De acordo com a informação avançada pela Agência Lusa, a Polícia de Segurança Pública alertou hoje para a existência de um e-mail fraudulento a solicitar informações sobre supostas queixas apresentadas pelos destinatários, explicando que não é um procedimento usado pelas autoridades.

Em comunicado, a PSP explica que "teve conhecimento, por intermédio de diversos cidadãos, da circulação de comunicações via e-mail, aparentemente provenientes desta Polícia, com convocatórias de presença e ou a solicitar informação sobre supostas queixas apresentadas pelos destinatários com indicação de um link".

Perante este caso, segundo avança a Lusa, a PSP alerta que não recorre a comunicações contendo links, pelo que é alheia a estas comunicações e apela para que as pessoas que tenham recebido ou venham a receber esta comunicação, não utilizem nenhum dos links que ali constam por se tratar de um esquema de furto de dados pessoais.

A Polícia de Segurança Pública solicita que essa comunicação fraudulenta lhe seja enviada como anexo para o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. e que seja eliminada da respetiva caixa de entrada.

Reforça-se que os cidadãos devem ter atenção ao conteúdo das comunicações eletrónicas que recebem, ainda que aparentemente possam ser enviadas pela PSP, porquanto há traços que permitem desde logo duvidar da proveniência da comunicação”, refere a PSP explicando que no caso o emissor não pertence ao domínio @psp.pt, é usada linguagem com erros gramaticais e de sintaxe e com um propósito da comunicação pouco claro.


 

De acordo com a informação avançada pelo Município, e considerando o período de Contingência, em vigor até às 23h59 do dia 30 de setembro de 2020, decretado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 70-A/2020, de 11 de setembro, e prorrogado até 14 de outubro, para fazer face à pandemia da Covid-19, o Plano Municipal de Emergência de Montemor-o-Novo mantem-se ativo enquanto permanecer esta situação.

A autarquia adianta ainda que a Comissão Municipal de Proteção Civil reuniu extraordinariamente, no passado dia 23 de setembro, no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Faria para analisar a situação epidemiológica no Concelho e debater a implementação de medidas para garantia da Segurança dos munícipes bem como do bom funcionamento das instituições do concelho e das suas atividades regulares e necessárias ao bem estar da população.

Por forma a agilizar a atuação integrada e eficaz entre todos os agentes da Comunidade, a Comissão Municipal de Proteção Civil aprovou entretanto a criação de uma Subcomissão de Saúde para o acompanhamento da situação epidemiológica da COVID-19, no Concelho de Montemor-o-Novo, com a principal função de avaliar a situação epidemiológica e agilizar os contactos entre todas as entidades envolvidas, procurando dar uma resposta rápida às situações que possam surgir relacionadas com a pandemia.

Segundo informa o Município, esta Subcomissão será constituída pela Sra. Presidente da Câmara Municipal e/ou Vereador com o Pelouro da Proteção Civil, o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Novo, o Comandante do Destacamento da GNR de Montemor-o-Novo, um representante do Agrupamento de Centros de Saúde Alentejo Central, um representante do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social, um representante das Juntas de Freguesia do Concelho e um representante do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Novo.

Neste processo de recrutamento, a Instituição pretende recrutar enfermeiros/as com ou sem experiência ,com disponibilidade para trabalhar em full time e aptidão para trabalhar em equipa.

O procedimento a vigorar será de contrato de trabalho com vencimento base de 1,205,00€ acrescido de subsídio de turno e subsidio de refeição.

Os interessados devem remeter o seu currículo para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

 

À margem da visita do vice-presidente do Partido Social Democrata (PSD), Salvador Malheiro, ao concelho de Redondo, no passado sábado (dia 26), onde esteve numa olaria, a Rádio Campanário falou com Manuel Inácio Farias Pirraça, oleiro do concelho de Redondo.

Manuel Pirraça conta que já trabalha naquele ofício “desde os 11 anos, portanto, há já mais de 50 anos” e que tem a sua loja e olaria naquele local desde 18 de maio de 1991. Conta que herdou a arte da olaria do pai, também oleiro no concelho de Redondo e que “embora tivesse, a partir de uma certa altura uma outra atividade, nunca perdi o contacto com a olaria, até que efetivamente formei esta olaria onde até hoje eu e mais quatro colaboradores exercemos esta atividade”.

