12 Dez. 2019
Augusta Serrano;
Fadistices
20:00-21:00

Este ano é esperada uma produção recorde de azeite. Por falta de capacidade para armazenamento do bagaço da azeitona as cooperativas alertam que poderão paralisar.

As três unidades de receção de bagaço proveniente dos lagares que processam toda a azeitona produzida no Alentejo já se encontram quase esgotadas.

Segundo a CONFAGRI, Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal, falta muito pouco para que o setor inteiro paralise desde a apanha da azeitona até aos lagares que a transformam, facto que se verificar poderá implicar prejuízos inestimáveis aos agricultores e empresas ligadas ao ramo.

A CONFAGRI culpabiliza a não aceitação de uma estratégia global equilibrada para o setor, pelos organismos competentes,  o que tem provocado desequilíbrios estruturais, que se encontram a penalizar neste momento todo o setor nacional, nomeadamente Trás-os-Montes e Alentejo, onde se espera que o estrangulamento na receção dos bagaços de azeitona leve ao colapso das atividades relacionadas.

O organismo alertou para o possível “caos ambiental” que poderá ocorrer caso não haja capacidade para colocar o bagaço de azeitona que se espera vir a atingir as 600 mil toneladas de azeitona.

Na zona da Mata de Valverde, entre Grândola e Alcácer do Sal, ocorreu na tarde de ontem, um acidente com um veículo pesado de mercadorias.

O despiste ocorreu por volta das 16h30 e não provocou vítimas sendo que o próprio condutor saiu ileso e pelos próprios meios.

O camião que seguia no sentido Grândola – Alcácer do Sal ficou tombado na via e teve de ser retirado.

A Associação Eborae Mvsica Tem promovido o XV Ciclo de Concertos “Música no Inverno” durante os meses de novmbro e dezembro; o ciclo irá encerrar no dia 14 de dezmbro pelas 18h00 com o concerto pelo Coro Polifónico “Eborae Mvsica”, acompanhado ao piano por Ana Filipa Luz e sob a direção de Eduardo Martins. Este Concerto integra também os Concertos de Natal da Câmara Municipal de Évora.

Programa -Polifonia Mariana: Ave Maris Stella - S. Bernardo de Clairveaux; Ave Maria - Rui Paulo Texeira;Sanctus - Filipe de Magalhães (1571-1652); Evocação ao amor: Madrigal- Gabriel Fauré (1845-1924); I love my love - Gustav Holst (1874-1934); Ubi Caritas- Ola Gjeilo (1978); Five Hebrew Love Songs - Kala kala,Éyze Shéleg, Rákut - Eric Whitacre (1970); Tradicional de Natal : José Embala o menino - Eurico Carrapatoso (1962) ; Nasceu já nasceu - Fernando Lopes-Graça (1906-1994) ; Natal de Elvas M. Sampayo-Ribeiro (1898-1966);

O Coro Polifónico “Eborae Mvsica” fez em Setembro de 1987 a sua primeira apresentação pública, integrada no acontecimento cultural “Os Povos e as Artes”. Tem realizado diversas atuações ao longo da sua existência, interpretando não só polifonia da Escola de Música da Sé de Évora (sécs. XVI e XVII), como também outras obras de diferentes épocas. Destacam-se nas suas atuações a participação nas Jornadas Internacionais “Escola de Música da Sé de Évora”, acontecimento que a Associação Eborae Musica organiza, anualmente no mês de Outubro. Nas deslocações internacionais destaca-se a participação na Europália 91 na Bélgica e a participação no 10º Concurso Internacional de Música Sacra de Preveza, Grécia onde ficou classificado em 3.º lugar, obtendo a medalha de bronze e a participação em Concurso, em Florença,Itália onde obteve o 1º lugar em Música Sacra, o 2º lugar em Coros Mistos e o Prémio Especial de melhor reportório. Dirigido atualmente por Eduardo Martins, foi dirigido antes por Adelino Santos, Francisco d’Orey e Pedro Teixeira.

Eduardo Martins - foi aluno do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em piano, tendo concluído o respetivo curso já no Conservatório de Música de Coimbra. Mestre em Direção Coral é licenciado em Formação Musical pela Escola Superior de Música de Lisboa, tendo tido como professores os maestros Paulo Lourenço e Alberto Roque. Foi Diretor Artístico do Grupo Coral Laudamus – Ovar (1999-2011) e Coro de Letras da Universidade de Coimbra (2004-2006). Dirigiu o Coro Tejo e Coro Sacro da ESML – Lisboa; atualmente dirige o Grupo Coral ViVaVoz – Oeiras, Coro da Universidade de Lisboa e o Coro Polifónico Eborae Musica (desde 2013).

