A vila de Redondo já prepara mais uma edição do tradicional Carnaval de Redondo.

Segundo as informações disponibilizadas pela Câmara Municipal de Redondo, através da agenda cultural, as datas das celebrações do Carnaval são:

21 de fevereiro – pelas 10H00 decorre o desfile de carnaval dos centros escolares de Redondo e Montoito

23 e 25 de fevereiro – pelas 15H00 decorre o corso carnavalesco em Redondo

23 e 25 de fevereiro – pelas 17H30 decorre o desfile de carnaval na freguesia de Montoito

Pelo terceiro ano consecutivo, a Câmara Municipal de Moura dinamiza o projeto de Valorização do Património Imaterial do Concelho de Moura, desenvolvido pelo Sector Museus e Património Histórico.

São objetivos deste projeto, não só a preservação do património intangível (expresso entre outros, nas tradições, no saber fazer, na linguagem, nas técnicas), como a sua divulgação e comunicação.

No primeiro eixo temático foi realizado trabalho de recolha em torno das festividades tradicionais do Concelho, que permitiu a sistematização de informações que constaram na exposição “Criar memórias”, exposição itinerante que, em 2019, percorreu o Concelho.

Termina agora o segundo eixo temático dedicado às artes e ofícios tradicionais. No âmbito deste tema, foi desenvolvido trabalho de campo que envolveu a recolha de testemunhos em registo fotográfico e vídeo, compilação de fotografias antigas e instrumentos de trabalho. O resultado desta pesquisa, realizada em todo o concelho, irá agora dar origem a uma exposição que se encontra em preparação.

“Pensar o Intangível” é um projeto que tem a duração de 4 anos e que conta com a colaboração da comunidade local para o seu enriquecimento. Pretende-se, assim, que aqueles que sejam detentores de fotografias antigas as possam disponibilizar para digitalização, em qualquer núcleo museológico de Moura (de terça-feira a domingo) ou nas respetivas Juntas de Freguesia.

A Rádio Campanário esteve presente no Raid Hípico de Santa Eulália, realizado no dia 18 de janeiro, onde o organizador, Alberto Barradas prestou declarações aos microfones da rádio.

Alberto Barradas, ele que pertence à organização do Raid Hípico há 21 anos, conta-nos que desde há 7 anos que este evento é organizado pela Associação Humanitária de Santa Eulália cujo lucro reverte a seu favor, juntamente com a secção de veteranos do Juventude de Santa Eulália.

Este evento é uma homenagem ao falecido irmão de Alberto Barradas em 1972, que como o organizador nos conta, foi “indiscutivelmente o melhor raidista da sua geração”. Um evento que começou por “brincadeira” acabou por se tornar no Raid com mais edições seguidas em Portugal, sendo a edição de 2020 a 21ª.

Questionado a cerca da forte afluência dos jovens a este evento, Alberto Barradas refere que este raid é composto de várias provas, umas das quais a prova de promoção de 40 km, destinada a quem pretende entrar no circuito internacional, já que este raid tem regras bastante rigorosas no que diz respeito à defesa do cavalo e os aspirantes ao circuito internacional necessitam de passar em provas CEP-40 e CEP-80, frisando ainda que nas provas internacionais existem participantes com 17 e 18 anos.

Neste Raid Hípico estiveram inscritos cerca de 60 cavalos, onde existiam cerca de 50 estavam inscritos previamente, mas que devido ao tempo que se fez sentir em certas partes do país foi revelado por Alberto Barradas que não houve a participação de alguns desses participantes, sendo que, novas inscrições foram feitas na manhã da prova. O organizador ainda compara este evento com outro da mesma modalidade realizado em Badajoz, onde existiam características semelhantes ao raid de Santa Eulália e estiveram presentes 40 cavalos.

Apesar de ser menor a afluência de participantes espanhóis devido às regras impostas pelas federações que impedem que os mais amadores integrem certas provas, este evento contou com cavaleiros portugueses, espanhóis, franceses, belgas e um cavaleiro argentino, nesta que “é uma competição já de algum nível” como refere Alberto Barradas, que espera a repetição do evento no próximo ano.

O Cine-Teatro Municipal de Elvas acolheu, no passado sábado (18 de janeiro), o espetáculo “100 anos de Amália Rodrigues”.

