19 junho, 2019
Augusta Serrano
Notícias
17:00-19:30

Évora Monte vai recriar na Casa da Convenção “o ambiente ali vivido” no dia em que foi assinado o histórico documento que finalizou a Guerra Civil entre Absolutistas e Liberalistas em Portugal, datado de 1834.

Segundo a vereadora da cultura do Município de Estremoz, Márcia Oliveira, este é um projeto “candidatado a fundos europeus” e que contempla a criação de um Centro Interpretativo dos Bonecos de Estremoz, que vai funcionar no Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte, e outro na Casa da Convenção de Évora Monte direcionado “para o património, informação e interesse turístico e histórico”.

O Centro Interpretativo de Évora Monte vai  “recriar o ambiente que ali se viveu no dia da assinatura”
Márcia Oliveira 

 

De acordo com a vereadora, em declarações à Campanário, o Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz é projetado “para o futuro” desta arte, de forma a explorar “a forma como o boneco é feito”, direcionando-o para a “investigação e para a continuidade da arte”.

Já na Casa da Convenção o município, em parceria com a Junta de Freguesia, procura “recriar o ambiente que ali se viveu no dia da assinatura”, e disponibilizar um conjunto de informação turística sobre a Freguesia e o concelho.

Márcia Oliveira explica ainda que o valor do investimento candidatado é de 259 mil euros, “dos quais 99 mil euros são direcionados para o Centro interpretativo de Évora Monte” enquanto o restante montante é destinado ao Centro Interpretativo dos Bonecos de Estremoz. A candidatura tem “uma comparticipação de 70%” ao abrigo do programa Valorizar e a contrapartida nacional é assegurada pela autarquia e, no caso da Casa da Convenção, a Junta de Freguesia é parceira.

 

Também a esta estação emissora o presidente da Junta de Freguesia de Évora Monte, António Serrano, explica que o Centro Interpretativo terá “especial enfoque na assinatura da Convenção de Évora Monte e na questão da Guerra Civil”, mas funcionará também como “um centro de acolhimento ao visitante”, pela sua localização e pela informação sobre outros motivos de interesse que vai disponibilizar.

Évora Monte “precisa de mais polos de atração turística
António Serrano

 

António Serrano esclarece ainda que o Centro Interpretativo é composto por “uma zona de acolhimento”, uma exposição “sobre os factos na origem da Guerra Civil até à própria Convenção de Évora Monte” e, numa terceira sala, a “recriação do ato da assinatura da Convenção”.

Para o presidente da Junta, a Freguesia de Évora Monte “precisa de mais polos de atração turística” e através deste Interpretativo, tratando-se de um local de memória de um importante marco histórico, “faz todo o sentido que exista e, naturalmente, que é ali que tem que ser prestada a informação a quem a visita”

Três pessoas ficaram desalojadas esta quinta-feira, 13 de junho, depois de as chamas terem deixado a habitação onde ambos viviam sem condições de habitabilidade, disse fonte dos bombeiros.

Segundo à mesma fonte, citada pela Lusa, os desalojados são um casal de idosos e um filho deficiente, que saíram ilesos do incêndio segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja. O CDOS informa ainda que os três desalojados terão ficado a cargo do Serviço Municipal de Proteção Civil.

A mesma fonte informa ainda que o alerta chegou às 19h11 para o incendio urbano na Rua Diogo de Gouveia, e para o local foram mobilizados operacionais e veículos dos Bombeiros Voluntários de Beja e a PSP.

Segundo o Comando Territorial de Évora da Guarda Nacional Republicana foram registados esta quinta-feira, 13 de junho, 3 acidentes rodoviários e 5 crimes, informa esta força militar no balanço da atividade operacional registada.

Segundo o Comando Territorial foram registados 3 acidentes de viação, sendo 2 despistes e 1 colisão.

No âmbito da criminalidade foram registadas 5 ocorrências, sendo 3 crimes contra o património e 2 crimes contra as pessoas.

No que respeita a contraordenações foram registadas 32 infrações rodoviárias.

Decorrerá, no dia 15 de junho, pelas 21h30, na Casa Museu José Régio, o evento “Personagens Regianas ao vivo na Casa Museu Régio: «Mulheres visitam Régio em sua casa»”, pelo grupo de teatro CAEP LAB IV.

A coordenação cénica e direção artística estará a cargo de Fátima Reis, com dramaturgia de Olga Ribeiro e Maria José D’ Ascensão.