Questionado sobre quais as evoluções ocorridas na arte da olaria, Manuel Pirraça explicou que “as transformações foram muitas, até por uma questão de as coisas se terem alterado ao longo dos tempo, como os vidros e os fornos elétricos, que eram necessários, pois os vidros têm de se desenvolver a umas temperaturas mais elevadas e daí se não houver um mobiliário refratário, isso não se conseguia”.

“Hoje é muito difícil, eu diria até impossível, a gente exportar para certos países, porque tem de ir um certificado em que a louça está dentro dos parâmetros normais. Temos os valores para a Europa, temos uns valores também para os Estados Unidos, nomeadamente para o Estado da Califórnia, e nós obedecemos a todos esses critérios e só assim conseguimos fazer algumas exportações”, descreveu o oleiro.

Na sua opinião, a olaria no concelho de Redondo “podia ter evoluído muito mais. Podia não ter deixado de ter aqueles pergaminhos, em termos de emprego, mas nunca ninguém quis olhar para isto de uma forma diferente”.

“Houve dois cursos de olaria que não deram absolutamente em nada, porque os jovens não sentem motivação para entrar na arte. Eu uma vez alertei para isso. (…) Podiam preocupar-se menos com os cursos, porque o aprendiz ou alguém que goste de estar na arte vem por acréscimo. Isto também bastava procurar os importadores e exportadores, retalhistas, entre outros, que vissem a nossa bolsa, conforme os estrangeiros que visitam a minha olaria e para eles isto era algo que não imaginavam, daí poder-se tirar alguns proveitos”, explicou.

Manuel Pirraça afirmou que nada se tem feito para cativar pessoas para o ofício da olaria – “Nada se tem feito nessa matéria, porque vem o dinheiro da União Europeia para se fazer o curso de olaria, faz-se o curso e não há mais nada. Não se procurou porque inclusivamente as entidades locais baseiam-se muito nas verbas que têm e sabem que as coisas se resolvem facilmente. Não se procura desenvolver a atividade (…)”.

O oleiro salientou ainda que “mesmo antes deste surto epidémico, as coisas já não estavam bem. Mas nós vimos o que se passou com o setor dos têxteis, do calçado, em que lutaram e enfrentaram o problema e hoje em dia as coisas mudaram substancialmente. Com as devidas repercussões, as coisas também se alteraram no Redondo. Se há pessoas que entram na loja e visitam a olaria e ficam admirados com tudo isto, também ficariam admirados lá fora. E eu acho que muitos deles não conhecem, e daí nós podermos dar a conhecer, das mais diversas formas e talvez das mais simples do que parece. (…) O que é preciso é dar-nos a conhecer às pessoas que são de fora do concelho as nossas obras e apostar, por exemplo, em Feiras Internacionais”.

O oleiro referiu que atualmente a atividade da olaria no concelho de Redondo está baseada a quatro olarias, “mas já chegou a ter 40. E na altura em que houve um desenvolvimento, apareceram outras atividades. Inclusivamente houve aqui uma fábrica de peles. Eu conheço vilas mais pequenas que o Redondo, cujas firmas têm até 90 postos de trabalho”. Na sua olaria emprega neste momento quatro pessoas, mas “podiam ser 15, se as coisas fossem feitas de outra maneira”. Quanto aos clientes, “temos os clientes nacionais e depois exportamos para os EUA, temos um importador no Brasil e este mês já seguiram duas encomendas para Espanha e também para a Alemanha”. Os contactos que tem “já os tenho há muitos anos. Outros localizam-se pela Internet. Tenho clientes que vendo paletes de loiça”.

Manuel Pirraça sublinha que as redes sociais “são imprescindíveis e conseguem-se tirar alguns proveitos”.

O oleiro referiu que “na Agenda 21, em que eu participei com o artesanato daqui de Redondo, foi feito que deveria haver uma Embaixada do Artesanato, em que juntasse todas as atividades artesanais, que percorria as principais feiras para tornar as coisas mais fáceis. E devia haver subsídios para se poder estar em Feiras artesanais fora de Portugal”.

Manuel Pirraça confidenciou-nos que “há dias, um cliente contactou-me para saber qual a minha capacidade para os fornecer. Isso torna-se bastante subjetivo dar uma resposta a um potencial cliente. Também a loiça que ele quer talvez seja feita em serigrafia, e nós aqui não fazemos isso. Nós pintamos à mão”.