Subiram ao palco para homenagear esta fadista portuguesa, reconhecida em todo o mundo, Ana Magarreiro, António Vieira, Helena Brita, Jorge Goes, José Luís Russo, Maria do Rosário, Nelson Cardoso, Olinda Moriano, Raquel Guerra, Rosa Maria, Toi Faria e Zarinha, acompanhados por Felipe Núncio, na guitarra de fado; Francisco Carvalho, na viola baixo; e Marco Conceição, na viola de fado. 

O espetáculo, teve a apresentação de Bianca e Bruno Venâncio, e contou ainda com a atuação especial da Academia de Danças de Elvas.

A Rádio Campanário esteve presente e deixa-lhe algumas imagens da noite de homenagem a Amália Rodrigues.

Em comunicado enviado para a redação da Rádio Campanário, os deputados socialistas eleitos por Èvora fazem saber que:

"(...) Luís Capoulas Santos e Norberto Patinho visitaram o local onde vai ser construído o novo Hospital Central do Alentejo e reuniram com a Presidente do Conselho de Administração do Hospital do Espírito Santo e com o Presidente da ARS do Alentejo.

Com dotação inscrita no Orçamento de Estado para 2020 de 11 milhões de euros, para um investimento total que ronda os 180 milhões de euros, estão reunidas todas as condições para um breve arranque das obras da futura unidade hospitalar.

O Júri do Concurso público internacional para a empreitada de construção do novo Hospital selecionou já a empresa construtora, notificou os interessados do projeto de decisão de adjudicação da empreitada e espera-se que, logo que obtido o Visto do Tribunal de Contas, as obras possam ter início ainda no primeiro semestre de 2020.

Os deputados socialistas consideram que esta é uma razão acrescida para que todos os deputados dos partidos que têm vindo a defender a conclusão do Hospital votem favoravelmente a proposta de Orçamento de Estado para 2020, atualmente em discussão na Assembleia da República."

A 3ª edição da Feira da Laranja, na freguesia de Pardais, no concelho de Vila Viçosa já tem datas marcadas.

Segundo o post publicado nas redes sociais pela Junta de Freguesia de Pardais o certame irá decorrer entre os dias 26 e 29 de março de 2020.

Informa ainda a Junta de Freguesia de Pardais que os interessados em participazr na 3ª edição do certame poderão realizar a sua inscrição ou obter mais informações através do telefone 268449243.

 

Vai decorrer entre os dias 3 e 9 de Fevereiro, nos estabelecimentos de restauração aderentes ao Festival Gastronómico “Vila Viçosa à Mesa, a Semana do Porco.

Os restaurantes intervenientes apresentam as suas melhores iguarias de carne de porco, podendo ser degustados pratos de secretos, plumas, bochechas, pezinhos, lombinhos, febras, entrecosto, costeletas, cachaço, feijoada, cachola da matança, confecionados através da aplicação de diversas receitas tradicionais e com os mais variados acompanhamentos.

A Semana do Porco no Festival Gastronómico “Vila Viçosa à Mesa” é o tempo do reencontro com os pratos típicos da cozinha tradicional alentejana, onde a carne de porco é soberana. É nesta época do ano que a identidade cultural alentejana, nos costumes do ciclo da vida rural, traz à mesa a apaladada “carne do alguidar” e se fazem os enchidos.

Este Festival Gastronómico, que decorre durante o ano na primeira semana de cada mês, onde encontramos os pratos característicos de cada época do ano, dá corpo e alma à oferta gastronómica do nosso concelho e pretende elevar mais alto esta oferta, aliciar e trazer aos estabelecimentos de restauração do concelho os muitos turistas e visitantes que nos procuram, com ofertas gastronómicas temáticas que evidenciam o melhor que há para degustar em Vila Viçosa.

Podem ser encontrados nos restaurantes aderentes os sabores peculiares da cozinha calipolense e alentejana, provenientes de usos e costumes cuja prática se perpetua e lhe concede a genuinidade gastronómica que é dada a conhecer a quem nos visita.

Foi lançado um concurso público pela EDIA -Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas de Alqueva, para a contratação de uma empresa de monitorização da comunidade de larvas ciprinícolas nas massas de água das bacias hidrográficas do Guadiana e do Sado.

O concurso apresenta um valor base de 100 mil euros e prazo de execução de 7 meses, prevendo a prestação de serviços de captura e identificação de larvas de peixe em massas de água das referidas bacias hidrográficas, bem como, o tratamento e apresentação de resultados para caracterização da comunidade de larvas e avaliação do grau de dispersão.

