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Comentário semanal da Deputada Sónia Ramos, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  02 maio 2022

Na revista de imprensa de hoje, dia 02 de maio, contámos, com o comentário da Deputada do PSD, Sónia Ramos.

Foram abordados os temas: a posição do PSD, colocando-se ao lado do Chega, no que diz respeito à contestação das condecorações que o Presidente da República pretende fazer, a subida das taxas de juro da Euribor e a votação do Orçamento de Estado.

No que diz respeito ao primeiro tema, a Deputada do PSD começou por referir “é evidente que o Dr. Rui Rio ao assumir essa posição entendeu que era a melhor posição do PSD relativamente às condecorações que o PR quer efetuar e está na sua liberdade, porque é o Presidente da República que decide, é uma posição assumida pelo PSD e é o que é.”

Questionada se compreende as motivações de Rui Rio, a Deputada Sónia Ramos adiantou “eu compreendo as motivações” acrescentando “o que entendo também é que os partidos podem ter posições semelhantes mas isso não quer dizer que, pontualmente, tendo uma posição, neste caso, semelhante à do CHEGA , que outros pressupostos ou requisitos ou princípios nos aproximem do CHEGA.”

Ainda a este propósito a nossa comentadora referiu “a minha posição é que, apesar de pontualmente haver uma posição idêntica a um partido de extrema direita não quer dizer que o PSD tenha algum tipo de afinidade ideológica com o CHEGA porque não é isso que sucede.”

No que diz respeito ao segundo tema, a subida da Euribor, o que pode traduzir-se em dificuldades para as famílias portuguesas, a Deputada do PSD referiu “isto já era expetável, aliás o aumento desenfreado da inflação causado na sua maioria por fatores externos pela guerra na Ucrânia, o que é certo é que todas estas circunstâncias eram expetáveis.”

Ainda sobre este tema refere “o orçamento não acautela a perda do poder de compra, as famílias vão ficar penalizadas com este aumento de juros nos empréstimos das suas habitações e portanto adivinham-se tempos muito difíceis.”

Sónia Ramos sublinha “o PSD votou contra o orçamento precisamente porque entendeu que o orçamento não fazia face aquilo que foram as alterações substanciais da vida nacional e internacional num pós-guerra que começou a 24 de fevereiro.”

“Esta é apenas mais uma dificuldade que os Portugueses vão ter que enfrentar” adiantou ainda a Deputada.

Relativamente ao terceiro e último tema, o voto contra no orçamento de estado por parte do PSD, a Deputada Sónia Ramos referiu “um dos argumentos foi precisamente o facto de a inflação e os números conhecidos a abril excederem em muito aquilo que era a previsão do governo e, portanto, entender-se, que por exemplo no caso dos funcionários públicos, um aumento de 0,9% não acautela minimamente aquilo que é o aumento da inflação já prevista.”

Sónia Ramos acrescenta igualmente “aquilo que o PSD disse, e bem em meu entender, é que este é o mesmo orçamento que foi chumbado por uma maioria no ano passado e que o governo do PS volta a apresentar sem ter em conta a alteração de circunstâncias causadas por uma guerra.”

“Temos aqui o resultado. Parece-nos e já muitos falam nisso, teremos um orçamento retificativo pois não nos parece possível ignorar as consequências de uma guerra” concluiu a Deputada do PSD, Sónia Ramos.

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