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Morreu o general Martins Barrento, natural de Estremoz e antigo chefe do Estado-Maior do Exército

O general António Martins Barrento, natural de Estremoz, e antigo chefe do Estado-Maior do Exército, morreu este sábado, 7 de março, aos 87 anos, depois de uma carreira de décadas ligada às Forças Armadas Portuguesas.

Em comunicado, o Exército Português manifesta “profunda consternação” pelo falecimento do militar e apresenta condolências à família e amigos. O Exército destaca o percurso de Barrento como um exemplo de “ética, rigor e sentido de serviço público”.

Ao longo da sua carreira, o general afirmou-se como uma referência intelectual no debate sobre segurança e defesa nacional. Segundo a nota divulgada pelo Exército, distinguiu-se pela “excecional lucidez intelectual e elevada estatura moral”, defendendo que a solidez da defesa de um país assenta nos valores, na experiência e no desenvolvimento do conhecimento.

O Exército Português sublinha ainda que a instituição perde “um dos seus mais notáveis soldados”, salientando que a vida e o legado de António Eduardo Queiroz Martins Barrento constituem “motivo de profundo reconhecimento e perene respeito”.

A carreira e o pensamento do antigo Chefe do Estado-Maior do Exército são apontados como fonte de inspiração para militares e para todos os que servem Portugal nas fileiras da instituição.

O velório terá lugar no dia 9 de março (2.ª feira), entre as 16h00 e as 23h00, na Capela da Academia Militar, em Lisboa.

No dia 10 de março (3.ª feira), o velório será retomado às 10h00, seguido da Missa de Corpo Presente, pelas 11h00. Posteriormente, o cortejo fúnebre seguirá para o Cemitério dos Olivais, onde o corpo será cremado às 13h00.

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