09 Jul. 2020
Augusta Serrano;
Fadistices
20:00-21:00

Comentário semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 03 Dez. 2019

O eurodeputado Carlos Zorrinho, eleito pelo PS, no seu comentário desta terça-feira, 3 de dezembro, abordou aos microfones da Rádio Campanário a Cimeira do Clima da ONU, a regionalização e o resultado de um estudo que aponta os jovens alunos portugueses com resultados acima da média da OCDE.

Questionado pela RC sobre qual o processo mais rápido para a descarbonização, Carlos Zorrinho afirma que “só a vontade política e a coragem política podem reduzir o consumo de combustíveis fósseis”.

O eurodeputado explica que “em termos de leis está tudo feito, a legislação existe, falta é vontade política para a colocar em prática”.

Carlos Zorrinho considera “fundamental passar da teoria para prática”, acrescentando que “não podemos continuar com combustíveis fósseis mais acessíveis que energias renováveis e pretender uma progressão nas metas da descarbonização”.

Sobre a pegada ecológica da alimentação, o eurodeputado considera que “dificilmente nós vamos ganhar muito na redução de emissões com as questões da alimentação”, referindo que importante será “reduzir as emissões em países que apresentam produção excessiva”.

Para Carlos Zorrinho é necessário “promover a igualdade entre países, temos sítios em que é necessário aumentar as emissões para que eles se possam desenvolver”, acrescentando que “ao nível das energias é necessário que se faça uma transição rápida para as renováveis, a todos os níveis, desde a indústria até ás nossas casas”.

Relativamente ás questões da regionalização, o eurodeputado considera que “o Governo está a tentar criar um consenso com os autarcas, para que primeiro se descentralize para depois regionalizar”.

Carlos Zorrinho refere que “é necessário um grande cuidado na condução de todos estre processo”, acrescentando que “não podemos voltar a cometer os erros do passado”.

O eurodeputado garante que “em 2021 vamos avançar com a descentralização junto das autarquias”, mostrando-se convicto de que “as autarquias vão fazer ‘barulho’ sobre os custos que têm”, no entanto, considera que ”o Governo irá negociar”.

Na sua opinião, “é necessário dar mais poder de coordenação ás CCDRs para que elas possam auxiliar as SIMS”, e só depois “se poderá avançar com o referendo sobre a regionalização”, considera.

Carlos Zorrinho não deixa de notar que, neste acordo de regime entre o Governo e as Autarquias, “gostaria de ter visto a calendarização da data do referendo”, algo que ainda não aconteceu.

O eurodeputado finalizou o seu comentário aos nossos microfones abordando o resultado de um estudo que coloca os alunos portugueses acima da média da OCDE.

Para Carlos Zorrinho é necessário “saudar os professores e as escolas, que com muitas dificuldades, formam estes jovens”.

O eurodeputado considera que “é necessário reduzir as desigualdades no acesso ao ensino e ás ferramentas de apoio, como por exemplo a internet”, acrescentando que “em média os nossos jovens estão melhores, mas o estudo também mostra que aqueles que têm menos acesso estão a perder a corrida”.

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