29 Jan. 2023
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Alentejo

Comentário semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário (c/ som)!

Revista de Imprensa Escrito por  06 Dez. 2022

 

Na revista de imprensa de hoje, 06 de dezembro, terça-feira, recebemos em antena o eurodeputado socialista Carlos Zorrinho, que se juntou a nós a partir de Bruxelas para comentar algumas das manchetes que abriram a agenda informativa de hoje.

Na ordem do dia estiveram: mais de 70% dos empregos perdidos em 2020 eram ocupados por jovens , aumento para 1,4 milhões de portugueses sem médico de família e os congestionamentos nas urgências do SNS.

Em relação ao primeiro tema Carlos Zorrinho começou por adiantar “foi a consequência de algo inesperado, com o qual não contávamos e que foi a pandemia” acrescentando “que os jovens estão ainda no início das carreiras e o nível de contratação é ainda de precariedade.” Ainda assi, acrescenta, “o lado menos negativo é que jovens nessa faixa etária certamente mais facilmente conseguem encontrar novo emprego.”

Para Carlos Zorrinho, em Portugal , com o desemprego a baixar, o problema que temos é de “nível salarial e não de oferta de emprego.”

No que diz respeito ao segundo tema, o aumento de portugueses sem médico de família, neste momento já são 1,4 milhões, o Eurodeputado do PS refere “o Serviço Nacional de Saúde é algo de extraordinário que Portugal tem e temos que o manter e gerir.”

Carlos Zorrinho acrescenta ainda “o SNS atravessa momentos difíceis, nomeadamente no que diz respeito à atratividade do SNS, pela remuneração que pode pagar, pela dificuldade de fixação de pessoas no interior, custos de habitação, têm tornado o SNS menos atrativo , quer para médicos, quer para enfermeiros.”

No que diz respeito aos congestionamentos nas urgências, algo que tem estado na ordem do dia, o Eurodeputado Socialista realça “podiam ser reduzidos se os centros de saúde tivessem maior capacidade de resposta.”

Ainda assim, Carlos Zorrinho sublinha “temos que valorizar o SNS, um serviço de saúde universal, como poucos países têm , reconhecendo que também temos qualidade nele.”

No que diz respeito ao investimento afeto à área da saúde no orçamento de estado para 2023, e ao fato de haver já quem considere que o novo Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, quer resolver os problemas da saúde com palavras, o nosso comentador diz “na generalidade podemos sempre dizer que há algum sub-financiamento de algumas funções mas o principal problema do SNS é a capacidade de se reorganizar.”

O Eurodeputado do PS considera “existir uma aposta muito forte ,nomeadamente por parte do novo ministro e do CEO, especialmente numa reorganização pelo que, as palavras , não são de desvalorizar e com uma nova organização,com outra estrutura, com uma resposta de proximidade maior e melhor funcionamento nos centros de saúde,oa organização do Serviço Nacional de Saúde irá melhorar.”


 


 


 

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