No próximo dia 13 de outubro são as eleições para as cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), nomeadamente, Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.

No entanto, no Alentejo, contrariamente ao que acontece nas restantes CCDR são dois os candidatos a presidente: António Ceia da Silva, atual presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, e Roberto Grilo, atual presidente da CCDR Alentejo.

O vice-presidente do Partido Social Democrata (PSD), Salvador Malheiro, esteve este fim de semana de visita ao distrito de Évora e, à margem das visitas, falou à RC sobre as eleições para a CCDR Alentejo e a intenção de Rui Rio ao concordar com António Costa na existência de um candidato do PS, nomeadamente Ceia da Silva.

Sobre o acordo entre os dois líderes dos partidos refere que “permitiu ao PSD ter uma implantação em todas as regiões de Portugal em condições que noutra situação seriam desfavoráveis”.

Quanto às duas candidaturas explica que no âmbito do acordo entre Rui Rio e António Costa “foi conseguida uma representação global, mas infelizmente o Alentejo não teve a oportunidade do PSD ter os seus representantes. Compreende-se porque há aqui uma hegemonia do Partido Socialista e do Partido Comunista e, portanto, não houve condições para aquele que era um objetivo inicial”, o de existir um vice-presidente “no âmbito do acordo”.

“Estão agora duas candidaturas, mas foi algo que ambos os líderes tinham noção que poderia acontecer porque não se tendo chegado a um acordo para o Alentejo e sabendo do trabalho de campo e de todo o trabalho de proximidade que tinha sido feito no passado pelo presidente da CCDRA, Roberto Grilo, poderia haver esse risco”.

António Ceia da Silva parte para esta campanha apoiado pelo Partido Socialista, porém Roberto Grilo candidata-se como independente.

Para Salvador Malheiro “o PSD sozinho, tendo o apoio dos seus autarcas, nunca conseguirá eleger um presidente”. Então, sobre esta candidatura independente de Roberto Grilo, crê que “a ser eleito irá contar com o conforto e o apoio de muitos autarcas de outros partidos, designadamente do PS e do PCP” e não acha ser “justo” que a possível vitória da candidatura seja “conotada” ao PSD.

“Se conseguir será um vitória dele, naturalmente que todos os autarcas do PSD se reveem no seu presidente, mas isso só será possível se houverem muitos comunistas e muitos socialistas a votarem nele e espero que isso aconteça”.

Recorde-se que, no próximo dia 13 de outubro um colégio de 1.263 autarcas, dos quais 270 pertencem a câmaras municipais, vai eleger em 13 de outubro o novo presidente da CCDR do Alentejo. E, em simultâneo, decorre o ato eleitoral para um vice-presidente, nas instalações das comunidades intermunicipais e das áreas metropolitanas.

Até agora os presidentes das cinco CCDR - Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve - eram nomeados pelo Governo. Os mandatos para os presidentes e vice-presidentes das CCDR serão de quatro anos e a respetiva eleição decorrerá nos 90 dias seguintes às eleições para os órgãos das autarquias locais. No entanto, excecionalmente, este ano decorrerão em outubro e o mandato será de cinco anos, para que os novos eleitos possam acompanhar as negociações dos fundos estruturais que estão a decorrer com Bruxelas.

Subiu para 19 o número de casos ativos de COVID-19 no concelho de Redondo. A informação foi divulgada esta segunda-feira, pelo município, que registou mais um caso positivo nas últimas 24 horas.

De acordo com a Câmara Municipal de Redondo, desde o início da pandemia, o concelho já registou 23 casos de COVID-19, dos quais 19 estão ativos e quatro já foram declarados recuperados.

O prazo para apresentação de candidaturas ao Prémio Literário Vergílio Ferreira 2021, atribuído todos os anos pela Universidade de Évora (UÉ), está aberto até ao dia 10 de dezembro, anunciou hoje academia alentejana.

Instituído pela UÉ em 1997, para homenagear o escritor que lhe dá o nome, o prémio destina-se a galardoar anualmente o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante no âmbito da narrativa e/ou ensaio.

As propostas de candidatura devem ser oriundas de universidades em que se desenvolvam estudos de literaturas e/ou de culturas lusófonas ou de instituições culturais relevantes nesses âmbitos.

