, Delegado de Saúde de Vila Viçosa, Borba e Estremoz está, alegadamente, a ser alvo de  investigação por parte da Administração Regional de Saúde do Alentejo.

Segundo avança o CM, em causa está o alegado atendimento a utentes do Centro de Saúde de Vila Viçosa, sem a utilização de máscara de proteção individual.

De acordo com a informação avançada pelo Correio da Manhã, esta situação foi confirmada ao CM por fonte daquela Entidade Regional.

A Rádio Campanário tentou obter esclarecimentos por parte do Delegado de Saúde, mas até ao momento não foi possível estabelecer esse contato telefónico.

A Rádio Campanário contactou ainda a Administração Regional de Saúde do alentejo que confirmou estar a proceder ao apuramento das circunstâncias em que aconteceram as situações entretanto denunciadas.

Recorde-se que Vila Viçosa regista à data de 25 de outubro 97 casos positivos, distribuídos pela comunidade e pelo surto existente nas diferentes valências da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, havendo ainda a lamentar, até ao momento, um total de 3 óbitos.

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