Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 03 outubro, 2019

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 3 de outubro, abordou aos microfones da Rádio Campanário os resultados das sondagens para as legislativas, e ainda o caso de Tancos.

Relativamente ás sondagens, o eurodeputado começa por referir que “a minha experiência como candidato diz-me que estar na rua a fazer campanha e ao mesmo tempo ter de comentar resultados menos favoráveis, só nos permite animar num resultado que só se decide nas urnas”.

Nuno Melo considera que o CDS “tem de acreditar que aquilo que se foi fazendo na oposição e a valia dos nossos quadros pode fazer alguma diferença na escolha dos eleitores”.

Na opinião do eurodeputado “o CDS merece um resultado muito melhor que aquele apontado pelas sondagens”, acrescentando que “no que depender de mim vou fazer os possíveis para que assim seja”.

Relativamente a vozes que se levantam contra a líder do CDS-PP, Nuno Melo refere que “acredito e desejo que a Assunção se manterá como líder independentemente do resultado”. O eurodeputado lembra que Assunção Cristas “pegou no partido num momento muito difícil, após a saída de Paulo Portas, e pelo trabalho desenvolvimento merece continuar”.

Nuno Melo considera que “o CDS tem trabalhado muito, tem juntado as pessoas de todo o país”, referindo ainda que “a política é feita de movimentos pendulares, ou seja, o pendulo varia da direita para a esquerda, agora está na esquerda, mas chegará um momento em que voltará para a direita”.

Questionado pela RC sobre quem sairá vencedor das eleições do próximo dia 6 de outubro, o eurodeputado considera que “não existindo uma maioria absoluta parece-me que existe um certo ‘entendimento’ entre o PS e o PSD, aliás o Dr. Rui Rio não excluí essa possibilidade.

Pese embora acreditar num entendimento ao estilo Bloco Central, Nuno Melo não descarta também “a possibilidade de existir um governo mais de esquerda, com o PS apoiado pelo BE ou pela CDU”.

Caso se verifique um Bloco Central, o eurodeputado reafirma “a necessidade do CDS ter votos para conseguir fazer oposição, pois nesta situação o PSD deixará de o ser”.

Naquilo que concerne ao caso de Tancos, Nuno Melo refere que “tudo isto é ridículo e grave, para começar não estamos a falar de um caso de justiça, estamos a falar de gestão pública”.

O eurodeputado explica então que “estamos a falar de candidatos que alegadamente se associaram a esta farsa para esconder este achamento de armas”, acrescentando que “o próprio primeiro ministro quando convidado a falar sobre o caso desculpasse com uma ida ao Açores por causa de um ciclone”.

Nuno Melo deseja que “no final este caso possa ser pedagógico para a justiça e a política em Portugal”.

Veja também...

Histórico de Notícias

« Outubro 2019 »
Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31