Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 16 Jan. 2020

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 16 de janeiro, abordou aos microfones da Rádio Campanário a possível fusão entre a PSP e a GNR, o facto de o Ministério das Finanças reiterar que sempre cumpriu as metas financeiras e ainda as prioridades do CDS-PP para o Orçamento do Estado.

Relativamente a uma possível fusão entre a GNR e a PSP que coloque mais efetivos nas ruas, Nuno Melo afirma que “para começar promessas leva-as o vento”, lembrando que “temos ouvido promessas de mais médicos, enfermeiros e policias, mas a verdade é que não passam de propaganda”.

O eurodeputado refere que “nós sempre defendemos a existência destas duas forças de segurança, com características completamente diferentes e com uma tutela que não é a mesma”.

Para Nuno Melo “a GNR tem características muito especificas e diferentes da PSP”, referindo que “até onde sei as forças sempre rejeitaram esta fusão”.

Na sua opinião “esta medida, é uma medida que não teve a devida ponderação e que não devia ser anunciada com esta ligeireza”.

Relativamente a um possível aumento do número de efetivos, o eurodeputado afirma que “a existência de mais elementos não tem nada que ver com a fusão”, acrescentando que “mais elementos implica a contratação de pessoas e o pagamento dos salários, a fusão não implica mais elementos”.

Naquilo que concerne ao facto de o Ministério das Finanças reiterar que sempre cumpriu as metas financeiras, Nuno Melo refere que “temos de reconhecer que as instituições europeias já se enganaram várias vezes ao analisar a situação de Portugal”.

Para o eurodeputado “temos um problema estrutural que tem que ver com uma dívida absurda contraída no tempo de José Sócrates”, logo, “este Governo não se pode considerar extraordinário porque consegue cumprir algumas metas orçamentais”.

Nuno Melo considera que “o mínimo que os Socialistas podem fazer é ter as contas públicas em ordem”, acrescentando que “apesar de tudo, Mário Centeno, tem tido as contas públicas próximas dos números que Bruxelas tem pedido”.

Questionado pela RC sobre as prioridades do CDS-PP para o Orçamento do Estado, Nuno Melo refere que “terá de ser uma pergunta para o grupo parlamentar”, lembrando apenas que “temos insistido muito na questão tributária, quando o Governo alega que tem conseguido excedentes orçamentais era de esperar que aqueles que contribuem para esses excedentes fossem um bocadinho recompensados, ou pelo menos aliviados na carga fiscal”.

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