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Revista de Imprensa

Comentário Semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 09 Fev. 2021

Foi a partir de Bruxelas, contemplando o azul do céu e o branco da neve, que o eurodeputado Carlos Zorrinho comentou hoje a atualidade nacional na revista de imprensa da Rádio Campanário. Em cima da mesa estiveram o atraso na distribuição de vacinas pela União Europeia (EU), os apoios à restauração e a renovação do estado de emergência.

O eurodeputado considera que o adiantamento de alguns países na vacinação contra a covid-19 pode ter criado “algum sentimento de frustração”, mas que o plano de vacinação da EU “tem condições para ser cumprido e vacinar até ao verão 70% da sua população” e que “isso é fundamental não só para a saúde das populações, como também para a credibilidade da EU e dos países”.  Sem deixar de reconhecer que se podem ter cometido erros, Carlos Zorrinho lembra que, comparativamente com outros países, a EU fez “uma validação de vacinas muito robusta” e que “os contratos da EU garantem maior proteção, responsabilizando as farmacêuticas e não os cidadãos.”

Ontem, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) revelou números que mostram a agonia em que vive o sector. Hoje, Carlos Zorrinho lembra que o setor da restauração e hotelaria “suporta muito emprego e é a base da atividade turística, uma das áreas mais competitivas do país”. Lembra que o Governo “tem de dar atenção a todos os setores” e que “tem de haver um grande esforço para salvar o maior número de empresas e postos de trabalho para que possamos estar preparados para recuperar assim que for possível”. O eurodeputado recorda, contudo, que a maior dificuldade do Estado em apoiar este setor “é o facto de por vezes essas empresas terem históricos que não correspondem à sua realidade e de o Estado só poder dar apoios com base nesse histórico”.

Com o número de casos diários de infeção por SARS-CoV-2 a descer no país começa a falar-se em desconfinamento, nomeadamente nas escolas. Para isso, diz Carlos Zorrinho, “é muito importante a opinião dos técnicos na ponderação de todos os fatores” e espera que os partidos políticos “sejam corajosos, porque não podemos arriscar agora perder a mão neste percurso que estamos a fazer para reduzir a propagação do vírus e permitir que o Serviço Nacional de Saúde respire.” “Temos de ser muito ponderados na abertura porque o confinamento está a dar resultados e temos de o levar até um ponto em que a recuperação seja irreversível”, conclui.

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