Cerca de 7% das casas anunciadas para arrendar no idealista durante o segundo trimestre de 2026 estiveram menos de 24 horas no mercado, o equivalente a uma em cada catorze casas a desaparecer antes de muitos arrendatários conseguirem sequer visitar o imóvel. O valor representa uma descida significativa face aos 11% registados no trimestre anterior.
O distrito de Évora é a zona do país onde o arrendamento é mais rápido, com 43% das casas para arrendar a saírem do mercado em menos de 24 horas. Seguem-se os distritos de Leiria (17%), Santarém (16%), Castelo Branco e Faro, ambos com uma taxa de 13%. Nos principais mercados urbanos, Braga e Setúbal registam 11%, Lisboa 5% e Porto 7%.
Ao nível das capitais de distrito e ilhas analisadas, a maior incidência de arrendamento expresso verifica-se em Évora (50%) e em Faro (25%). Santarém regista 20%, enquanto Vila Real apresenta uma taxa de 17%. Leiria surge com 14% e o Setúbal com 8%.
Por outro lado, Beja, Bragança, Guarda, Ponta Delgada e Portalegre não registaram qualquer caso de arrendamento expresso durante o período analisado. As menores taxas verificaram-se ainda em Viana do Castelo (3%), Coimbra (4%) e Lisboa (4%).