Esta atividade insere-se na Evocação do Cinquentenário da morte do poeta José Régio.

 

 A AMPV entrega o prémio Personalidade do Ano ao Comendador Manuel Rui Azinhais Nabeiro, como forma de homenagear o fundador da Delta Cafés, no ano em que comemorou 88 anos. Homem ligado ao Poder Local, ex-presidente de Câmara de Campo Maior e agora também ligado ao setor do vinho, com o projeto da Adega Mayor.

A Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) completou 12 anos de atividade no dia 30 de abril. A data foi assinalada por ocasião da Festa do Vinho & Pão, no Cartaxo, contudo, a entrega dos Prémios Prestígio da AMPV e a homenagem nacional, a título póstumo, ao Eng.º João Carvalho Ghira, tiveram lugar dia 13 de junho, no decorrer da Feira Nacional da Agricultura (FNA), em Santarém, na Casa dos Territórios Vinhateiros — espaço de 600 m2 que a AMPV está a dinamizar neste importante certame. 

Neste dia dedicado às Cidades do Vinho — e no ano em que o projeto “Cidades do Vinho” da AMPV completa 10 anos —, a AMPV assina também o Protocolo das Cidades do Vinho e entrega placas comemorativas como forma de distinguir e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas 10 cidades portuguesas que já receberam este título: Palmela, Beja, Viana do Castelo, Vidigueira, Barcelos, Reguengos de Monsaraz, Lagoa, Madalena do Pico, Torres Vedras/Alenquer e Peso da Régua. 

A tradicional Feira de S. João, que inclui o Feriado Municipal, irá animar Évora de 21 a 30 de Junho, numa organização da Câmara Municipal de Évora em parceria com inúmeros agentes e instituições do concelho e da região.

Durante 10 dias, o Rossio de S. Brás transforma-se em local de romaria da população eborense e de milhares de forasteiros que procuram nesta feira franca momentos de lazer e de diversão, com os diversos agentes envolvidos a aproveitar o certame para dar conhecer o seu trabalho ou negócio.

No dia de abertura, dia 21, pelas 18h00, destaque para a sessão de abertura oficial da feira a ter lugar no Pavilhão Municipal, seguindo-se a inauguração das exposições de fotografia e multimédia “ÉVORA, URBE ÁUREA”, organizada pela Camara Municipal de Évora, das exposições comemorativas dos centenários do Grupo Pró-Évora e da Escola Secundária Gabriel Pereira e a inauguração da exposição das Freguesias.

Neste dia, destaque ainda, pelas 19h30, para o espetáculo, no Parque Infantil, “Évora, museu vivido” - Espetáculo de abertura do Espaço Criança, com a participação: 3.º e 4.º B da EB dos Canaviais | 4.º A da EB S. Mamede | Associação Filarmónica Liberalitas Julia | Centro de Atividade Infantil de Évora | Creche e Jardim de Infância Coopberço | Creche e Jardim de Infância “O Casulo”| Jardim Infantil N. Sra. da Piedade.

De resto, o certame, como é habitual, possui um vasto programa que poderá ser consultado em: http://www.cm-evora.pt/pt/agendacultural/Paginas/FEIRA-DE-S--JO%C3%83O-2019.aspx. No capítulo desportivo, há a registar a realização do tradicional Grande Prémio de S. João, agendado, para o dia 22 (sábado), cuja particularidade é realizar-se a partir das 19h30.

Outro dos pontos altos da Feira de S. João é o já tradicional desfile de Marchas Populares, que terá lugar no dia de S. João, pelas 20h30, com a participação de instituições da área educativa, social e cultural.

O palco principal da feira volta a apresentar este ano um cartaz diversificado, destacando-se Ana Moura, Resistência, Pedro Calado, Dino d’Santiago, Encontro de Etnografia e Folclore, entre outros, sempre a partir das 22h00.

Decorre no mês de junho uma missão internacional à Índia, com a duração de seis dias onde se pretende promover o contacto com potenciais investidores de forma a reforçar o ecossistema de inovação no Alentejo.

Entre os dias 10 e 16 de junho decorre, no âmbito do projeto Alentejo Global Invest, uma Missão Internacional à Índia, cujo principais focos serão os setores da inovação e das tecnologias de informação.

O principal objetivo desta missão é promover o contacto com potenciais investidores, startups, entidades e empresas, cujos seus serviços possam vir a reforçar o ecossistema de inovação da região do Alentejo.

