Alentejo

Comentário semanal da Deputada Sónia Ramos, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  11 Jul. 2022

 

Na revista de imprensa de hoje, dia 11 de julho, contámos, com o comentário da Deputada do PSD, Sónia Ramos.

Foram abordados os temas: Pordata dá conta de que aumentaram as famílias em dificuldades financeiras, sobretudo as mais vulneráveis, uma situação que tende a agravar-se e que o PRR não veio resolver; as críticas ao novo líder do PSD sobre a questão dos aeroportos e a possibilidade do referendo à regionalização em 2024.

No que diz respeito ao primeiro tema, a deputada do PSD começou por dizer que “a pandemia já tinha causado um impacto brutal a nível financeiro na vida dos portugueses, a situação de guerra na Ucrânia veio agravar ainda mais a situação das famílias e empresas.”

Para Sónia Ramos “com a escalada da inflação as pessoas têm cada vez mais dificuldades” sublinhando “a situação é galopante e preocupante”.

Quanto aos apoios concedidos, entretanto pelo Governo, ou seja, o reforço dos 60 an0os, um apoio que começou por ser pontual e que ainda se mantém, refere a Deputada da PSD “não é suficiente.”

Questionada qual o programa do PSD para contrariar estas políticas do governo, a Deputada do PSD referiu “o programa do PSD não foi sufragado pelos Portugueses e, desse ponto de vista, o programa que tem que resolver o problema é o programa do PS.”

O PSD, acrescenta “nunca se demitiu de nada e se há partido que tem tentado reconstruir o país depois da bancarrota do PS, tem sido o nosso partido.”

No que diz respeito ao segundo tema, a Socialista Social democrata referiu “nos últimos 27 anos e com o PS no governo esta questão não se conseguiu resolver nem encontrar soluções mas que vão de encontro aquilo que é a consideração dos técnicos.”

Para Sónia Ramos “não temos conseguido enquanto país encontrar a melhor solução para esta questão do aeroporto.”

Sónia Ramos destaca ainda que a situação do aeroporto “trouxe uma situação ridícula e caricata no que diz respeito à decisão do Ministro Pedro Nuno dos Santos que não foi sufragada pelo próprio Primeiro Ministro.”

Segundo a deputada “temos o primeiro ministro a dizer que quer o PSD e as ideias do novo líder”. Questionada se a ideia de o líder do PSD ser ouvido sobre esta questão, Sónia Ramos referiu “não agradou nem deixou de agradar, o episódio todo ele em si foi uma vergonha para o país e para a ação governativa e para qualquer primeiro ministro.”

No que diz respeito ao último tema, considera a Deputada Sónia Ramos que o “novo líder do PSD não lhe parece que o país esteja numa situação económica, financeira e de estabilidade em que se possa repensar ou consultar o povo neste sentido e de uma nova organização administrativa do país.”

 

 

 

 

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