O Creactivity, projeto itinerante da Fundação ”la Caixa” e do BPI, que já esteve em Portugal continental em mais de 40 cidades e na Madeira durante todo o mês de março, começa a ser apresentado no Alentejo dias 16 e 17 de Abril, em Reguengos de Monsaraz, e depois segue para Barrancos e Castro Verde, entre outras localidades alentejanas.

O projeto consiste num autocarro que se converte numa unidade móvel, apresenta quatro áreas de atividades: Mecânica, Vento, Eletricidade e Luz. Em cada uma delas as crianças e jovens poderão ter diferentes experiências que envolvem a ciência, a tecnologia, a engenharia, a arte e a matemática, nesta unidade móvel desenvolvida para despertar o engenho, a destreza e a criatividade das crianças e jovens.

O Creactivity tem por objetivo estimular a capacidade de conceção e o desenvolvimento de soluções originais para problemas simples. Os jovens em idade escolar participam em actividades com materiais do quotidiano e ferramentas com diferentes graus de tecnologia para dar vida às suas próprias ideias.

De uma forma lúdica e colaborativa, o Creactivity permite explorar os materiais, planear, criar novos desenhos, utilizar materiais comuns e dar-lhes novas funções, através de propostas abertas e interdisciplinares. Também se trabalham outras competências mais transversais, como hábitos de aprendizagem cooperativos, autoconhecimento para a aprendizagem e a criação e realização de projetos.

A Fundação ”la Caixa”, com sede em Espanha e uma das mais relevantes a nível internacional, iniciou em 2018 a sua implantação em Portugal, consequência da entrada do BPI no Grupo CaixaBank.

O Comando Distrital de Portalegre da PSP informa que, em Elvas, durante a manhã de ontem, recebeu uma chamada telefónica a informar que se encontravam num olival daquela cidade alguns indivíduos com comportamento suspeito.

Atendendo a que momentos antes tinha ocorrido um furto no interior de um estabelecimento comercial nas proximidades, os elementos policiais deslocaram-se rapidamente ao local, aí surpreendendo dois Homens que se encontravam a tentar arrombar uma máquina de tabaco, tendo estes encetado uma fuga que vieram a cessar após perseguição policial.

Conduzidos à Divisão Policial de Elvas, apurou-se que a máquina de tabaco era proveniente do referido estabelecimento, tratando-se dos seus autores e que nele teriam estado envolvidos 4 indivíduos de sexo masculino, dois dos quais lograram fugir à PSP.  

Em razão da idade dos jovens intercetados, o de 15 anos foi restituído à liberdade, enquanto o outro, por ser maior de 16 anos, foi  detido, sendo este constituído arguido, sujeito à medida de coação de Termo de Identidade e Residência e foi presente durante a tarde de ontem aos serviços do Ministério Público de Elvas.

O material furtado foi recuperado na sua totalidade, sendo 68 maços de tabaco e 200,85€ em numerário,  o qual irá ser restituído aos seus legítimos proprietários.

A Global Digital Heritage, uma ONG (Organização Não Governamental) americana sem fins lucrativos que se dedica ao levantamento digital 3D de património cultural numa perspetiva de salvaguarda digital, de potenciação das comunidades e de divulgação multimédia dos monumentos e sítios arqueológicos e patrimoniais está a efetuar um levantamento no Alentejo Central e Baixo Alentejo.

Alguns resultados preliminares da campanha no Alentejo vão ser conhecidos dia 16 de Abril, numa sessão no edifício da Direção Regional de Cultura do Alentejo (R. de Burgos).

No Alentejo Central os trabalhos com levantamentos 3D incluem: em Évora, os Cromeleques dos Almendres, Vale Maria do Meio e Portela de Mogos, a Anta Grande do Zambujeiro, o Templo Romano e o Museu de Évora. Estão também em fase de registo a Anta Grande da Comenda da Igreja, o Castelo de Montemor-o-Novo, a Gruta do Escoural e o Museu do Grupo dos Amigos de Montemor-o-Novo; a Villa romana de São Cucufate (Vidigueira); o Castelo de Évoramonte (Estremoz) e o Castelo de Arraiolos.

A Global Digital Heritage utiliza tecnologia de ponta ao nível da digitalização e registo de património como laser scans, drones e câmaras 360º .

A campanha que está a decorrer resulta duma parceria entre os Municípios de Évora, Montemor-o-Novo, Vidigueira, Arraiolos e Estremoz, com a Direção Regional de Cultura do Alentejo e com a Universidade de Évora.

