Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (C/SOM)

Revista de Imprensa 17 Dez. 2020

A atualidade de hoje dá-nos conta de que com a Lei de Contratação Pública, há Presidentes escolhidos sem ter concluído a sua formação. Perante este facto, o deputado centrista afirma que o Presidente da República “ esteve bem” em vetar o que o governo Socialista aprovou.

Quanto ao caso do crime cometido pelos agentes do SEF, “Um ato ignóbil e covarde” foi a expressão usada por Nuno Melo no seu espaço de comentário semanal na antena da Rádio Campanário, para classificar a morte do cidadão ucraniano assassinado no aeroporto de Lisboa. Quanto à tutela deste caso, quer o Ministro do Ministério da Administração Interna (MAI), quer António Costa não assumiram a melhor posição. “Quando se deu a tragédia de Entre-os-Rios, o Ministro Jorge Coelho demitiu-se, e bem, e não era ele que andava a inspecionar as pontes em Portugal. O Ministro (Eduardo Cabrita) obviamente não é culpado, mas acarta com a responsabilidade do estado. Esta manutenção do cargo é um exemplo do pior.

O Ministro já se devia ter demitido. Este ministro não está em condições de fazer reforma nenhuma. Ficou-se sempre com a ideia de que fosse o que o Ministro fizesse, seria sempre para salvaguardar o cargo. Nuno Melo refere que a pasta deste Ministério tem de ter outro rosto. “Terá que ser uma pessoa nova, com o contador a zero (…) o que se passou foi um ato de tortura (…) o Ministro Eduardo Cabrita neste momento não tem credibilidade.

Relativamente à questão da TAP, Nuno Melo diz “não somos um país como a Alemanha ou a França, mas temos uma companhia aérea que rivaliza. A TAP deve ser reconduzida à nossa capacidade. Eu prefiro ter uma companhia mais pequena mas que seja viável, do que ter um elefante branco que leva o essencial do nosso esforço e dos nossos impostos”.

“O governo socialista conseguiu uma coisa inédita: em plena pandemia mundial em que toda a gente perde dinheiro, houve um cidadão brasileiro, acionista da TAP, que levou milhões para casa. O governo basicamente disse: “tome lá muitos milhões (…) que o Estado fica aqui a pagar o prejuízo”.

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