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Comentário semanal do vice-presidente do PSD Salvador Malheiro aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 28 Dez. 2020

O vice-presidente do PSD Salvador Malheiro, no seu comentário desta segunda-feira, 28 de dezembro, abordou aos microfones da Rádio Campanário o início da vacinação contra a COVID-19 em Portugal, o Novo Banco e o fecho da operação "Carter", o acordo do Brexit e o próximo ano de 2021.

Sobre o início da vacinação contra a COVID-19 em Portugal, que começou ontem em profissionais de saúde de cinco hospitais do país, Salvador Malheiro afirma: “Ontem foi um momento histórico. Um momento que irá marcar este tempo. A congregação de esforços de muitos cientistas pelo mundo fora que conseguiram em tempo record ter uma vacina cujos primeiros sinais são positivos. Em Portugal a logística funcionou muito bem. É um momento de união e de nova esperança”.

Quanto à grande adesão de profissionais de saúde a esta vacina congratula o “extraordinário exemplo dado”. Refere ser uma pessoa “muito mais de apostas nestas ações, nas concretizações do que nos discursos bonitos”.

“Ter os nossos profissionais de saúde a mostrar que a vacina deve ser tomada e ainda por cima fico satisfeito pois há um estudo que refere os portugueses estão mais recetivos às vacinas”, frisa.

No entanto, relembra que “temos de assentar bem os pés no chão, porque o próximo ano vai continuar a ser de muita incerteza mesmo ao nível da vacinação”. Explica que há “uma vacina que está aprovada em termos europeus, mas não temos mais nenhuma e para que tenhamos vacinas suficientes para a primeira e segunda fase é necessário ter a aprovação de uma segunda vacina e mesmo assim temos de esperar que tudo corra bem e que haja aprovação de outras vacinas. Apesar das extraordinárias notícias que tivemos nas últimas horas temos que encarar o futuro ainda com alguma expectativa, no sentido de termos a consciência de que a imunidade de grupo está longe de ser atingida”.

Questionado se acha que se gerou um “espetáculo” em torno da chegada da vacina Salvador Malheiro diz: “já estamos habituados a esta forma de fazer política. Naturalmente que não me revejo nesse tipo de ações. Acho que se exagerou”.

Relativamente ao Novo Banco que fechou a operação "Carter", a venda de uma carteira de malparado por 37 milhões de euros que teve um impacto marginalmente positivo nos resultados e no capital, o vice-presidente do PSD acredita ser “uma quantia irrelevante perante o buraco do Novo Banco”. E esclarece quais “as grandes preocupações” para o ano de 2021 em termos governativos, nomeadamente, “a gestão da crise fruto da pandemia; dossiers decisivos ao nível da presidência portuguesa na Comissão Europeia; as eleições presidenciais; os dossiers complicados como é o caso do Novo Banco e a necessidade de injeção de capital no primeiro ou segundo trimestre de 2021; o dossier TAP; as eleições autárquicas e a análise do Orçamento de Estado para 2022, onde se perspetiva um momento de tensão pelo facto de o Governo ter cada vez menos apoio por parte dos seus parceiros da geringonça”.

Esta semana o Reino Unido e a União Europeia (UE) chegaram a acordo para o Brexit, saída do Reino Unido da UE, sobre este acordo o social democrata aponta, “é muito importante que possam continuar a existir relações da forma mais ágil possível” entre o Reino Unido e Portugal.

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