Decorreu esta terça feira, 10 de dezembro, a inauguração do Lar de Idosos de Alandroal, após as obras de recuperação e requalificação de que foi alvo.

A Rádio Campanário marcou presença na cerimónia e falou com o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz, Manuel Galante, que começa por destacar a importância do fundo Rainha D. Leonor “nestas intervenções”.

Manuel Galante lembra que “o fundo Rainha D. Leonor partiu do Dr. Manuel de Lemos conjuntamente com a Misericórdia de Lisboa”, acrescentando que “felizmente o Dr. Martinho decidiu continuar com esta iniciativa”.

O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz considera que “este fundo tem ajudado Misericórdias mais pequenas, em alguns casos faltavam apenas 20 mil euros para terminar as obras”, a título de exemplo refere que “em Reguengos conseguimos aumentar a capacidade de uma residência para deficientes, de 12 para 20 camas”.

Manuel Galante afirma que “damos por terminada uma obra que demorou algum tempo”, lembrando “a capacidade de resistência da Sra. Provedora de Alandroal para que as coisas se realizassem”.

A Inauguração do Lar de Idosos de Alandroal, após obras de recuperação e requalificação, decorreu esta terça feira (10 de dezembro).

A cerimónia contou coma presença de José Ramalho, diretor da Segurança Social do distrito de Évora, que aos nos microfones começa por referir “é de facto um dia de reconhecimento de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela Santa Casa da Misericórdia de Alandroal”.

O diretor explica que a Santa Casa da Misericórdia de Alandroal “desenvolve 5 respostas socias apoiadas pela Segurança Social”, sendo que “esta obra de requalificação reflete a preocupação da Misericórdia em dotar as suas instalações de melhor capacidade e qualidade”.

O diretor destaca a presença “dos responsáveis pelo fundo Rainha D. Leonor”, considerando-o “uma boa iniciativa da Misericórdia de Lisboa”.

José Ramalho refere que “desde a primeira hora apoiámos a Misericórdia de Alandroal e acompanhámos esta obra”.

O diretor recorda que “existem 111 utentes em acordo entre a Misericórdia de Alandroal e a Segurança Social, que representam um encargo mensal superior a 28 mil euros, dos 3.2 milhões de euros que temos de encargos mensais em todo o distrito de Évora”.

Os números apresentados, na opinião de José Ramalho refletem “a confiança nas instituições e o reconhecimento por parte da Segurança Social no trabalho desenvolvido por estas instituições”.

Aos microfones da rádio Campanário esteve Fernando Pinto, Juiz da Régia Confraria de Nossa Senhora, que considerou estas recentes celebrações relacionadas com o dia da Imaculada Conceição.

Fernando Pinto revela que ainda não consegue fazer um balanço total destes últimos dias pois ainda se estão a avaliar todos os acontecimentos, sendo que o feedback das pessoas tem sido bastante positivo, de que todas as cerimónias ocorreram “com bastante dignidade”, houve inovações, as pessoas sentiram-se bem, que era o principal objetivo da Confraria e foi transparecido um sentimento de que foi um grande dia para Vila Viçosa e para os seus visitantes neste dia.

O juiz da Régia Confraria destacou o momento da eucaristia como um momento muito alto das celebrações da Imaculada Conceição, este ano, no átrio da igreja, foram colocadas cadeiras e ecrãs gigantes para aqueles que não conseguiram ter a possibilidade de assistir a cerimónia no interior da igreja, a procissão também foi um momento em destaque com uma aderência bastante forte.

O facto da loja do Santuário ter sido deslocada para o exterior fez com que os visitantes reparassem mais nela e que adquirissem mais aos seus produtos consecutivamente.

Fernando Pinto em relação à atuação da banda dos militares contou que tudo começou em setembro, quando o almirante Silva Ribeiro pediu permissão para usar a imagem de São Nuno que iria ser consagrado como patrono da celebração do dia do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), pedido esse, atendido pela Régia Confraria que também esteve presente na celebração. Esta aderência por parte da Régia Confraria comoveu imenso o almirante que fez após este acontecimento, uma oferta ao Santuário.

A partir destes acontecimentos ficou estabelecida uma relação entre ambas as partes e surgiu a ideia de o exército estar presente no momento da eucaristia, onde Fernando Pinto revela que viu pessoas a chorar, neste que foi um dos momentos mais fortes do dia. A banda do exército esteve presente na cerimónia a custo zero, o que foi uma ajuda enorme para a organização das celebrações.

Foi relevado à Rádio Campanário que antes da eucaristia, o arcebispo foi agraciado com a grande cruz da ordem militar de Nossa Senhora da Conceição e o cónego Francisco Couto recebeu uma medalha de agradecimento, sendo que a Régia Confraria recebeu uma moeda em ouro, oferta anual da parte da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição e um donativo para a manutenção do Santuário.

