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Comentário semanal do vice-presidente do PSD Salvador Malheiro aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 14 Dez. 2020

    Eduardo Cabrita terá feito uma má gestão do episódio que resultou na morte de um cidadão da Ucrânia no passado mês de março em território nacional. Segundo a opinião de Salvador Malheiro, se não fosse o mediatismo que todo o caso alcançou na comunicação social, a maior parte da população portuguesa não saberia sequer do seu desfecho. Se não fosse a entrevista com a viúva de Ihor Homeniuk que passou na televisão “este assunto estaria ocultado por parte dos nossos governantes”, afirma o Vice Presidente do PSD em entrevista à Rádio Campanário.


    “O Sr. Ministro teve uma atitude nada digna (…) desde logo pelo facto de não ter dito toda a verdade na Assembleia da República”. Ainda quanto à questão de ter demorado tanto tempo a resolução deste caso e que a transladação dos restos mortais tenham sido suportados pela família, Salvador Malheiro acha lamentável. Recorde-se que esta situação teve como consequência mais grave o facto de Cristina Gatões (agora ex-diretora do SEF) ter cessado funções.
Na opinião do segundo nome do principal partido da oposição, o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, já não reúne condições para ocupar o cargo. Mesmo relativamente à polémica recente acerca da fusão do SEF com a PSP, o Ministro mostra “falta de liderança”.


    Quanto à fusão, ou dissolução do SEF, Salvador Malheiro defende que há que aguardar até se saber ao certo o que está em cima da mesa, no entanto, se esta for uma medida que vai requalificar as nossas forças de segurança, isso só traz benefícios. Mas “resta saber se estamos perante uma situação destas”.
O que Salvador Malheiro lamenta ainda é que toda esta situação de restruturação tenha acontecido porque veio “a reboque” do caso do homicídio do cidadão ucraniano. Questionado acerca de Ihor Homeniuk ter morrido torturado e se há um padrão relativamente ao modus operandi do SEF, o Presidente da camara de Ovar acredita que este foi um caso sem exemplo, não havendo uma padronização: “foi um caso isolado”, afirma.

    Quanto à rentabilidade da TAP e se vale a pena ou não salvar a empresa, Salvador Malheiro defende que o ministro das Infraestruturas foi desautorizado por António Costa. Recorde-se que Pedro Nuno Santos, quis levar o assunto à discussão parlamentar, mas essa decisão foi negada pelo Primeiro Ministro. O Vice Presidente do PSD é da opinião de que Pedro Nuno Santos já se devia ter demitido. “Perante todo este dinheiro (300.000M de euros) os portugueses têm de ter a certeza que vale a pena” a injeção de todo este dinheiro e que daqui a alguns anos não seja mais do mesmo. Que a TAP não seja “um poço sem fundo”.


     À margem da entrevista à Rádio Campanário, Salvador Malheiro, louvou ainda o ato heroico do cidadão que salvou um homem de morrer afogado no rio tejo, e classificou ainda como “um ato profundamente animalesco” o homicídio de António Doce, o agente da PSP que, mesmo não estando ao serviço, quis intervir num caso de violência doméstica. 

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