D. Francisco Senra Coelho, Arcebispo de Évora, esteve aos microfones da Campanário onde falou sobre a importância da Páscoa e dirigiu uma mensagem de esperança a todos  nesta época festiva.

O Arcebispo de Évora afirma que a Páscoa “é a grande festa” do calendário cristão, uma vez que a ressurreição de Jesus Cristo representa “a vitória da vida sobre a morte”, e surge como “comprovação da sua divindade, e a confirmação de todas as suas promessas”.

Ressurreição de Cristo “é o milagre que confirma todos os milagres”

A sua ressurreição “é absolutamente misteriosa, ele ressuscita para além do tempo e do espaço”, declara.

Questionado sobre a identificação das 15h de sexta-feira como a data e hora de morte de Jesus Cristo na cruz, o Arcebispo de Évora explica que esta ocorreu “na celebração da Páscoa Judaica, quando se estavam a abater os cordeiros para a ceia pascal”, naquela que é referida como “a hora de Noa” (15h).

“Foi conjuntamente com os cordeiros abatidos que Jesus morreu na cruz”

Sobre as mudanças sentidas e observadas na celebração da Páscoa atualmente, e da atitude dos cristãos perante estas celebrações, D. Francisco Senra Coelho afirma que “o nosso tempo tem muitas incertezas, há pessoas que vivem grandes angústias e grandes desalentos”, e a Páscoa surge como “um grito de otimismo” para estes cristãos.

Atualmente, face às alterações sociais e ambientais, é difícil um pai ou avó afirmar que trabalha para assegurar um futuro melhor aos seus filhos e netos, aponta, e “muita gente vai ter medo do que vai ser o futuro das suas crianças”. Neste contexto, a Páscoa é “a proclamação de que a história da humanidade acabará bem”, representando “a vitória da luz sobre as trevas”

“A Páscoa é um grito de otimismo, da vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o egoísmo”

Como tragédias da atualidade, destaca o povo da Venezuela, país que vive atualmente uma crise humanitária e Moçambique que foi recentemente devastado por um ciclone, duas situações para as quais a Arquidiocese dirige este ano a renúncia quaresmal.

“A Páscoa é acreditar que com aquelas sementes de amor, que persistem no coração dos homens e das mulheres fiéis aos projetos de amor, Deus salvará”

Aos microfones da RC, D. Francisco Senra Coelho deixa “um abraço com muito carinho e muita amizade”, afirmando que nesta altura de Páscoa quer estar “próximo dos que sofrem com uma palavra de profunda comunhão”.

O Arcebispo “saúda todas as famílias alentejanas e ribatejanas que compõe a Arquidiocese de Évora”, “as pessoas de boa vontade que não têm fé”, e aquelas “que andam à busca de um sentido para a vida”, e lembra nesta quadra os doentes, as pessoas de idade, com deficiência, com liberdade reduzida, que vivem a solidão e o abandono.

Como já foi anunciado, o Mercado Municipal vai encerrar para obras no período de 22 de abril a 6 de maio. O motivo prende-se com a substituição do piso que inviabiliza o acesso ao interior deste espaço.

Ainda assim, e para evitar constrangimentos de maior ordem, a Câmara Municipal de Portalegre, em articulação com os operadores, vai garantir a realização dos Mercados de quarta-feira e sábado no exterior, em frente à entrada principal, junto à muralha das instalações da Escola de Formação da GNR.

A intervenção prevista na empreitada de reabilitação vai contemplar a aplicação de piso em resina, melhorando, desta forma, o conforto e a segurança dos utilizadores, tendo a obra sido adjudicada à empresa Ubigav que tem um prazo de execução de 60 dias estabelecido no contrato.

 

A 19ª edição da Romaria a Cavalo entre Moita e Viana do Alentejo realiza-se entre 24 e 28 de abril, é uma organização conjunta das câmaras municipais de Moita e de Viana do Alentejo, da Associação dos Romeiros da Tradição Moitense e da Associação Equestre de Viana do Alentejo.

A romaria pretende recuperar uma tradição antiga de cariz religioso, quando os “lavradores se deslocavam com os seus animais ao Santuário de Nossa Senhora D’Aires”, solicitando “proteção e boas colheitas”.

Na edição de 2019, os participantes partem da vila de Moita no dia 24 de abril, transportando a imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem, que se irá juntar à imagem de Nossa Senhora D’Aires em Viana do Alentejo no dia 27 de abril.

