13 Jul. 2020
 

Comentário semanal do eurodeputado José Gusmão aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 24 Jan. 2020

O eurodeputado José Gusmão, eleito pelo BE, no seu comentário desta sexta-feira, 24 de janeiro, abordou aos microfones da Rádio Campanário o facto de Portugal registar a 6ª maior cota de utilização de energia renováveis, o anúncio de descontos para residentes e visitantes nas portagens no interior do país e algumas questões relacionadas com o debate na especialidade do Orçamento do Estado.

Relativamente ao facto de Portugal registar a 6ª maior cota de utilização de energias renováveis, José Gusmão considera que “Portugal fez uma aposta nas energias renováveis, que foi considerável”.

O eurodeputado refere que “é a única escolha racional que pode fazer um país com as nossas características”, acrescentando que “somos um país sem paralelo na União Europeia em termos de recursos para energias renováveis”.

José Gusmão lembra que “temos uma boa exposição solar, a nossa costa é enorme e não podemos esquecer o potencial geotérmico dos Açores”, no entanto, “somos o país mais vulnerável da União Europeia ás alterações climáticas”.

José Gusmão considera que “deve existir uma responsabilidade solidária para promover a transição energética em todo o continente”.

Naquilo que concerne aos possíveis descontos para residentes e visitantes nas portagens no interior do país, José Gusmão refere que “sempre defendemos, no contexto de uma rede ferroviária muito deficiente, as autoestradas como um elemento de coesão fundamental”

Para o eurodeputado “o fim das scuts foi um erro tremendo do ponto de vista do ordenamento do território”, acrescentando que “as portagens nas autoestradas contribuem para a desertificação do interior e tornam a atividade económica mais difícil”.

José Gusmão considera que “uma medida que possa reduzir os custos para os usuários habituais das autoestradas será sempre positiva”.

Em termos do orçamento para combater a violência doméstica, o eurodeputado considera que “a questão da violência doméstica tem de ser atacada por vários ângulos, desde logo pelo da justiça”.

José Gusmão lembra que “grande parte dos homicídios acontecem após a realização das denuncias”, o que mostra que “o estado tem falhado na hora da proteção e da vigilância das vítimas”.

Relativamente ao debate na especialidade do Orçamento do Estado, José Gusmão considera que “o orçamento fica muito aquém de orçamentos anteriores, principalmente do ponto de vista da recuperação de rendimentos”, acrescentando que “estaremos atentos particularmente ás questões das pensões e ao IVA da eletricidade”.   

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