Aplicação de dinheiro destinado à associação Raríssimas “envergonha-nos”, diz António Costa da Silva no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 11 dezembro, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 11 de Dezembro, começou por falar sobre as acusações dirigidas à gestão da associação Raríssimas, diz que “a questão não é a origem do dinheiro, o mais grave é a imoralidade que existe na aplicação do dinheiro”.

Para o deputado social-democrata, a aplicação do dinheiro “é chocante” por serem “fundos que têm um objetivo social para pessoas com deficiência”, afirmando que “envergonham-nos sinceramente”, atirou.

No que diz respeito ao setor da saúde, de acordo com as manchetes dos jornais metade dos jovens médicos admitem emigrar quando forem especialistas, António Costa da Silva realça que “a Troika é que emigrou”, significando isso que “agora a situação continua de uma forma mais grave”.

Para o deputado, outro dos pontos de vista em que se pode analisar esta situação, “tem a ver com o esforço que as famílias fazem para qualificar os jovens”, referindo que “é com o dinheiro dos contribuintes que formamos pessoas e depois não as aproveitamos no nosso país”.

Questionado acerca de concursos em regiões como o Alentejo, em que muitas vezes abrem e os profissionais não se candidatam para a região, António Costa da Silva refere que “è uma questão de vencimento”, justificando que os profissionais de saúde “vão se embora porque são muito melhor pagos noutros países”.

O Comentador da RC frisa ainda que “formamos excelentes técnicos de saúde e não temos capacidade de os manter cá”, no entanto aponta á “capacidade de alargar a dívida da saúde em mil milhões de euros”, noticiado recentemente pela comunicação social.

No mesmo setor os jornais referem que Hospitais estão a ser forçados a contratar médico à hora para este mês de Dezembro, em comentário, o deputado social-democrata refere que “as matérias estão umbilicalmente ligadas uma à outra”.

Segundo António Costa da Silva “é certo que os Hospitais têm que procurar alternativas para resolver essas situações”, considerando que o valor pago, de 24 euros à hora, “é um valor razoável”, focando a sua atenção “na melhor qualidade de serviço e melhor estabilidade para que os médicos possam desempenhar a sua função”.

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