Alexandra Lencastre será a madrinha desta 19ª edição e como é habitual a Câmara de Viana do Alentejo preparou um programa cultural para dia 27, "para receber os muitos visitantes" esperados na sede de concelho, mas a animação começa logo na noite anterior, em Alcáçovas, já neste município alentejano, onde os romeiros vão pernoitar, com atuações de grupos de sevilhanas e flamenco, além de baile.

Em Viana do Alentejo, no dia de chegada da romaria, a partir das 15:30, está prevista "festa" pelas ruas da vila, com atuações de cante alentejano, de grupos de música popular e do Grupo de Bombos Toca a Bombar.

Na noite de sábado e também no domingo, o "clima de festa" passa para a Tenda Tradições, junto do Santuário de Nossa Senhora D'Aires, com música, baile, dj, sevilhanas, flamenco e a Tuna do Polo de Viana do Alentejo da Universidade Popular Túlio Espanca da Universidade de Évora.

A vertente religiosa do evento, indicou a câmara, inclui duas procissões, uma na noite de sábado, às 21:00, e outra no domingo de manhã, seguida de missa campal no santuário, a partir das 10:00.

A exposição "Olaria & Cerâmica: percursos de aprendizagem", no antigo Posto de Turismo, vai poder ser visitada pelo público durante o certame, explicou a câmara, acrescentando que, até dia 18, estão ainda abertas inscrições para o Concurso de Janelas, Varandas e Montras Engalanadas, promovido no âmbito da Romaria a Cavalo, evento que conta com o financiamento da Turismo do Alentejo e Ribatejo.

O movimento Plataforma Alentejo enviou um pedido para a Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação uma audiência, com o objetivo de debater o processo de revisão do PNPOT que se enconta em curso.

A solicitação acontece após o movimento ter entregue, na semana passada, as primeiras 4000 assinaturas da petição "Plataforma Alentejo: Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo".

"Seria absurdo que, estando a decorrer a apreciação da PPL 148/XIII/3.ª, referente ao PNPOT, e considerando a pertinência de algumas das questões que têm vindo a ser levantadas por técnicos e especialistas que têm dado apoio e suporte técnico à Plataforma Alentejo, não fosse dada à Plataforma Alentejo a oportunidade de intervir, de forma mais aprofundada que a resultante da audição do passado dia 27 de Março no processo legislativo em curso antes do mesmo subir a plenário para a votação final global", justifica o movimento em comunicado.

Pela primeira vez no Alentejo a terceira edição da Bienal Internacional de Gaia vai inaugurar a 25 de abril três exposições sensivelmente à mesma hora na cidade que acolhe este certame dedicado às artes plásticas, Estremoz.

A sul do país cabe a Estremoz acolher “cerca de 50 peças de 33 artistas de fora do Alentejo e mais 9 representativos desta área geográfica”, explicou a esta estação emissora o curador Carlos Godinho.

A Bienal, promovida pela cooperativa cultural Artistas de Gaia, inaugura “um coletivo de exposições” a 25 de abril às 11 horas no Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte, que vai ser o centro da arte que o certame deslocará até ao Alentejo, e sensivelmente à mesma hora irá inaugurar mais duas salas. Uma exposição temática alusiva aos 45 anos da Revolução dos Cravos no Museu Municipal e uma exposição individual na galeria D. Dinis.

Na chegada ao Alentejo, o certame “primou pela qualidade” e não apresenta qualquer tema específico explicou Carlos Godinho. Em Estremoz apresenta essencialmente “escultura e pintura, que vai desde o naturalismo, realismo, peças mais contemporâneas e passando pelo abstrato”, portanto pode dizer-se que “será uma mostra completamente transversal” e terá a mão de artistas “naturais ou residentes” no Alentejo, acrescentou.

As obras estarão patentes ao público “cerca de 3 meses” no Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte (até 20 de julho), e nele os visitantes poderão apreciar uma “mostra de arte contemporânea de artistas de reconhecido valor, tanto a nível nacional como internacional”, explicou Carlos Godinho.

O eurodeputado Carlos Zorrinho, eleito pelo PS, no seu comentário desta terça-feira, dia 16 de abril, abordou a catástrofe com o incêndio na Catedral Parisiense, o pedido de requisição civil por parte do Governo relativamente ao anúncio de greve dos motoristas de matérias perigosas, falou ainda sobre o suposto “acordo” entre PSD, CDS, PCP e BE para a recuperação do tempo de serviço dos professores, finalizando a sua rúbrica semanal com um comentário sobre as declarações de Paulo Rangel que acusa o PS de concorrência desleal.

