“A 3 meses das eleições a oposição não conseguiu conquistar a confiança dos portugueses” (c/som)

Revista de Imprensa 16 Jul. 2019

O eurodeputado Carlos Zorrinho, eleito pelo PS, no seu comentário desta terça-feira, dia 16 de julho, abordou aos microfones da Rádio Campanário os resultados das sondagens para as legislativas, as palavras de Rui Rio sobre a lei de bases da saúde e a apresentação das listas do PS para as legislativas de outubro.

Relativamente aos resultados das sondagens, que apontam o Partido Socialista como o mais votado, Carlos Zorrinho considera que “é sempre bom para um partido saber que merece a confiança da maioria dos eleitores”, acrescentando que o que importa é que venha a existir uma maioria para governar”.

O eurodeputado refere que “gosto sempre que o PS seja mais votado”, no entanto “uma aliança social é o mais importante”. Para o eurodeputado estes resultados das sondagens mostram que “a 3 meses das eleições a oposição não conseguiu conquistar a confiança dos portugueses”.

Relativamente ás palavras de Rui Rio sobre a nova Lei de Bases da Saúde, Carlos Zorrinho considera que “chegámos a uma lei de bases bastante equilibrada”, salientando que “em todas as áreas é importante que exista conversação”.

O eurodeputado considera que “a política tem de ser feita para atingir objetivos”, acrescentando que “o serviço nacional de saúde não pode ser maniqueísta”.

Para Carlos Zorrinho “o privado e o público devem estar em pé de igualdade”, acrescentando que “algumas PPP são boas e devem ser mantidas, outras nem tanto”.

Questionado pela RC sobre se o Presidente da República deve promulgar o diploma, Carlos Zorrinho considera que “o PR é soberano e não me compete a mim opinar sobre isso”, no entanto não deixa de considerar que “o princípio geral é possível de ser promulgada”.

Relativamente ás listas do partido socialista para as próximas legislativas, o eurodeputado refere que “está tudo dentro do programa”. Carlos Zorrinho explica então que “dia 20 apresentamos o programa e no dia 23 a comissão nacional do partido aprovará as listas”.

O programa eleitoral do partido socialista será “muito vasto” e para Carlos Zorrinho “o que Rui Rio está a fazer é atirar números soltos”. O eurodeputado adianta que “o PS tem um programa sério”.

Relativamente aos impostos, Carlos Zorrinho refere que “é preciso analisar onde é que vão gastar os impostos que se pagam”.

Questionado pela RC sobre se Mário Centeno será apenas uma figura de campanha, Carlos Zorrinho refere que “não sei se ele vai sair ou não, esse tema é pura adivinhação”. Para o eurodeputado “o importante é o ministro das finanças estar nas listas, para que as pessoas possam confiar no governo”.

   

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