As declarações de Berardo "deixam o país indignado, são inaceitáveis e brincam com quem trabalha" (c/som)

Revista de Imprensa 14 maio 2019

O eurodeputado Carlos Zorrinho, eleito pelo PS, no seu comentário desta terça-feira, dia 14 de maio, abordou aos microfones da Rádio Campanário os mais recentes resultados das sondagens para as eleições europeias, falou sobre as negociações do SIRESP e finalizou abordando as polémicas declarações de Joe Berardo.

Relativamente aos resultados das últimas sondagens, que colocam o Partido Socialista a liderar as intenções de voto, Carlos Zorrinho não entra em euforias e considera que “a verdadeira sondagem é nas urnas”, no entanto não deixa de referir que “andando nas ruas sinto que existe muita recetividade”. O eurodeputado afirma que “o resultado final vai depender muito da abstenção”.

Em relação ao SIRESP o eurodeputado é taxativo e refere que “sem SIRESP não podemos ficar”, recordando o facto de “o tribunal de contas não ter concordado com a PPP”.

Carlos Zorrinho refere aos nossos microfones que na sua opinião “o SIRESP tinha tudo a ganhar em ser um modelo mais transparente, evitando assim as situações do passa culpas”, acrescentando que “o SIRESP é um tipo de estrutura que tem de ser ou do estado ou concessionada globalmente”.

O eurodeputado refere que “vamos ter que ter várias redes de comunicação, não pode ser por cair um poste ou uma linda que ficamos sem comunicações, tem de existir redundância, tem de haver mais de uma forma de comunicar”.

Carlos Zorrinho terminou a sua rúbrica aos microfones da Rádio Campanário, abordando as declarações de Joe Berardo que tem indignado o país. O eurodeputado diz-nos que “quando ouvi as declarações fiquei indignado”, considerando-as “completamente inaceitáveis”. Carlos Zorrinho explica que “um grupo de eleitos não pode pedir dinheiro para depois investir o próprio dinheiro em ações da banca sem ter nenhum risco”, acrescentando que “é brincar com todos aqueles que em Portugal trabalham”.

O eurodeputado considera que “a situação de Joe Berardo ajudou para que as pessoas se indignassem, e essa situação tem de ter consequências”.

Quando questionado pela RC sobre os investimentos contínuos por parte de Joe Berardo (ex: museu em Estremoz), Carlos Zorrinho considera que “não é Joe Berardo, são as empresas SA”, acrescentando que “essas empresas têm de ser avaliadas”. O eurodeputado afirma que “não pode existir uma justiça para ricos e outra para os pobres”       

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