Data:

Partilhar

Recomendamos

“Este era o nó que faltava desatar para o hospital entrar num processo de finalização de obra” – Carlos Mateus Gomes

Foi assinado na manhã desta sexta-feira, 20 de março, em Évora, o protocolo que viabiliza a construção das infraestruturas indispensáveis ao funcionamento do futuro Hospital Central do Alentejo. O documento formaliza o compromisso entre a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC) e a Câmara Municipal de Évora para a execução de acessos rodoviários, redes de abastecimento de água e saneamento, bem como ligações elétricas, num investimento global de cerca de 13,3 milhões de euros.

Para Carlos Mateus Gomes, presidente do conselho de administração da ULSAC, o protocolo representa um passo decisivo na conclusão do hospital. “Este protocolo é o elo que faltava, nestes três meses conseguimos recuperar um protocolo que estava com algumas dificuldades, até porque não abrangia todos os pontos que seriam necessários, e que agora estão todos cobertos, mas acima de tudo, porque este protocolo permite dotar a Câmara Municipal de Évora dos recursos necessários para poder avançar com as infraestruturas básicas que qualquer hospital necessita”, afirmou.

O responsável sublinhou ainda que este acordo marca o “ponto final” para processos que sofreram atrasos com a extinção das ARS:, e afirmou que “era o ponto que faltava para fechar, faltava apenas desatar este último nó que era o protocolo, fundamental para que o hospital a partir de agora entre num processo de finalização de obra, que é tudo o que nós desejamos.”

Sobre o estado atual da construção, Carlos Mateus Gomes explicou que “o que falta neste momento é basicamente instalações especiais, porque quase tudo o que é paredes estão prontas, falta instalações elétricas, algumas canalizações e alguns ajustes que ainda se têm de fazer”, acrescentando que “tudo o que é da parte da construção civil, 80% está completado, faltam os 20% que são apenas alguns acabamentos.”

O presidente do conselho da ULSAC destacou também o papel do hospital na rede regional de saúde: “Nós sabemos que há uma rede de referenciação entre os vários hospitais e, com as especialidades que temos, as capacidades e os profissionais de tipo que temos, também temos a capacidade de absorver doentes de outras regiões que possam estar com alguma dificuldade e em determinadas especialidades podemos ser uma referência e receber doentes de outros hospitais.”

Com o protocolo agora assinado, Évora dá um passo decisivo para que o Hospital Central do Alentejo se torne uma realidade, fortalecendo a capacidade de atendimento de saúde na região e garantindo as infraestruturas essenciais para o funcionamento da unidade hospitalar.

Populares