07 Ago. 2022
Augusta Serrano;
Fadistices
20:00-21:00

Alentejo

Comentário semanal da Deputada Sónia Ramos, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  06 Jun. 2022

 

Na revista de imprensa de hoje, dia 06 de junho, contámos, com o comentário da Deputada do PSD, Sónia Ramos.

Foram abordados os temas: a escalada de preços nos combustíveis e anda as recomendações de Bruxelas a Portugal, apenas na área da energia, deixando de fora a questão do Hidrogénio limpo.

No que diz respeito ao primeiro tema, a nossa comentadora começou por dizer “olho para esta situação com muita preocupação” acrescentando “acho que este tema acaba por ser recorrente e é com grande preocupação que olho para este aumento descomunal do preço dos combustíveis que é sempre acomodado pelo consumidor final no seu cabaz de compras e no seu orçamento familiar.”

Na sua opinião, “o OE para 2022 aprovado há poucos dias não comportava esta variável que já era conhecida, o OE inclusive ignorou a escalada de preços da inflação e da própria guerra na europa” pelo que considera a deputada que “devia haver medidas específicas para esta situação que vai ter impato em toda a economia.”

Para a Deputada Social democrata “o governo decidiu ignorar” considerando no entanto que “o governo não pode ficar à parte e alheio aquilo que é um factor determinante dos preços e da economia e que pode levar à falência de  imensas famílias e empresas portuguesas.”

Para Sónia Ramos as medidas implementadas pelo Governo para minimizar o impacto do preço dos combustíveis “não são suficientes” porque, explica, “o que interessa para os portugueses é o preço final dos combustíveis e são essas contas que vão entrar na fixação dos preços finais dos produtos.”

Ainda assim, Sónia Ramos considera que o “governo tem feito algum esforço,” mas “não é suficiente e secalhar tem que se rever tudo o que é a política de impostos sobre os combustíveis de forma a aliviar o consumidor final.”

“Ao dia de hoje com certeza que haverá já paralisação de muitos transportes e de muitas indústrias e economias que, estarão nesta altura, a repensão se vale a pena entregar os seus produtos” acrescentou ainda a Deputada eleita pelo círculo de Évora na AR.

No que diz respeito ao segundo tema, o facto de Bruxelas, nas suas recomendações se ter centrado apenas na questão da energia deixando de lado o Hidrogénio, a Deputada refere “esta temática do hidrogénio verde não está suficientemente discutida ou, pelo menos, não há um consenso nacional sobre esta matéria.”

“As próprias indústrias têm questões por esclarecer “adiantou ainda a deputada que considera que a própria Europa “procura ainda uma série de soluções face à crise na Europa e face ao bloqueio da Rússia ao nível da compra de gás, de eletricidade, no fundo, a europa está à procura do seu caminho.”

Para a nossa comentadora “a Europa não teve tempo de delinear uma política devidamente consolidada, sólida e que seja pacífica e isso reflete-se nas recomendações de Bruxelas.”

Ainda assim realça que tem sido feito um grande “investimento nas energias renováveis, exemplo disso é o crescente aumento de centrais fotovoltaicas , em especial no Alentejo .”

 

 

 

 

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