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JOAO OLIVEIRA

Comentário semanal do deputado João Oliveira aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 14 Abr. 2021

Na Revista de Imprensa desta quarta-feira, 14 de abril, contámos com o comentário do deputado João Oliveira, do Partido Comunista Português (PCP). 

Foram abordados dois temas atuais que geram polémica e preocupação: o desconfinamento e a decisão instrutória.

Quanto à questão do desconfinamento, se deve haver ou não, o deputado afirma que vê com muita dificuldade e preocupação o problema da epidemia que ''deve ser encarado com a importância que ele tem, mas também com as medidas necessárias para as pessoas não ficarem em casa para o resto da vida''.

''A solução tem que ser a tomada de medidas que permitem a normalidade da vida das pessoas'', explica João Oliveira, relembrando que já se têm verificado ''consequências muito negativas na saúde mental das pessoas devido ao confinamento''.

''Acho que é preciso abandonarmos rapidamente a questão do confinamento e encontrarmos a solução alternativa a este problema que existe para dar resposta a epidemia'', realça. ''Manter o confinamento, mesmo que seja a nível local, acho que é uma péssima ideia, uma péssima opção''. 

O desconfinamento tem gerado uma ilusão, uma vez que ''as pessoas acharam que já não era necessário seguir as regras de confinamento''. afirma o deputado, relembrando que o recolhimento domiciliário mantém-se obrigatório. ''Acho que é preciso fazer mais pedagogia sobre as medidas que estão em vigor e que as pessoas tenham exata noção daquilo que está a ser aplicado'', declara.

Com a decisão instrutória do Ivo Rosa quanto à Operação Marquês, o deputado também se revela preocupado, referindo que ''processos desta dimensão têm que ser repensados'', sendo que os mesmos ''não têm grande eficâcia''. Outra das preocupações do deputado é a falta de um conjunto de medidas que garantam o combate à corrupção.

''A forma que têm de ultrapassar o problema da punição criminal é deixar passar algum tempo, até que começam a mexer no dinheiro que resulta da corrupção, para que na fatura, se alguém decidir investigar, já vai tarde porque isso já prescreveu'', explica o deputado, acrescentando que ''todos os esforços são poucos para o combate deste tipo de criminalidade e situações''.

Quanto à justiça em Portugal, João Oliveira chama à atenção que ''isto não é a primeira vez que acontece'', dado que não se trata de um problema problema propriamente novo, ''é um problema que vem de trás''. 

''A indignação pública em relação a este processo é mais que evidente. Em grande medida é mais que justificada. As pessoas ficam com a sensação de que, para os pobres a justiça é piedosa; para os ricos e poderosos há sempre algo que os faz fugir da sua responsabilidade'', declara João Oliveira, acrescentando que é preciso tomar medidas adequadas e certas para corresponder àquilo que é uma Jústiça.

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