Fernando Pinto deixa um agradecimento a todos os seus colegas da Régia, a todas as entidades que cooperaram na realização destas celebrações e acima de tudo, a todas as pessoas que visitam o santuário de Nossa Senhora neste dia, o juiz realça que este é um santuário nacional da padroeira de Portugal e precisa da ajuda de entidades e do estado para a sua manutenção.

O hábito de realizar uma vigília foi perdido e é um objetivo para a Régia Confraria recuperar isso.

 

A Inauguração do Lar de Idosos de Alandroal, após obras de recuperação e requalificação, decorreu esta terça feira (10 de dezembro).

A cerimónia contou coma presença de Manuel de Lemos, presidente do Concelho Nacional da União das Misericórdias Portuguesas.

Aos microfones da RC, Manuel de Lemos explica que “estamos aqui em Alandroal para inaugurar um investimento feito ao abrigo do Fundo Rainha D. Leonor”, acrescentando “mais um de cerca de 130 que o fundo já apoiou”.

Relativamente ao fundo Rainha D. Leonor, o presidente considera que “em boa hora eu e o Dr. Santana Lopes e posteriormente eu e o Dr. Martinho prosseguimos com este trabalho”.

Manuel de Lemos considera “fantástico” o trabalho desenvolvido em Alandroal, referindo que a ajuda do fundo Rainha D. Leonor “muito qualifica a Misericórdia de Lisboa e a União das Misericórdias Portuguesas”.

Para o presidente “este trabalho traduz-se em melhorias para a qualidade de vida das pessoas, sobretudo nestas terras mais pequeninas como é o caso de Alandroal”.

“Não podem existir portugueses de segunda, só podemos ter portugueses de primeira”
Manuel de Lemos 

O responsável pela presidência da UMP refere que “não podemos ter duas velocidades no desenvolvimento, ou somos todos de segunda ou todos de primeira”.

Manuel de Lemos destaca ainda as palavras do autarca João Grilo, uma vez que “temos de olhar para o lado económico, mas não podemos descurar o lado social”.

O presidente da UMP considera que “temos um país desequilibrado socialmente, ou seja, queremos gente nova, mas depois onde é que se colocam os filhos, onde é que colocamos os idosos”, acrescentando que “tudo isto pressupõe um quadro social paralelo”.

Manuel de lemos considera que “temos de ter bom senso, capacidade de sofrimento e resiliência, e nisso as misericórdias são especialistas”, como demonstra a sua existência “com mais de 500 anos”.

Decorreu esta terça feira, 10 de dezembro, a inauguração do Lar de Idosos de Alandroal, após as obras de recuperação e requalificação de que foi alvo.

A Rádio Campanário marcou presença na cerimónia e falou com o presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, que começa por destacar “a parte social como estruturante e fundamental num concelho como Alandroal”.

João Grilo considera que “temos um concelho envelhecido, com uma população que teve poucas oportunidades e que naturalmente precisa de muita atenção”, acrescentando que “o trabalho das IPSS em colaboração com a Câmara e vice versa é estruturante para que existam respostas”.

Para o autarca “estes valores não podem ser olhados apenas do ponto de vista económico”, referindo que “todo o apoio que damos aos idosos, as comparticipações de medicamentos, transportes, atividades de bem-estar, apoios do cartão, tudo isto não tem preço”.

“Se medirmos o trabalho apenas do ponto de vista de não dar prejuízo, praticamente não se realiza”
João Grilo

 

João Grilo considera que apesar de serem “recursos do Município, são recursos públicos, mas têm de chegar ás pessoas, por isso é que município existe”.

O autarca afirma mesmo que “temos ter as contas certas, temos de diminuir o seu endividamento, mas temos de usar os recursos como retorno para a comunidade”.

“Não podemos sacrificar a comunidade na expetativa de chegar mais cedo a uma determinada meta orçamental”
João Grilo

O edil refere ainda que  “hoje em dia vivemos muito da economia social, as IPSS criam emprego, ajudam a fixar alguns jovens, mas se nada se fizer os concelhos vão continuar a perder população, as pessoas idosas serão cada vez menos e chegaremos ao ponto em que os lares que temos irão ser mais que os necessários”.

Questionado pela RC sobre a importância desta requalificação, João Grilo afirma que “é mais uma melhoria importante no Lar de Alandroal, para que a resposta possa melhorar e os utentes sintam essa melhoria”.

