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Alentejo

Comentário Semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 25 maio 2021

 

Na Revista de Imprensa desta terça-feira, 25 de maio, contámos com o comentário do eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho.

No comentário de hoje, o primeiro tema abordado foi o aumento de casos de covid 19 dos últimos dias na região de Lisboa. Sobre este assunto, questionado se este aumento podia estar relacionado com os festejos do campeonato de futebol, Carlos Zorrinho referiu “a DGS ligou os festejos do Sporting a um número muito reduzido de casos acrescentando ainda assim que, “é uma questão muito preocupante, seja em Lisboa ou noutra zona do país.”

Para o eurodeputado “é preciso apostar mais na testagem e continuar a considerar que, apesar de termos dado passos importantes, a batalha não está ganha.”

Segundo a análise de Carlos Zorrinho, os problemas surgem agora nas “gerações mais novas” mas “apesar de não ser bom termos pessoas contaminadas, esta geração não pressiona tanto o Sistema de saúde.”

Carlos Zorrinho acrescenta ainda “as autoridades têm que atuar de forma pro-ativa, fazer um aumento da testagem e fazer um apelo ao comportamento cuidadoso dos cidadãos.”

Quanto à possibilidade de uma nova vaga, Carlos Zorrinho adiantou “uma nova vaga com um grande índice de mortalidade é algo que com o grande trabalho que foi feito na vacinação, está ultrapassado” mas refere “é preciso que as gerações mais novas façam mais um esforço “ sublinhando “ganhámos a primavera e agora não podemos perder o verão.”

O nosso comentador falou-nos ainda sobre o aumento de capital por parte do estado português que fica agora com uma percentagem de 98%, tendo em conta os 462 milhões de compensação injetados e que foram aprovados por Bruxelas.

Sobre esta matéria, Carlos Zorrinho referiu “a situação de dificuldades da TAP decorre da pandemia e é uma situação que a generalidade das companhias aéreas estão a viver” acrescentando ainda “o fato de haver esta entrada de capital é quase inevitável na medida em que as ajudas de Bruxelas têm que ser incorporadas na capitalização da empresa.”

O Eurodeputado Carlos Zorrinho referenciou ainda “julgo que será uma situação transitória e quando o mercado recuperar e a empresa foi restruturada, parte desse capital será de novo alienado e haverá de novo mais investimento privado."

 

 

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