07 Ago. 2020
Augusta Serrano
Notícias
17:00-19:30

A cobrança de impostos em falta, a recuperação de alternativas ao centro e a falta de transparência no caso da CGD, no comentário de Carlos Zorrinho no dia 15 de novembro (c/som)

Revista de Imprensa 15 Nov. 2016

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 15 de novembro, falou sobre a instrução da Autoridade Tributária para não deixar escapar a cobrança de IRS, IRC e IVA de 2012, a vontade do ministro Augusto Santos Silva em recuperar as alternativas ao centro e a acusação ao Governo de não ser transparente no processo da CGD.

Sobre a cobrança de impostos em falta, Carlos Zorrinho diz que “é muito importante fechar o ano com um défice o mais baixo possível. O défice previsto neste momento é de 2,5%, é o mais baixo desde há muitas décadas, mas para ele ser cumprido, tem que ser contida a despesa e tem que ser maximizada a receita. É normal que se procure agora cobrar o mais possível para fechar o ano com bom resultado porque isso também nos dá argumentos para outras coisas, nomeadamente para ter outro tipo de credibilidade no contexto europeu (…)”.

Relativamente à vontade do ministro Augusto Santos Silva em recuperar as alternativas ao centro, o eurodeputado expressa que “uma das grandes inovações deste Governo, foi ter aberto o leque da governação, ou seja, todos os deputados da Assembleia da República contam como legisladores, mas também representam partidos que podem fazer parte do sistema e dos processos do Governo”. Acrescenta que “é fundamental não fechar portas, seria um erro, ter aberto as portas à esquerda e fechar as portas ao centro ou à direita. Tem que haver uma abertura de espirito sempre que o que interessa são as politicas (…)”.

Carlos Zorrinho comentou ainda a acusação de não transparência do Governo no caso do processo da CGD. O eurodeputado diz que tem duvidas que no contrato esteja a clausula de que a nova gerência do banco, não tinha de apresentar a declaração de rendimentos, eventualmente poderá ter existido “uma conversa informal e depois o que tem que se aplicar é a lei”, salientando que “quando há uma dúvida, os serviços jurídicos da Caixa dizem que não é necessário apresentar declaração, mas o Tribunal Constitucional é que tem que dizer se é preciso ou não, e se for, eles têm que entregar ou sair (…)”   

   

 

 

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