O autarca explica ainda que “a Câmara Municipal colaborou neste projeto naquilo que lhe foi pedido, nomeadamente através da fiscalização de obra”, acrescentando que “é mais um reflexo da colaboração que a Câmara tem com todas as IPSS do concelho”.

 

O Município de Reguengos de Monsaraz vai assinar no dia 12 de dezembro, pelas 11h30, um protocolo com a Associação Dignitude para aderir ao Programa abem: Rede Solidária do Medicamento. A cerimónia vai decorrer no Salão Nobre dos Paços do Concelho e terá a presença da Presidente da Associação Dignitude, Maria de Belém Roseira, e de representantes de todas as farmácias do concelho.

O programa abem tem como objetivo garantir o acesso ao medicamento em ambulatório por qualquer cidadão que se encontre numa situação de carência económica que o impossibilite de adquirir os medicamentos comparticipados que lhe sejam prescritos por receita médica. Os beneficiários do programa terão um cartão que lhes permite adquirir os seus medicamentos comparticipados a 100 por cento em qualquer farmácia aderente no território nacional.

A autarquia vai identificar e referenciar todos as pessoas que se enquadrem no programa, entregará os cartões abem e comparticipará anualmente com 100 euros por cada beneficiário. O Programa abem: Rede Solidária do Medicamento tem como destinatários os indivíduos beneficiários de prestações sociais de solidariedade, mas também todos os que se deparem com uma situação inesperada de carência económica decorrente de desemprego involuntário ou de doença incapacitante, entre outras situações de carência que poderão ser também consideradas.

O Município de Reguengos de Monsaraz quer que sejam potenciais beneficiários do programa os agregados familiares cuja capacitação seja inferior a 70 por cento do Indexante dos Apoios Sociais, para enquadrar não só as famílias que através do Cartão Social do Munícipe usufruíam da comparticipação nas despesas efetuadas com a aquisição de medicamentos, mas também outras famílias com comprovada situação de vulnerabilidade económica, dando especial atenção mediante a fixação de uma majoração de 10 por cento na ponderação, para as crianças até aos 18 anos com doença crónica comprovada.

No âmbito do regulamento do Cartão Social do Munícipe, a autarquia tem comparticipado em 50 por cento por beneficiário as despesas com a aquisição de medicamentos sujeitos a receita médica. Desde o final do ano 2016, quando entrou em vigor este apoio no cartão social, a ajuda do município totaliza cerca de cinco mil euros, ficando agora suspensa essa comparticipação devido à adesão ao Programa abem que assume a totalidade do valor dos medicamentos.

Teve lugar esta terça feira, 10 de dezembro, a inauguração do Lar de Idosos de Alandroal, após as obras de recuperação e requalificação de que foi alvo.

A Rádio Campanário marcou presença na cerimónia e falou com a provedora da Santa Casa da Misericórdia de Alandroal, Dulce Gonçalves, que começa por referir que “é um dia de festa”.

A obra foi apoiada pelo fundo Rainha D. Leonor, “num investimento de cerca de 360 mil euros, tendo o referido fundo contribuído com 160 mil euros”, explica a provedora.

 Dulce Gonçalves refere que “existiram algumas coisas que foram para além do valor inicialmente orçamentado”, exemplificando com “a rede Wi-Fi em todos os quartos”.

A responsável explica que “a obra foi iniciada faz 3 anos”, referindo que devido “a algumas dificuldades”, o empreiteiro responsável “abandonou a obra durante alguns períodos”, o que acabou por “ser muito desgastante”, declara.

Durante o período em que decorreram as obras, a provedora considera que “quem mais sentiu os percalços foram os nossos utentes, que andaram quase sempre em mudanças e até tiverem de pernoitar algumas noites em camaratas”.

“Foram anos de muito desgaste, mas finalmente conseguimos”
Dulce Gonçalves 

Questionada pela RC sobre as principais alterações, Dulce Gonçalves refere que “a capacidade não aumentou muito”, no entanto “a qualidade que podemos oferecer aos nossos utentes aumentou bastante”.

A provedora explica que “passamos a ter instalações sanitárias e banhos nos quartos, criamos uma sala de convívio bastante grande no rés-do-chão, remodelámos a cozinha e a lavandaria, conseguimos todas as condições em termos de segurança de incêndios, restruturámos a rede elétrica e de esgotos, as questões da eficiência energética também foram tomadas em conta”.

Dulce Gonçalves destaca a “criação de um espaço de culto”, lembrando que “as Misericórdias têm um carater católico, daí que tenhamos exigido um espaço de reflexão e onde poderá decorrer a eucaristia”.

Outra das alterações foi “os serviços administrativos passaram a estar no mesmo edifício”, o que para a responsável “permite uma maior proximidade entre os serviços e uma maior vigilância”.

 

 

 

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