“A candidatura deve ser fundamentada com a apresentação do autor e respetiva obra literária”, indicou a instituição, referindo que as propostas podem ser enviadas para a UÉ em papel, dirigidas ao presidente do júri, ou em suporte digital, para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Tal como nas edições anteriores, a cerimónia de entrega do galardão está agendada para 01 de março, data em que se assinala o aniversário da morte do escritor Vergílio Ferreira (1916-1996), patrono do prémio e autor de “Aparição”.

Na edição referente a 2021, o júri, presidido pelo professor da UÉ António Sáez Delgado, integra ainda os docentes universitários Ana Paula Arnaut (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), Pedro Serra (Faculdade de Filologia da Universidade de Salamanca, em Espanha) e Cláudia Teixeira (UÉ), assim como a crítica literária Anabela Mota Ribeiro.

O Prémio Vergílio Ferreira foi atribuído, pela primeira vez, a Maria Velho da Costa, seguindo-se Maria Judite de Carvalho, Mia Couto, Almeida Faria, Eduardo Lourenço, Óscar Lopes, Vítor Manuel de Aguiar e Silva e Agustina Bessa-Luís.

Manuel Gusmão, Fernando Guimarães, Vasco Graça Moura, Mário Cláudio, Mário de Carvalho, Luísa Dacosta, Maria Alzira Seixo, José Gil, Hélia Correia e Ofélia Paiva Monteiro também integram o rol de distinguidos.

Os outros galardoados foram Lídia Jorge, João de Melo, Teolinda Gersão, Gonçalo M. Tavares, Nélida Piñon e Carlos Reis, lembrou a universidade alentejana.

O Município de Sousel anunciou que a corporação dos Bombeiros Voluntários do concelho já conta, desde a passada sexta-feira (dia 25), com uma nova viatura.

Esta novo equipamento - uma viatura VTGC (Veículo Tanque de Grande Capacidade), foi oferecido pela autarquia, após pedido da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sousel e está agora à disposição da população.

"Com esta nova viatura, os soldados da paz poderão fazer face a algumas lacunas existentes, no que concerne na ajuda às populações e no transporte de água para o combate a incêndios urbanos e rurais", salienta a edilidade.

No próximo domingo, dia 04 de outubro, às 16h30 no Mosteiro da Imaculada Conceição de Campo Maior, o Arcebispo da Arquidiocese de Évora, D. Francisco Senra Coelho, preside à Profissão Solene de Soror Maria do Carmo de Jesus Escondido.

No entanto, devido à COVID-19 a cerimónia será limitada à família. Desta forma, a Comunidade Contemplativa de Campo Maior terá “toda alegria de partilhar este momento através deste link: https://youtu.be/SV-F2B3BVNI para que, mesmo longe, todos possam participar neste momento tão importante para a nossa comunidade”.

Os utentes e funcionários de dois lares em Castelo de Vide testados à COVID-19, pós duas funcionárias da instituição gestora terem testado positivo, tiveram resultado negativo.

Em declarações à Agência Lusa, António Pita, presidente do Município, divulgou que "em relação aos testes que foram efetuados nos lares a funcionários e aos utentes, foram feitos 49 testes e deu tudo negativo”.

De acordo com o autarca, os utentes e funcionários do Lar João Palmeiro Novo e do Lar do Convento de São Francisco, ambos pertencentes à Fundação Nossa Senhora da Esperança, continuam confinados.

António Pita explicou ainda que não foram efetuados testes a todos os utentes devido aos critérios estabelecidos pelas autoridades de saúde - “Foi feito um rastreio de acordo com os critérios definidos pela autoridade de saúde, em função daquilo que foi o contacto direto das duas funcionárias infetadas com os utentes e com os colegas”, explicou.

“A vigilância está a ser feita de forma muito apertada no sentido de perceber se há alguma sintomatologia que leve a que sejam feitos mais testes, mas em princípio não vai ser necessário”, acrescentou.

Foram realizados nas últimas horas “mais de 100 testes” na comunidade, estando também a ser testados jogadores e dirigentes da Associação Desportiva de Castelo de Vide, já que uma das duas funcionárias dos lares que estão infetadas exerce a função de massagista no clube.

O presidente da Câmara de Castelo de Vide explicou ainda que estão 10 casos ativos no concelho: “Nós temos 10 casos ativos no concelho, mas temos mais duas pessoas infetadas que estão cá, mas não têm morada fiscal em Castelo de Vide”, explicou.

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