Alentejo

Comentário semanal do Eurodeputado Carlos Zorrinho, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 10 maio 2022

Na revista de imprensa de hoje, dia 10 de maio, contámos com o habitual comentário do Eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho. Foram abordados os temas: a questão de as Viaturas do INEM terem estado paradas, em 2021,  cerca de 7 mil horas, das quais 5400 horas por falta de tripulação, e as medidas contempladas no OE para a área da saúde, o pagamento da primeira tranche do PRR a Portugal, com a questão da verba que chegou não ter sido suficiente para os projetos já inscritos e à polémica de Setúbal relativamente ao acolhimento de refugiados da Ucrânia.

No que diz respeito ao primeiro tema, o Eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho, referiu “é evidente que são necessários mais incentivos para fixar e motivar, para que os especialistas e médicos fiquem no Serviço Nacional de Saúde.”

O Eurodeputado do PS sublinhou ainda “que se tem verificado alguma dificuldade em assegurar médico de família a todos os portugueses, com dificuldade de tripulações para todas as viaturas médicas de emergência, que são tão importantes.”

Na opinião do nosso comentador, “a saúde privada e algumas ofertas do exterior têm vindo a reduzir o número de médicos disponíveis no SNS” sublinhando que “algumas coisas têm que ser feitas, muitas estão previstas no OE, e espero que sejam suficientes.”

Para Carlos Zorrinho “é essencial investir no SNS mas de uma forma diferenciada, motivando os jovens e os menos jovens médicos a ficarem no serviço nacional de saúde.”

Questionado se em seu entender as medidas previstas no OE assim como as que surgem implementadas pelos Municípios, Carlos Zorrinho refere “nós gostaríamos todos que fossem suficientes, mas como sabemos os recursos do estado não são ilimitados”. Ainda assim, o Eurodeputado considera que “têm que existir incentivos e ter capacidade para remunerar melhor os nossos profissionais que prestam serviço público.”

O Eurodeputado do PS não deixa de referir que “estamos numa situação de muita incerteza à escala internacional “mas há “duas apostas que não podem deixar de seu feitas: a saúde e a educação.”

No que diz respeito ao segundo tema, Carlos Zorrinho refere que a chegada destes “1860 milhões de euros significa que há uma aprovação do nosso PRR, cujo valor é de mais 15 vezes o valor do pagamento agora recebido.”

“É normal que o dinheiro flua com maior rapidez e que esses projetos todos, os que forem aprovados, sejam dotados das verbas financeiras a que têm direito” referiu ainda o Eurodeputado.

Relativamente o último tema, a polémica de Setúbal no caso do acolhimento dos refugiados ucranianos, Carlos Zorrinho referiu “devem-se apurar todas as responsabilidades” não deixando, contudo, de sublinhar “parece hoje cada vez mais evidente que o comportamento da Câmara de Setúbal, nomeadamente do seu executivo, não foi um comportamento adequado.”

Deste caso polémico, Carlos Zorrinho diz que ” é preciso aprender lições daquilo que aconteceu em Setúbal para verificar que a mesma situação não está a acontecer com outras Associações da Sociedade Civil.”

“Numa primeira análise a questão deve ser colocada ao nível das autarquias que é quem contrata essas Associações e esse é o caminho que deve ser feito.” Concluiu o Eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho.

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