Os Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), segundo José António Vieira da Silva, Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, passam por “dois fatores decisivos, o envolvimento das autarquias”. Sublinhando a importância do apoio autárquico para o sucesso destes projetos, “o outro, é a qualidade das lideranças que vem das instituições.” Muito embora a autarquia apoie, “não lhe compete ser a executora, os contratos existem para envolver toda a comunidade civil”. Só dessa forma a “qualidade das instituições pode ser “um fator de distinção”.
Os CLDS “começaram por ser uma experiencia localizada” e considerando, serem verdadeiras, as dificuldades de inserção dentro das instituições, na hora de execução desses mesmos contratos. O Ministro aponta uma das causas para essa dificuldade à “localização dos CLDS.” O risco apresenta-se na “dificuldade” de encontrar instituições, embora possam ser “muito” eficientes “naquilo que fazem, noutras realidades, estão menos preparadas para a flexibilidade,” generalizada. Já que é imperativo agilizar os processos. Culminando assim na sua concretização, só possível com “um trabalho conjunto dos CLDS.”
Em relação ao nível da taxa de desemprego, que desceu, e questionado sobre as metas a que o governo se propões para o próximo ano, José António Vieira da Silva, recordou que, o governo tinha como meta para 2016, uma taxa de desemprego de 11,2% e que neste momento, está nos 10.8%, sendo por isso fixado para o próximo ano “10.3%”.
Destacou ainda a importância da criação de emprego e que essa, é uma meta que está a passar para o mercado de trabalho, a criação de “mais emprego”.

