05 Jul. 2022
Augusta Serrano
Ecos da Planura
09:00-11:00

Comentário semanal do Eurodeputado Carlos Zorrinho, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  26 Abr. 2022

Na revista de imprensa de hoje, dia 26 de abril, contámos com o habitual comentário do Eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho. Foram abordados os temas: a visita de António Guterres a Moscovo; o perigo do conflito armado na Ucrania se transformar na 3ª Guerra Mundial e a Sessão Solene do 25 abril na Assembleia da República.

Relativamente ao primeiro tema, o nosso comentador começou por referir que "António Guterres inicialmente fez declarações muito claras a favor da preservação da paz e contra a quebra de cidadania da Ucrânia." Na opinião de Carlos Zorrinho "julgo que ele tentou criar condições ou esperar pelo momento em que pudesse ter um papel de mediador."

Sobre a tardia intervenção de António Guterres neste conflito, o eurodeputado referiu que "só depois destas reuniões é que podemos fazer uma avaliação de se é uma atuação tardia ou, se pelo contrário, houve uma temporização adequada face à situação, em esperar pelo momento certo para ter uma ação mais eficaz."

"Eu gostaria que Guterres tivesse atuado de uma forma mais forte, mais rápida, que tivesse ido ao terreno mais rápido, mas ele certamente avaliou a situação," rematou Carlos Zorrinho sobre este tema.

No que diz respeito às preocupações de se dar a 3ª Guerra Mundial, o eurodeputado refere que "tudo o que está a acontecer no mundo e, em particular, o que está a acontecer na guerra entre a Federação Russa e a Ucrânia é muito preocupante. Há muita informação, mas também muita desinformação." Segundo Carlos Zorrinho "o que era fundamental neste momento, era que a Rússia perdesse condições para invadir a Ucrânia, se isso acontecesse nós voltaríamos a uma paz justa."

No âmbito da Sessão Solene do 25 abril na Assembleia da República, e no discurso proferido por Marcelo Rebelo de Sousa, o eurodeputado referiu que "os países da União Europeia perceberam todos que a União Europeia tem que ter mais capacidade defensiva." O eurodeputado acrescentou ainda que "essa capacidade defensiva também se realiza no contexto da aliança do Tratado do Atlântico Norte da NATO, mas a União Europeia não tem cumprido nos últimos anos a componente de 2% da sua riqueza para poder reforçar a capacidade defensiva dos países, acho que esse é um caminho normal, a União Europeia não é uma união belicista.”

 

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