×

Alerta

JUser: :_load: Não foi possível carregar o utilizador com o ID: 63
JUser: :_load: Não foi possível carregar o utilizador com o ID: 68

Alentejo

Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (C/SOM)

Revista de Imprensa 10 Dez. 2020

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 10 de dezembro, abordou aos microfones da Rádio Campanário o Plano de Vacinação contra a covid 19 em Portugal, o Plano de Reestruturação da TAP e ainda a demissão da diretora do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

Relativamente ao Plano de Vacinação contra a covid 19, aprovado em Portugal e com data prevista de início já para o próximo mês de janeiro, o eurodeputado Nuno Melo sublinhou “ parece-me ser uma boa notícia “ acrescentando ainda “a começar que à escala global se inicia um plano de vacinação que potencie a imunização de grupo e que com isto ajude a terminar com esta pandemia que tantas vida tem ceifado e tantos danos financeiros tem causado.”

No que diz respeito à classificação dos grupos de risco previstos neste mesmo plano de vacinação Nuno Melo referiu “ espero apenas, no que tem a ver com a classificação dos grupos de risco, ao longo dos comentários que tenho ouvido e das interpelações que têm sido feitas ao governo e à DGS, que sejam acautelados os grupos de risco que, aparentemente, não estão a ser tidos em conta, nomeadamente alguns doentes oncológicos e pessoas com diabetes, em determinadas circunstâncias.” Sobre esta questão, o eurodeputado acrescenta ainda “o passo que agora é dado, graças a um investimento global da humanidade, nunca tão cedo se encontrou uma vacina para se por fim a esta doença, pode ser uma boa notícia e poderá ser um bom começo de ano.”

No que diz respeito ao Plano de Reestruturação da TAP, Nuno Melo, questionado se em sua opinião este plano tem ou não obrigatoriedade de ser aprovado pela União Europeia, o eurodeputado sublinha “o mercado interno é uma questão relevante e sensível no que diz respeito ás regras de concorrência. Nós sabemos que, por exemplo, em empresas como a SATA houve ajudas que foram declaradas ilegais assim como outras empresas na UE foram sancionadas por ajudas, ditas de estado, serem consideradas indevidas, logo,parece-me que o que está a aconteceu funciona como uma espécie de visto prévio pelo que, deste ponto de vista não veja particular inconveniente.”

Ainda assim, Nuno Melo refere ” mas vejo inconveniente em relação a outras coisas. Por exemplo, que o governo garantiu desde logo que David Neelman fizesse o negócio da sua vida porque, num momento de maior crise, o empresário tem do governo o negócio da sua vida porque evitou o risco e foi bem pago por isso.”

Relativamente ao Plano de Reestruturação da TAP ser ou não discutido no Parlamento, Nuno Melo adianta “isto é uma espertice à socialista “ justificando “quando é para nacionalizar, fazer o número político, bater forte no peito e falar alto como fez o ministro Pedro Santos, basicamente apresentando-se como o grande proletário, lá estão eles na frente.”

Agora, quando a coisa corre mal e é preciso que o governo assuma as suas responsabilidades, o que é que o governo faz? Quer distribuir a sua responsabilidade por todos os outros no parlamento”, evidenciou repetindo “isto diz muito do plano procedimental, ou seja, quando acham que pode dar lucro , decidem sozinhos, quando acham que pode dar prejuízo político, toca a distribuir a responsabilidade política por todos os outros, o que diz muito sobre este governo.”

Questionado se esta questão poder ter ou não influência no processo, o eurodeputado considera” que apenas terá influência nas urnas pois é uma questão política.”

Por último, no que concerne à demissão da diretora do Serviço de emigrantes e Fronteiras, segundo o Ministério da Administração Interna, decorrente da morte de um cidadão ucraniano no aeroporto de Lisboa, e questionado se em seu entender poderíamos estar perante questões de racismo, Nuno Melo começou por dizer “uma maçã podre não significa o mau estado de uma macieira inteira e o SEF é uma polícia fundamental no controle das fronteiras externas da união Europeia com grandes pergaminhos e Portugal e trabalha todos os dias com enormes dificuldades e sem quaisquer meios.”

O que sucedeu em relação ao cidadão ucraniano é absolutamente inaceitável porque como é evidente traduz, a comprovarem-se os factos, um homicídio e uma polícia, qualquer que seja, existe para proteger e servir e não para matar, a menos que seja em legítima defesa”, acrescentou ainda.

Na opinião do eurodeputado “ o racismo não é branco, negro, amarelo ou de outra cor, implica sim um preconceito de alguém em relação a outra pessoa de outra etnia. Se o cidadão ucraniano que foi morto fosse negro, teríamos hoje manifestações de norte a sul do país, organizadas pelo Bloco de Esquerda, pelo Mamadou Ba ou pelo SOS Racismo, mas como foi um ucraniano, vamos vendo assim umas notícias nos jornais, percebendo-se a diferença”.

É preciso que se veja que o povo português, genericamente, não é racista agora obviamente que encontraremos episódios de atos indevidos contra pessoas de outras raças e de outras etnias, em Portugal, como em qualquer parte do mundo”, concluiu.

 

 

 

Veja também...

Histórico de Notícias

« Janeiro 2021 »
Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31