Dia 10 decorreu a reunião com a Nasscom, Associação Nacional de Empresas de Software e Serviços, sendo esta a responsável pelo Programa 10.000 StartUps. A comitiva teve a oportunidade de conhecer o espaço de incubação e coworking, realizando também uma visita ao Centro de Excelência em IOT.

Já no dia 12 de junho, na cidade de Hyderabad, a comitiva teve a oportunidade de conhecer o Centro de Inovação e Empreendedorismo do IIIT (International Institute of Information Techonolgy), onde foi possível conhecer a incubadora e contactar diretamente com algumas das 70 StarUps incubadas. No seguimento deste dia, decorreu também a reunião com o CEO da T-HUB, cuja intervenção se foca essencialmente em três domínios: Start Up Innovation, Corporate Innovation e Ecosystem of Innovation. A abordagem centrou-se naquilo que são as condições de atratividade que neste momento estão associadas ao Alentejo, bem como na necessidade de proceder à atração de talentos para a região.

José Calixto, Presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo afirma que 'A economia do Alentejo está bem diferente de décadas anteriores' e está confiante que se este crescimento notório irá continuar. ‘O Alqueva é uma das grandes infraestruturas que o Alentejo tem, com capacidades múltiplas, e temos que dizer ao mundo que a temos’, salientou o Presidente da ADRAL, que explicou ainda que 'um dos objetivos desta missão foi dar a conhecer as capacidades de uma região que não é tão conhecida como outras zonas agrícolas europeias'. O projeto Alentejo Global Invest, é uma operação SIAC, financiado pelo Alentejo 2020

Quando um evento crítico afeta uma comunidade é importante compreender o impacto que a experiência tem na saúde mental das pessoas, não só no período de rescaldo, mas também quando se retorna à normalidade.

Assim, passados 6 meses do acidente do dia 19 de novembro de 2018, que consistiu no colapso de parte da Estrada Municipal 255, a Cruz Vermelha Portuguesa, através das suas Equipas Psicossociais, pode contribuir para esta avaliação junto da população de Vila Viçosa e de Borba.

É possível não só aferir a existência de consequências ao nível da saúde mental, bem como encaminhar para os serviços existentes na comunidade pessoas que possam necessitar de ajudar para lidar com os efeitos psicológicos do acidente que ainda possam persistir.

Neste sentido, a Cruz Vermelha Portuguesa, através da Delegação de Vila Viçosa em colaboração com a Delegação de Vila Nova de Gaia, vai realizar um Rastreio da Saúde Mental junto da população.

As equipas vão ser acompanhadas, por elementos Voluntários das Delegações da CVP de V. Viçosa e Borba.

A iniciativa vai decorrer nas quatro freguesias do Concelho de Vila Viçosa e nas quatro freguesias do Concelho de Borba, nos dias 15 e 16 de junho.

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 13 de junho, abordou aos microfones da Rádio Campanário as notícias de que o envelhecimento está a travar o crescimento da economia e as declarações de Jerónimo de Sousa em que revela que dificilmente estará disponível para um novo acordo com o partido socialista.

O envelhecimento está a travar o crescimento da economia, Nuno Melo considera que “o envelhecimento é uma coisa boa”, acrescentando que “o envelhecimento positivo é algo de salutar”. O eurodeputado considera que “o problema não é o envelhecimento, mas sim a baixa natalidade”.

Questionado pela RC sobre que medidas devem ser tomadas para aumentar a natalidade, Nuno Melo refere que “essa é a pergunta dos mil milhões de euros”. O eurodeputado refere que no caso português “as pessoas optam por fazer carreia e os filhos vêm numa fase mais tardia da vida”.

Nuno Melo considera que “o caminho deve ser conceder maiores facilidades ás pessoas, talvez até alguns benefícios fiscais”.

Relativamente ás declarações de Jerónimo de Sousa que refere que o PCP não será uma força pela negativa após as eleições, Nuno Melo considera que “o PCP tem notado que geringonça tem custado muito caro”. O eurodeputado refere que “o PCP tem vindo a perder alguns dos seus bastiões históricos, e agora veio a diminuir a sua votação.

Nuno Melo refere que “o PCP enquanto partido de protesto, ganha mais eleitoralmente do que enquanto partido de poder”, acrescentando que “um partido que quer ser forte nas autarquias” tem de reformular a sua postura”.

Últimas notícias

Histórico de Notícias

« Junho 2019 »
Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30