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Comentário semanal do deputado João Oliveira aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 20 Jan. 2021

O deputado João Oliveira, eleito pelo PCP, no comentário desta quarta-feira, dia 20 de janeiro, abordou aos microfones da Rádio Campanário, a difícil situação que o país atravessa devido ao enorme aumento dos casos de Covid 19 e o esgotamento do SNS, pondo ênfase na escassez de profissionais de saúde e na dificuldade em substituir. Falou sobre o tão pedido fecho das escolas, da requisição civil dos hospitais privados e da campanha atípica para as Presidenciais.

Começando por dizer que vivemos uma muito difícil situação, com os hospitais em quase rutura, afirma o deputado que “o problema essencial neste momento é não termos profissionais (de saúde) em número suficiente para poderem dar a resposta que é preciso dar nas condições que as pessoas precisam dela”.
Arranjar espaços e equipamentos será sempre mais fácil do que técnicos, que não se fazem num dia, a sua formação requer tempo, não dispomos para a situação de emergência que vivemos, adianta João Oliveira, do PCP, que o SNS está sob grande pressão, como antes nunca verificada, situação que não exclusiva de Portugal.

Sobre a requisição civil dos hospitais privados, pedida à Ministra da Saúde, Marta Temido, o deputado afirma que a capacidade de resposta dos privados é inferior a um décimo. Não deve ser sobrevalorizada, pois só faz sentido acrescentar os serviços privados consoante necessidades concretas e há ainda que ter em conta que os profissionais de saúde dos privados, são muitas vezes os profissionais do serviço público.

Quanto ao fecho das escolas, ainda hoje requerido por várias autarquias, diz o deputado que há que os especialistas se pronunciarem e até agora não há consenso, “as escolas não podem ficar abertas ou fechadas por palpite”. Há que haver posições científicas para os políticos decidirem e há ainda que ter em conta os custos muito significativos para os jovens a médio e longo prazo.

Sobre as Presidenciais, esta tem sido uma campanha muito atípica, segundo João Oliveira, as ações de campanha têm sido reduzidas e pouco expressivas na visibilidade dos apoios que tem recebido o candidato do PCP João Ferreira.

Aludindo voto antecipado e aos comentários vindos a público sobre as violações de confinamento dos inscritos, explica o deputado que é preciso analisar bem todas as situações e caso haja violação do confinamento devem ser aplicadas as respetivas coimas. Sobre esta questão, diz João Oliveira, que as autoridades de saúde, e muito em especial aqui no Alentejo, não têm capacidade para fazer todos os contactos necessários, “não há gente que chegue para fazer contactos telefónicos”, conhece pessoas confinadas que nunca foram contactadas pelos serviços de saúde.

O deputado João Oliveira foi um dos muitos portugueses quer votou antecipadamente no último domingo, esteve duas horas numa fila para votar, mas diz ter havido todas as condições de segurança e distanciamento para as pessoas que foram votar antecipadamente.

 

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