A poupança de 150 milhões de euros até 2018 nas Finanças Públicas, o anúncio de greves e manifestações pela CGTP e o “braço de ferro” entre os taxistas e a UBER, no comentário semanal de José Palma Rita (c/som)

Revista de Imprensa 02 maio 2016

José Palma Rita, Vice-presidente da Comissão Política Distrital de Évora do PSD, no seu comentário desta segunda-feira, dia 2 de maio, falou sobre as declarações de António Costa nas comemorações do 1º de Maio, da poupança de 150 milhões de euros até 2018, nas Finanças Públicas, o anúncio da CGTP de greves e manifestações de 16 a 20 de maio e o braço de ferro entre os taxistas e a UBER.

Sobre a poupança de 150 milhões até 2018 nas Finanças Públicas, diz que não sabe “onde o Governo vai cortar, na verdade é uma contradição insanável que se mostra às agencias de rating e se envia para Bruxelas os anexos do PEC e não se mostra aos portugueses nem aos partidos do parlamento esses anexos, há um discurso para fora e um discurso para dentro (…)”.

Refere que não consegue entender “quanto tempo mais a esquerda vai mentir ao seu eleitorado, não consigo perceber como é que Jerónimo de Sousa e Catarina Martins do Bloco de Esquerda, se recusam a votar no Parlamento um PEC que exigiram sempre que fosse votado nos Governos anteriores (…)”.

Sobre o “braço de ferro” entre os taxistas e a UBER, José Palma Rita destaca que “é uma coisa interessante (…) os taxistas estiveram anos mais que suficientes para se modernizarem e tornarem os seus serviços mais apelativos e simpáticos (…) eles tiveram as coisas controladas até agora, não houve inovação, criatividade (…) agora sentem-se ameaçados, mas isto é um mercado e um mercado funciona assim (…)”.

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