Os trabalhos terão lugar nos concelhos de Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Alandroal, Montemor-o-Novo, Portel, Vendas Novas, Arronches, Elvas, Alcácer do Sal, Grândola, Palmela e Santiago do Cacém.

Decorreu na passada sexta feira, 17 de janeiro, a tomada de posse do Secretariado Regional da União das Misericórdias.

A Rádio Campanário esteve presente na cerimónia e falou com Manuel de Lemos, presidente do Concelho Nacional da União das Misericórdias Portuguesas, que começa por referir que “o distrito de Évora está muito bem representado no secretariado nacional, contando com 2 membros ativos e 1 membro suplente”.

Para o presidente “os provedores das Misericórdias do distrito de Évora têm grande disponibilidade para colaborar pro-bono com as restantes misericórdias do país”, lembrando que “muitos disponibilizam o seu tempo pessoal para ajudar a União das Misericórdias”.

Relativamente a esta tomada de posse, Manuel de Lemos refere que “o secretariado do distrito continua com o mesmo presidente, mas o Manuel Galante tem sabido renovar a equipa”, o que considera “positivo”.

“A sustentabilidade das Misericórdias do distrito é um problema, ainda para mais numa região tão envelhecida”
Manuel de Lemos

 

Manuel de Lemos considera que “os grandes problemas do distrito de Évora passam pela sustentabilidade das Misericórdias e pelo problema dos idosos, pois estamos numa região muito envelhecida”, apontando que “temos encarar os problemas com grande abertura e preocupação, para que os idosos possam ser acolhidos com dignidade e mantendo ao máximo a sua cidadania”.  

Para Manuel Galante, presidente do Secretariado Regional da União das Misericórdias, “é quase como um renovar”, uma vez que “já faz alguns anos que assumo estas funções”.

Manuel Galante considera que “as Misericórdias continuam a depositar a sua confiança em mim e eu continuo com vontade de continuar nesta missão”.

“Encaro este trabalho nas Misericórdias como uma missão”
Manuel Galante

 

O presidente do Secretariado afirma que “fico muito feliz e contente com a confiança depositada em mim”, acrescentando que “espero responder da melhor forma a todos os desafios”.

Relativamente ás dificuldades que afetam algumas Misericórdias, Manuel Galante considera que “temos ultrapassado os obstáculos ao longo dos séculos, por isso, vamos encontrar tranquilidade para em paz resolver as questões e continuarmos a servir todos da melhor forma possível”.

Jorge Rosa, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa e que agora também assume funções no Secretariado Regional da União, refere aos nossos microfones que “foi-me pedida mais esta missão e como homem das Misericórdias não disse que não”.

O provedor da Santa Casa de Vila Viçosa considera que “ao participar neste Secretariado Regional irei tentar ajudar a resolver alguns dos problemas”.

“Tentaremos encontrar soluções para os problemas das Misericórdias do distrito”
Jorge Rosa

 

Para Jorge Rosa “este Secretariado tem a nobre missão de zelar pelas Misericórdias do distrito e encontrar soluções para os problemas das Santas Casas”.

 

No passado dia 18 de janeiro, a Rádio Campanário esteve presente pelas 8 horas da manhã na concentração de participantes para o passeio Lucefecit TT, no Alandroal, onde um dos organizadores José Luís prestou declarações aos microfones da rádio.

Numa manhã em que a chuva marcou presença, como nos referiu José Luís, para “os jipes é bom” apesar de para as “motas ser difícil”, na opinião do organizador este foi “o percurso mais giro dos 7 anos” num trajeto realizado maioritariamente na freguesia do Alandroal.

As inscrições estiveram abertas até aos momentos anteriores a se iniciar a prova sendo que no dia da prova encontravam-se inscritas 60 motas e 127 jipes.

Num dia em que o clima chuvoso embelezou a prova para quem ia de jipe, segundo José Luís, a poeira foi substituída pela lama que ajudou à diversão dos jipes, tornando-se para as motas uma prova mais complicada.

Este passeio recebeu uma aderência maior em relação aos anos anteriores, especificamente no que diz respeito a forasteiros de Espanha que se mostraram em considerável número em Alandroal, afluência que como nos foi revelado, foi consequência do sucesso dos últimos trajetos.

Este passeio Lecefecit TT para além das 60 motas e 127 jipes inscritos na prova, contou com 400 pessoas inscritas.

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