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Revista de Imprensa

Comentário semanal do deputado João Oliveira aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 17 Fev. 2021

A pandemia foi o pano de fundo da revista de imprensa desta quarta feira, com os comentários João Oliveira. O deputado comunista reconheceu que em termos epidémicos, “as medidas de confinamento resultam sempre”. A questão, acrescenta, “é saber se é solução que se possa suportar muito tempo. E percebemos que não é, porque nem a nossa vida individual nem a nossa vida coletiva aguenta muito tempo”.

Para minimizar as consequências nefastas que o confinamento está a ter na economia e na vida das famílias, o parlamento debate amanhã por iniciativa do PCP um pacote de medidas. Esta quarta feira já foram conhecidas algumas propostas do Governo para esse debate. Propostas que no dizer de João Oliveira “não chegam para as encomendas”. “Quando era preciso alargar os apoios às famílias com crianças até aos 16 anos; quando era preciso garantir que esse pagamento era feito a cem por cento a todos; o que o Governo faz é limitar esses apoios a apenas algumas situações”, concretiza o deputado comunista.

Amanhã, durante o debate no Parlamento, O PCP espera que os “outros partidos revejam o que está em causa” porque, diz, “não chega andarem todos os dias a criticar o Governo e na hora H faltarem os votos para fazer aprovar as medidas necessárias”. “Esperamos que particularmente o PSD, que tanto critica o Governo, não se ponha agora do lado do executivo”, conclui o deputado João Oliveira.

Já relativamente à proposta social democrata para o adiamento das eleições autárquicas de setembro, João Oliveira considera “ser muito cedo para discutir essa questão”, pois se tal como prevê o plano nacional de vacinação, se no final do verão tivermos 70% da população vacinada “a capacidade de ultrapassar os problemas criados pela pandemia é muito superior á que temos”. Considera o deputado que “é preciso ir vendo o evoluir da situação e avaliar mais à frente, em junho ou julho, as condições que existem e o que é expectável para setembro”.

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