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Pais deixaram de contar a história da Abelha Maia e puseram os telemóveis à frente dos filhos

A parábola, em jeito de alerta, foi lançada pelo presidente da Câmara de Estremoz, José Daniel Sádio, no seminário “Tela#cautela#uso#abuso – O online em reflexão”, que esta sexta-feira juntou no Teatro Bernardim Ribeiro vários intervenientes no combate aos comportamentos aditivos e dependências.

Voltando ao exemplo da célebre Abelha Maia, que marcou gerações entre as décadas de 70 e 80, José Daniel Sádio destacou a mensagem com “o conteúdo de valores”, traduzindo um momento familiar de “conversa à mesa” . Relembra o autarca que nessa época o “foco” estava “distante da tecnologia”, recaindo antes “nos valores da partilha”.

A má notícia, destacou ainda José Daniel Sádio, é que “a família deixou de ser o centro do Mundo e passou a ser um ecrã e uma tela. E isso está a acarretar problemas complexos, surgindo dependências e crise de valores”, acrescentou, assumindo que Estremoz “não pode ficar de fora desta discussão”.

Foi nesse sentido que a Câmara decidiu elaborar o seu próprio Plano Municipal de Combate às Dependências, unindo várias entidades – Município, autoridades e atores da educação – que esta sexta-feira se juntaram no seminário.

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