Sobre o incêndio que afetou a Catedral de Notre-Dame, Carlos Zorrinho relata que “foi com uma enorme dor no coração que a tudo assisti”, o eurodeputado considera que “por vezes estas catástrofes também nos unem”. Carlos Zorrinho deu ainda conta, aos nossos microfones, que “o presidente do conselho europeu faz questão de ajudar na recuperação do Notre-Dame”, acrescentado que “Notre-Dame não é só da França, é da Europa e de todo o mundo”.

Quanto ao anúncio de Requisição Civil por parte do Governo tendo em conta a greve dos motoristas de matérias perigosas, Carlos Zorrinho diz “desconhecer ao certo as reivindicações da classe”, no entanto afirma que “os dados que levam a essa decisão mostram o risco associado a essa paralisação”. O eurodeputado ressalva, no entanto, que “a greve é um direito adquirido”, considerando que “existem direitos maiores a ser salvaguardados”.

Carlos Zorrinho refere que “a requisição civil tem que ver com a função dos governos em avaliar os riscos de uma greve”, dando como exemplo a greve dos enfermeiros que poderia por em causa o Serviço Nacional de Saúde e o bem-estar dos utentes e acrescentando ainda que no caso dos motoristas de matérias perigosas “o país pode parar e temos de ter bom senso”. O eurodeputado reconhece que “se a greve não surtir efeito deixa de ser um instrumento de luta dos trabalhadores, mas é necessário pensar e não colocar em causa o bem-estar e os direitos das restantes classes que possam ser afetadas pela greve”.

Relativamente ao suposto “acordo” entre PSD, CDS, PCP e BE para a recuperação do tempo de serviço dos professores, o eurodeputado considera que “o princípio mais geral em 5 anos para repor a normalidade daquilo que foi destruído durante a governação PSD/CDS é termos agora um plano que nos permite repor a contagem dos tempos de serviço”. Carlos Zorrinho considera que caso se verifique a reposição dos tempos de serviço “é um final feliz e justo para as classes profissionais”.

O eurodeputado finalizou a sua rúbrica semanal aos microfones da Rádio Campanário, abordando as acusações de Paulo Rangel sobre o PS estar a fazer concorrência desleal nas europeias. Para Carlos Zorrinho “deixar de ser ministro para ser candidato ás europeias é uma opção partidária que os eleitores julgarão”, no entanto “descobrir-se que um eurodeputado que já foi duas vezes cabeça de lista, vai agora para a terceira, tem uma assiduidade muito baixa nos trabalhos do parlamento europeu e que simultaneamente é sócio de uma sociedade de advogados que lhe paga 10 mil euros mensais, compreendo que esse mesmo eurodeputado tenha de fazer nuvens de fumo e atacar o candidato do PS, pois o que ele pretende é que não olhem para a sua casa”.   

A Câmara Municipal de Estremoz informa que, na sequência das deliberações tomadas pela Comissão Municipal de Trânsito e posteriormente ratificadas em reunião de câmara, procedeu-se a alterações de trânsito na zona da Avenida Rainha Santa Isabel, tendo já sido colocada a nova sinalização nos arruamentos a seguir designados:

- no arruamento do lado sul da antiga Estação de Caminhos de Ferro (troço compreendido entre a Av. 9 de abril e a Av. Rainha Santa Isabel) o trânsito passa a efetuar-se em sentido poente-nascente, ou seja, da Av. 9 de Abril para a Av. Rainha Santa Isabel;

- no arruamento do lado norte da antiga Estação de Caminhos de Ferro (Rua Mestre Rogério Ribeiro), o trânsito passa a efetuar-se em sentido nascente-poente, ou seja, da Av. Rainha Santa Isabel para a Av. 9 de Abril;

- no arruamento do lado norte da estação rodoviária (Rua Mestre Rogério Ribeiro), o trânsito passa a efetuar-se em sentido poente-nascente, ou seja, da Av. Rainha Santa Isabel para a Zona Industrial;

- no arruamento paralelo à Rua Mestre Rogério Ribeiro, o trânsito passa a efetuar-se em sentido nascente-poente, ou seja, da Zona Industrial para a Av. Rainha Santa Isabel.

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