26 Jun. 2022
Augusta Serrano;
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Comentário semanal do Eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 19 maio 2022

 

 

Na Revista de Imprensa desta quinta-feira, dia 19 de maio, contámos com o comentário do Eurodeputado Nuno Melo, do CDS-PP. Foi abordado o tema: a ordem de expulsão da Rússia a cinco diplomatas portugueses, o mau estar criado por Marcelo Rebelo de Sousa ao divulgar data da visita de António Costa à Ucrânia e o crescimento acentuado de casos de covid 19.

No que diz respeito ao primeiro tema o nosso comentador começou por referir “avaliando as circunstâncias geopolítica mundial, esta expulsão era previsível na medida em que Portugal tem alinhado com as democracias ocidentais no repúdio à invasão da Ucrânia pela ditadura Russa.”

O Eurodeputado do CDS-PP acrescentou ainda “embora a atitude em si seja profundamente lamentável não deixa de ser previsível” manifestando concordância com o governo e considerando que tratou de uma simples “retaliação.”

Relativamente ao segundo tema , o facto de Marcelo Rebelo de Sousa ter divulgada a data da visita de António Costa à Ucrânia, o Eurodeputado do CDS-PP referiu “esta é uma questão menor, é um acontecimento que não afeta em nada, beneficiando ou prejudicando a vida dos portugueses” salientando “nós vivemos hoje circunstâncias muito difíceis do ponto de vista do custo de vida, são tantos os problemas que nos afetam que este tipo de acontecimentos são menores pois não têm nenhuma consequência prática.”

Por último e no que diz respeito à aceleração de contágios de covid 19, terceiro e último tema, o Eurodeputado Nuno Melo referiu “este sim é importante e afeta a vida dos portugueses.”

Sendo Portugal o país do mundo com maior incidência de covid 19 neste momento, Nuno Melo assegura “isso tem que nos preocupar, mas ser desvalorizado por uma Ministra da Saúde é simplesmente inqualificável.”

O Eurodeputado não deixou de sublinhar que Portugal “é à escala planetária o país mais flagelado com o covid19 e sabemos em que circunstâncias o vírus se propaga.”

“Em Portugal a abertura foi total” sublinhou Nuno Melo e com uma consequência que, em seu entender é muito relevante “o fim dos testes gratuitos ou comparticipados”. “Quando Portugal é o País com maior taxa de incidência de covid 19 porque, esta medida, e quando sabemos dos problemas do SNS, isso só pode preocupar uma ministra da Saúde” porque, como justifica Nuno Melo “trata-se da sustentabilidade do próprio SNS.”

Na opinião do Eurodeputado “os testes têm de voltar a ser gratuitos ou comparticipados pois as urgências dos hospitais, que não têm gente, não podem ser ocupadas em rastrear pessoas que na maior parte dos casos não justificavam ter ido ao hospital”. Sublinhando a gravidade da situação , Nuno Melo realça por último “há pessoas com doenças muito graves que neste momento podem morrer por causa deste erro flagrante do Ministério da Saúde.”

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