Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 01 Jul. 2021

Na Revista de Imprensa desta quinta-feira, 1 de julho, contámos com o comentário do eurodeputado Nuno Melo, do CDS-PP.

Foram vários os temas abordados, nomeadamente o balanço do fim da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia e a passagem do seu testemunho à Eslovénia, assim como a retoma do pagamento do crédito de habitação a partir de hoje.

Foi abordado ainda, o acidente na A6 do carro onde seguia o ministro da administração interna, Eduardo cabrita, que vitimou um trabalhador que desenvolvia trabalhos na via, o silêncio do ministro perante o acidente e as declarações por parte de um dos trabalhadores, que testemunhou o acidente.

O Eurodeputado Nuno Melo referiu que “a presidência portuguesa foi realmente uma oportunidade perdida, devido à política agrícola comum, às violações do estado de direito por parte de Portugal e a não repudiação de forma clara com a violação de estado de direito e a ausência da explicação de Portugal no parlamento europeu.”

Sublinhou ainda que, “Portugal foi dos três únicos países em que o procurador europeu nomeado não foi aquele que tinha sido escolhido pelo o júri independente europeu e depois soube-se que o nosso país beneficiou de informações falsas dadas pelo próprio ministério do governo de Portugal, sendo posteriormente censurado pela esmagadora maioria”.

Em relação á  presidência da Eslovénia, o eurodeputado acredita que a “Eslovénia levará para o leste um bocadinho a agenda da política da união europeia, encarará a agenda a leste” e o fará certamente com questões como a questão da pandemia, da vacinação, das questões do extremismo, sejam analisadas.

Quanto aos portugueses que beneficiaram da moratória privada da associação portuguesa de banco e que a partir de hoje tem que retomar o pagamento do crédito de habitação, Nuno Melo afirma que esta “pandemia reduziu o poder de compra de muitos portugueses que viram baixar os seus salários com ajudas residuais” e por isso as circunstâncias não se alteraram muito, porque há fortes limitações, como o facto da economia ainda estar a arrancar. Refere ainda que, “embora o confinamento não seja tão restritivo, há ainda fortes limitações o que é um problema que as autoridades terão de estar atentas, pois há bolsas de pobreza que se formaram e é de acreditar que os incumprimentos serão muitos.

Sobre o fim das moratórias, referiu, ainda, a possibilidade de existir uma crise social, sendo que Nuno Melo refere que “há pessoas que tiveram imensas dificuldades para cumprir os seus compromissos” e por isso as autoridades terão de estar atentas para a possibilidade de existir estes conhecimentos.

No último tema abordado, acerca do acidente na A6 do carro onde seguia o ministro da administração interna, Eduardo Cabrita, que vitimou um trabalhador que desenvolvia trabalhos na via, Nuno Melo disse que escutou numa rádio, as declarações de um dos trabalhadores que estavam no local e este esclarecia que a sinalização era constituída por um veículo que estava atrás dos trabalhadores que limpavam as bermas em movimento e por isso não recorreram ás normais sinalizações.  A vítima teve que ir á faixa central e na volta foi colhido pelo veículo.  Após o acidente, o ministro terá ficado dentro do carro sem sair do carro, sendo que na opinião do eurodeputado “o ministro deveria sair para auxiliar e não deveria ter esperado dentro carro por alguém que chegasse.

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