Revista de Imprensa

Comentário semanal do deputado João Oliveira aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 06 Nov. 2019

O deputado João Oliveira, eleito pelo círculo de Évora da CDU à Assembleia da República, no seu comentário desta quarta-feira, 06 de novembro, abordou os três votos, da direita, sobre resolução do Parlamento Europeu que comparou regimes nazi e comunista, o aumento anual do salário mínimo até aos setecentos e cinquenta euros e ainda o mediatismo do Chega e do Livre.

João Oliveira começa por referir que “o CDS, o Chega e a Iniciativa Liberal entenderam fazer-se aqui as vozes de quem branqueia o nazi-fascismo”, acrescentando que “é fácil de perceber que a comparação é completamente absurda”.

O deputado considera que “os partidos que se assumem como porta-voz dessa operação de branqueamento do nazi-fascismo, são precisamente partidos em cujas fileiras nós não encontramos uma pessoa que tenha lutado contra o fascismo em Portugal”, referindo que “as pessoas em Portugal sabem perfeitamente que foram os comunistas quem pagou o preço mais elevado da luta pela liberdade e pela democracia em Portugal”. João Oliveira declara ainda que “quando esta questão foi discutida no parlamento europeu, nós fizemos uma intervenção e uma declaração de voto, a comunicação em Portugal é que não nos quis dar voz”.

Questionado pela RC sobre o aumento do salário mínimo, discutido ano a ano, para os setecentos e cinquenta euros até 2023, João Oliveira explica que “em 2015 todos os fantasmas se levantaram quando o salário mínimo ia aumentar e portanto ia-se gerar o caos na economia portuguesa”. O deputado justifica que “o aumento do salario mínimo significou o aumento do poder de compra das pessoas e o aumento do poder de compra significou a dinamização da economia”.

João Oliveira aponta como diferenças “os espanhóis vão ter um salario mínimo próximo dos mil euros”. O deputado frisa que “nós achamos que o salario mínimo deveria ser fixado nos oitocentos e cinquenta euros”.

Posto isto, o deputado explica que “o aumento dos salários tem que ser um aumento geral, não apenas para aqueles que ganham o salario mínimo”.

Relativamente ao mediatismo dos partidos Chega e Livre, o deputado refere que “a comunicação social nacional hoje em dia guia-se exclusivamente por dois critérios que são a novidade e o escândalo”, considerando que “o mais importante é a capacidade dos cidadãos conseguirem separar o trigo do joio” e avisa que “a promoção mediática é fortíssima hoje em dia, no sentido de formatar consciências”.

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